Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.
Mostrando postagens com marcador Gilmar Mendes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Gilmar Mendes. Mostrar todas as postagens

domingo, 29 de maio de 2016

Dalmo Dallari: Um Visionário!

O texto abaixo é do Jurista Dalmo Dallari. Foi publicado em 2002 quando o Ministro Gilmar Mendes foi indicado para o STF pelo então Presidente da República Fernando Henrique Cardoso. E indicava o que estamos vendo hoje deste patético representante do STF. Leitura imperdível!

Ministro Gilmar Mendes
"É assim que se degradam as instituições e se corrompem os fundamentos da ordem constitucional democrática." - Dalmo Dallari

Degradação do Judiciário

Nenhum Estado moderno pode ser considerado democrático e civilizado se não tiver um Poder Judiciário independente e imparcial, que tome por parâmetro máximo a Constituição e que tenha condições efetivas para impedir arbitrariedades e corrupção, assegurando, desse modo, os direitos consagrados nos dispositivos constitucionais.
Sem o respeito aos direitos e aos órgãos e instituições encarregados de protegê-los, o que resta é a lei do mais forte, do mais atrevido, do mais astucioso, do mais oportunista, do mais demagogo, do mais distanciado da ética.
Essas considerações, que apenas reproduzem e sintetizam o que tem sido afirmado e reafirmado por todos os teóricos do Estado democrático de Direito, são necessárias e oportunas em face da notícia de que o presidente da República, com afoiteza e imprudência muito estranhas, encaminhou ao Senado uma indicação para membro do Supremo Tribunal Federal, que pode ser considerada verdadeira declaração de guerra do Poder Executivo federal ao Poder Judiciário, ao Ministério Público, à Ordem dos Advogados do Brasil e a toda a comunidade jurídica.
Se essa indicação vier a ser aprovada pelo Senado, não há exagero em afirmar que estarão correndo sério risco a proteção dos direitos no Brasil, o combate à corrupção e a própria normalidade constitucional. Por isso é necessário chamar a atenção para alguns fatos graves, a fim de que o povo e a imprensa fiquem vigilantes e exijam das autoridades o cumprimento rigoroso e honesto de suas atribuições constitucionais, com a firmeza e transparência indispensáveis num sistema democrático.
Segundo vem sendo divulgado por vários órgãos da imprensa, estaria sendo montada uma grande operação para anular o Supremo Tribunal Federal, tornando-o completamente submisso ao atual chefe do Executivo, mesmo depois do término de seu mandato. Um sinal dessa investida seria a indicação, agora concretizada, do atual advogado-geral da União, Gilmar Mendes, alto funcionário subordinado ao presidente da República, para a próxima vaga na Suprema Corte. Além da estranha afoiteza do presidente -pois a indicação foi noticiada antes que se formalizasse a abertura da vaga-, o nome indicado está longe de preencher os requisitos necessários para que alguém seja membro da mais alta corte do país.
É oportuno lembrar que o STF dá a última palavra sobre a constitucionalidade das leis e dos atos das autoridades públicas e terá papel fundamental na promoção da responsabilidade do presidente da República pela prática de ilegalidades e corrupção.

"A comunidade jurídica sabe quem é o indicado e não pode assistir calada e submissa à consumação dessa escolha inadequada"

É importante assinalar que aquele alto funcionário do Executivo especializou-se em "inventar" soluções jurídicas no interesse do governo. Ele foi assessor muito próximo do ex-presidente Collor, que nunca se notabilizou pelo respeito ao direito. Já no governo Fernando Henrique, o mesmo dr. Gilmar Mendes, que pertence ao Ministério Público da União, aparece assessorando o ministro da Justiça Nelson Jobim, na tentativa de anular a demarcação de áreas indígenas. Alegando inconstitucionalidade, duas vezes negada pelo STF, "inventaram" uma tese jurídica, que serviu de base para um decreto do presidente Fernando Henrique revogando o decreto em que se baseavam as demarcações. Mais recentemente, o advogado-geral da União, derrotado no Judiciário em outro caso, recomendou aos órgãos da administração que não cumprissem decisões judiciais.
Medidas desse tipo, propostas e adotadas por sugestão do advogado-geral da União, muitas vezes eram claramente inconstitucionais e deram fundamento para a concessão de liminares e decisões de juízes e tribunais, contra atos de autoridades federais.
Indignado com essas derrotas judiciais, o dr. Gilmar Mendes fez inúmeros pronunciamentos pela imprensa, agredindo grosseiramente juízes e tribunais, o que culminou com sua afirmação textual de que o sistema judiciário brasileiro é um "manicômio judiciário".
Obviamente isso ofendeu gravemente a todos os juízes brasileiros ciosos de sua dignidade, o que ficou claramente expresso em artigo publicado no "Informe", veículo de divulgação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (edição 107, dezembro de 2001). Num texto sereno e objetivo, significativamente intitulado "Manicômio Judiciário" e assinado pelo presidente daquele tribunal, observa-se que "não são decisões injustas que causam a irritação, a iracúndia, a irritabilidade do advogado-geral da União, mas as decisões contrárias às medidas do Poder Executivo".
E não faltaram injúrias aos advogados, pois, na opinião do dr. Gilmar Mendes, toda liminar concedida contra ato do governo federal é produto de conluio corrupto entre advogados e juízes, sócios na "indústria de liminares".
A par desse desrespeito pelas instituições jurídicas, existe mais um problema ético. Revelou a revista "Época" (22/4/ 02, pág. 40) que a chefia da Advocacia Geral da União, isso é, o dr. Gilmar Mendes, pagou R$ 32.400 ao Instituto Brasiliense de Direito Público -do qual o mesmo dr. Gilmar Mendes é um dos proprietários- para que seus subordinados lá fizessem cursos. Isso é contrário à ética e à probidade administrativa, estando muito longe de se enquadrar na "reputação ilibada", exigida pelo artigo 101 da Constituição, para que alguém integre o Supremo.
A comunidade jurídica sabe quem é o indicado e não pode assistir calada e submissa à consumação dessa escolha notoriamente inadequada, contribuindo, com sua omissão, para que a arguição pública do candidato pelo Senado, prevista no artigo 52 da Constituição, seja apenas uma simulação ou "ação entre amigos". É assim que se degradam as instituições e se corrompem os fundamentos da ordem constitucional democrática.

Dalmo de Abreu Dallari, 70, advogado, é professor da Faculdade de Direito da USP. Foi secretário de Negócios do município de São Paulo (administração Luiza Erundina)

sábado, 22 de agosto de 2015

Meninos, eu vi!! - Parte 3

"Helipóptero" do Perrela

Meninos, eu vi!

Eu vi! Eu juro!
Eu vi um Presidente da República pagar 100 mil reais a deputados para que estes votassem o PL a favor de sua reeleição.
Eu vi um livro com farta documentação sobre as Privatizações, que narrava que diversos políticos ganharam muito dinheiro em propina das empresas que participaram do processo.
Eu vi um helicóptero de um deputado, com 450 kg de pasta básica de cocaína.
Eu vi. Um governador de estado mandar construir um aeroporto público em terras de um tio seu e a chave do portão ficava na posse deste tio.
Eu vi um ex-governador morrer em um acidente de avião e este avião após um ano não possui um proprietário!
Eu vi diversos políticos de um partido cujo símbolo é uma ave de bico longo estarem envolvidos em corrupção passiva. Receberam propina de empresas fabricantes de trens e metrôs que deveriam estar instalados na cidade de São Paulo.
Eu vi o nome de um Ministro do STF, em uma tal Lista de Furnas, com outros tantos nomes de políticos, associado a altos valores em reais!
Eu vi um Ministro do STF comprar um apartamento de 1 milhão de dólares nos Estados Unidos e receber uma Nota Fiscal no valor de 10 dólares, no nome de sua empresa irregular por estar no endereço funcional de um funcionário público - Ele!
Eu vi o Presidente do Congresso Nacional ser acusado e denunciado por receber propinas na monta de milhões de reais.

Eu só não vi qualquer destes canalhas ser preso... Não. Isso eu não vi!!
Mas gostaria muito de ver....

terça-feira, 31 de julho de 2012

Imagem Forte: Cena Explícita de Dupla Canalhice!

Gilmar Mendes & Reinaldo Azevedo

Em caso de overdose, provoque o vômito! De preferência sobre uma Revista VEJA com o Gilmar Mendes na capa...

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Gilmar Mendes - O Ministro do Grampo Sem Áudio - é Contra a Divulgação de Escutas da PF

De Ilimar Franco / O Globo

Gilmar e o PT

Reação do ministro Gilmar Mendes (STF) ao documento da assessoria do PT sobre os citados na investigação da PF: "Não é um fato normal. É coisa de canalha, de gangster mesmo. Passar isso (o conteúdo das escutas da PF) para a mídia é coisa de fascistas. Eles (os petistas) estavam extorquindo o Toffoli e o Fux (ministros do STF). Oprimindo os dois. Estou indignado com essa estória de Berlin. Não vamos tratar como normal o que não é normal. Estamos lidando com bandidos".

Troféu Tite para ele!!!
Fala Muito, Fala Muito!!!

sábado, 2 de junho de 2012

Nelson Jobim: "Não Falo Mais Com Esse Cara!"


Em entrevista ao colunista Jorge Bastos Moreno, do Globo, ex-ministro da Justiça, Nélson Jobim, afirma ter rompido definitivamente a amizade com o ministro do STF, Gilmar Mendes; Moreno é o mesmo que via duplo sentido no desmentido de Jobim em relação à reportagem de Veja
Uma semana atrás, o colunista Jorge Bastos Moreno, do jornal O Globo, foi o primeiro a contestar o desmentido de Nélson Jobim sobre o teor da conversa, em seu apartamento, entre o ex-presidente Lula e o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Moreno via certo “duplo sentido” na negativa de Jobim a respeito da suposta chantagem exercida por Lula sobre Gilmar. Ou seja, ele negava, mas não negava.
Neste sábado, o jornal O Globo publica entrevista de Jobim ao próprio Moreno, onde o ex-ministro da Justiça não economiza palavras para deixar clara a sua posição. “Não falo mais com esse cara! Depois do que ele fez, não quero mais conversa!”, disse o ex-ministro da Justiça, sobre Gilmar.
Jobim e Gilmar eram parceiros num projeto comum, de resgate da memória da Constituinte, que proclamou a Constituição brasileira pós-redemocratização, em 1988. Os dois teriam um encontro para tratar do assunto na última segunda-feira, que foi desmarcado diante da polêmica criada pela reportagem de Veja, a quem Jobim só aceitou falar a pedido de José Serra.
Eis, abaixo, o diálogo entre Nélson Jobim e Jorge Bastos Moreno:
- Acabou! Não tem mais sentido esse projeto! – disse Jobim.
- Por quê?
- Não, não, acabou! Não falo mais com esse cara! Depois do que ele fez não tem mais conversa!
- Mas os senhores eram tão amigos!
- E esse assunto acabou! Não falo mais sobre isso!
- Dizem que o senhor teria confirmado tudo a amigos – disse Moreno.
- Não quero saber disso. Esquece. Eles que são brancos que se entendam! – respondeu um quase já estourado Nélson Jobim.
Moreno já desistiu da tese do duplo sentido. Veja ainda insiste. Num texto intitulado “Jobim mata a cobra mas não mostra o pau”, a revista recorreu ao ex-presidente americano Lyndon Johnson: “A coisa mais importante que um homem tem para lhe dizer é o que ele está tentando não dizer.”
Jobim, aparentemente, já disse tudo.

Fonte: Brasil 247

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Bob Fernandes Explica o Óbvio!

É simples, né?

Entrevista de GilMALA MENTEs na Globo News

Repugnante!

Senador Humberto Costa em Discursa em Apoio a Lula

Muito bom e contundente!

Dalmo Dallari Previu a Degradação do Judiciário por Culpa de Gilmar Mendes Há 10 Anos


Degradação do Judiciário
DALMO DE ABREU DALLARI
FSP - 8 de Maio de 2002

Nenhum Estado moderno pode ser considerado democrático e civilizado se não tiver um Poder Judiciário independente e imparcial, que tome por parâmetro máximo a Constituição e que tenha condições efetivas para impedir arbitrariedades e corrupção, assegurando, desse modo, os direitos consagrados nos dispositivos constitucionais.
Sem o respeito aos direitos e aos órgãos e instituições encarregados de protegê-los, o que resta é a lei do mais forte, do mais atrevido, do mais astucioso, do mais oportunista, do mais demagogo, do mais distanciado da ética.
Essas considerações, que apenas reproduzem e sintetizam o que tem sido afirmado e reafirmado por todos os teóricos do Estado democrático de Direito, são necessárias e oportunas em face da notícia de que o presidente da República, com afoiteza e imprudência muito estranhas, encaminhou ao Senado uma indicação para membro do Supremo Tribunal Federal, que pode ser considerada verdadeira declaração de guerra do Poder Executivo federal ao Poder Judiciário, ao Ministério Público, à Ordem dos Advogados do Brasil e a toda a comunidade jurídica.
Se essa indicação vier a ser aprovada pelo Senado, não há exagero em afirmar que estarão correndo sério risco a proteção dos direitos no Brasil, o combate à corrupção e a própria normalidade constitucional. Por isso é necessário chamar a atenção para alguns fatos graves, a fim de que o povo e a imprensa fiquem vigilantes e exijam das autoridades o cumprimento rigoroso e honesto de suas atribuições constitucionais, com a firmeza e transparência indispensáveis num sistema democrático.
Segundo vem sendo divulgado por vários órgãos da imprensa, estaria sendo montada uma grande operação para anular o Supremo Tribunal Federal, tornando-o completamente submisso ao atual chefe do Executivo, mesmo depois do término de seu mandato. Um sinal dessa investida seria a indicação, agora concretizada, do atual advogado-geral da União, Gilmar Mendes, alto funcionário subordinado ao presidente da República, para a próxima vaga na Suprema Corte. Além da estranha afoiteza do presidente -pois a indicação foi noticiada antes que se formalizasse a abertura da vaga-, o nome indicado está longe de preencher os requisitos necessários para que alguém seja membro da mais alta corte do país.
É oportuno lembrar que o STF dá a última palavra sobre a constitucionalidade das leis e dos atos das autoridades públicas e terá papel fundamental na promoção da responsabilidade do presidente da República pela prática de ilegalidades e corrupção.



A comunidade jurídica sabe quem é o indicado e não pode assistir calada e submissa à consumação dessa escolha inadequada

É importante assinalar que aquele alto funcionário do Executivo especializou-se em "inventar" soluções jurídicas no interesse do governo. Ele foi assessor muito próximo do ex-presidente Collor, que nunca se notabilizou pelo respeito ao direito. Já no governo Fernando Henrique, o mesmo dr. Gilmar Mendes, que pertence ao Ministério Público da União, aparece assessorando o ministro da Justiça Nelson Jobim, na tentativa de anular a demarcação de áreas indígenas. Alegando inconstitucionalidade, duas vezes negada pelo STF, "inventaram" uma tese jurídica, que serviu de base para um decreto do presidente Fernando Henrique revogando o decreto em que se baseavam as demarcações. Mais recentemente, o advogado-geral da União, derrotado no Judiciário em outro caso, recomendou aos órgãos da administração que não cumprissem decisões judiciais.
Medidas desse tipo, propostas e adotadas por sugestão do advogado-geral da União, muitas vezes eram claramente inconstitucionais e deram fundamento para a concessão de liminares e decisões de juízes e tribunais, contra atos de autoridades federais.
Indignado com essas derrotas judiciais, o dr. Gilmar Mendes fez inúmeros pronunciamentos pela imprensa, agredindo grosseiramente juízes e tribunais, o que culminou com sua afirmação textual de que o sistema judiciário brasileiro é um "manicômio judiciário".
Obviamente isso ofendeu gravemente a todos os juízes brasileiros ciosos de sua dignidade, o que ficou claramente expresso em artigo publicado no "Informe", veículo de divulgação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (edição 107, dezembro de 2001). Num texto sereno e objetivo, significativamente intitulado "Manicômio Judiciário" e assinado pelo presidente daquele tribunal, observa-se que "não são decisões injustas que causam a irritação, a iracúndia, a irritabilidade do advogado-geral da União, mas as decisões contrárias às medidas do Poder Executivo".
E não faltaram injúrias aos advogados, pois, na opinião do dr. Gilmar Mendes, toda liminar concedida contra ato do governo federal é produto de conluio corrupto entre advogados e juízes, sócios na "indústria de liminares".
A par desse desrespeito pelas instituições jurídicas, existe mais um problema ético. Revelou a revista "Época" (22/4/ 02, pág. 40) que a chefia da Advocacia Geral da União, isso é, o dr. Gilmar Mendes, pagou R$ 32.400 ao Instituto Brasiliense de Direito Público - do qual o mesmo dr. Gilmar Mendes é um dos proprietários - para que seus subordinados lá fizessem cursos. Isso é contrário à ética e à probidade administrativa, estando muito longe de se enquadrar na "reputação ilibada", exigida pelo artigo 101 da Constituição, para que alguém integre o Supremo.
A comunidade jurídica sabe quem é o indicado e não pode assistir calada e submissa à consumação dessa escolha notoriamente inadequada, contribuindo, com sua omissão, para que a arguição pública do candidato pelo Senado, prevista no artigo 52 da Constituição, seja apenas uma simulação ou "ação entre amigos". É assim que se degradam as instituições e se corrompem os fundamentos da ordem constitucional democrática.


Dalmo de Abreu Dallari, 70, advogado, é professor da Faculdade de Direito da USP. Foi secretário de Negócios do município de São Paulo (administração Luiza Erundina).


Fonte: Sidnei Pires no Facebook

A Imprensa Paulista e os Crimes de Lula

Qualquer informação, comunicar à VEJA, ou à FSP...

Lista de Crimes Segundo a Imprensa Paulista

1 - Assédio Moral e Chantagem a um Ministro do Supremo Tribunal Federal.

2 - Líder do Mensalão.

3 - Tentar abortar um Bebê de sua Ex Miriam Cordeiro.

4 - Assédio Sexual a um militante quando encontrava-se preso durante a Ditadura.

5 - Diversos Crimes Eleitorais.

E ainda não foi preso????? Nem um Ministro do STF pode dar ordem de prisão imediata no momento da chantagem????? Havia duas testemunhas no momento... Por que não????

Essa Imprensa Paulista.... É risível! Trafega entre a piada e a má fé dolosa...

domingo, 27 de maio de 2012

Reinaldo Azevedo: Isso é Desespero ou Surto Psiquiátrico!?

Direto do Blog do Reinaldo Azevedo

Esse cara deveria ser preso. Mesmo a falcatrua sendo desmentida, ele insiste. Observem o tom de desespero no texto com o "Espalhem a verdade na rede"!
O interessante é que o "mais grave do que o mensalão" não deu chamada de capa na VEJA... Apenas uma nota na parte superior da revista...
O tapuru* está surtado! Procurem um psiquiatra para ele...

*Tapuru: Pernambucanismo. Larva de Mosca que infesta o interior de frutas como goiaba. 

Relembrando Joaquim Barbosa...

Mais uma do Canalha...

Gilmar Mendes e o Clube dos Mentirosos

ebhcr.jpg
Tem vaga para mais gente, Reinaldo Azevedo!
Arte @erimonatto

VEJA Consegue o Impossível. Baixar o Nível Mais Ainda!


E ainda tem gente que continua acreditando nela...

sábado, 24 de dezembro de 2011

E da Lama Surge Uma Pérola!!!!

Mariângela Gallucci, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - A crise no Judiciário não opõe apenas a corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, e as associações representativas de juízes. Ministro do Supremo Tribunal Federal e ex-presidente da Corte e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Gilmar Mendes criticou na sexta-feira, 23, as decisões isoladas tomadas por integrantes do Supremo que estancaram as ações investigativas da corregedoria nos Estados.
Gilmar Mendes: ‘Soluções nas liminares no final do ano são atípicas e heterodoxas’ - Dida Sampaio/AE - 28/09/2011
Dida Sampaio/AE - 28/09/2011
Gilmar Mendes: ‘Soluções nas liminares no final do ano são atípicas e heterodoxas’
Em entrevista ao Estado, Mendes afirmou que é necessário disciplinar a concessão de liminares por integrantes da Corte no último dia de trabalho antes do recesso do Judiciário. "As soluções nas liminares no final do ano são atípicas e heterodoxas", criticou Mendes. "É uma questão de ordem que precisamos discutir."
Na segunda-feira passada, último dia de funcionamento do STF neste ano, os ministros Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski atenderam a pedidos de associações de magistrados e deram liminares que levaram à suspensão de investigações do CNJ. Agora, somente em fevereiro do ano que vem, quando o Supremo voltar do recesso, o relator do caso, Joaquim Barbosa, voltará a examinar a questão. A liminar atende a um pedido de associações de magistrados.
Na quarta-feira, o jornal Folha de S.Paulo mostrou que Lewandowski havia recebido pagamentos que estariam sendo investigados pela corregedoria do CNJ quando ele ainda fazia parte do TJ do Estado de São Paulo.
A informação colocou o ministro sob suspeição para analisar o pedido de liminar, já que a devassa no tribunal paulista havia começado em novembro. Cezar Peluso, presidente do STF, defendeu a concessão da liminar e, em nota, atacou o CNJ sugerindo que magistrados haviam tido seus sigilos quebrados.
Como resposta, na quinta-feira, 22, a corregedora Eliana Calmon disse que por trás da crise está um movimento corporativista para enfraquecer os poderes investigativos do CNJ. Na outra ponta da batalha, as associações de magistrados decidiram pedir formalmente que a corregedora seja investigada por suspeita de quebra de sigilos de juízes.
Plenário. 
Para Mendes, toda a crise poderia ter sido evitada. "O plenário (do STF) deveria ter decidido isso (os pedidos de liminares). Estava em pauta. Somente um fato superveniente justificaria a concessão da liminar (pelo relator). Criou-se esse clima emocional em torno do tema", afirmou Mendes. De acordo com o ministro, liminares em ações diretas de inconstitucionalidade somente devem ser concedidas pelo relator em situações de extrema urgência, ainda mais no último dia de funcionamento do Judiciário.
Fonte: Estadão

terça-feira, 25 de outubro de 2011

sábado, 11 de junho de 2011

Mais um Capacho da Direita BraZileira

Caros amigos e amigas.

Leiam a declaração do ex-supremo presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, após o julgamento do HERÓI ATIVISTA BATTISTI:

"O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes criticou duramente o posicionamento da Corte na decisão sobre manter o ex-ativista italiano Cesare Battisti no País. De acordo com ele, o Supremo saiu diminuído neste episódio. Para o ministro, o posicionamento de simplesmente acatar a decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva beira ao "presidencialismo imperial". "Como eu disse no meu voto, nós viramos um clube 'lítero-poético-recreativo'. Imagino que isso terá consequências no futuro. Haverá um tipo de organização para impedir extradições."

O idiota esqueceu que o STF foi, de fato, "diminuído", quando ele próprio foi indicado para ser um ministro (?) desta corte, diga-se de passagem, indicado por um outro imbecil - o pré-finado FHC.
A besta foi "voto vencido", a tese dele foi derrotada pelos seus colegas, mas ele não se conforma porque ele "pensa" que apenas ele é o dono da verdade inquestionável. Além do mais, terminado o julgamento, OS DERROTADOS DEVEM FICAR CALADOS E ACEITAR A DECISÃO DA MAIORIA. Coisa que o imbecil não aceita.
Battisti, antes de vir para o Brasil, viveu na França durante DEZ ANOS, livre, solto, trabalhando e sem ser importunado, mas bastou vir para o Brasil para o corrupto governo italiano pedir a sua cabeça.
Esta foi mais uma manifestação do "capacho" da elite braZileira, para a qual ele tem a incumbência de "limpar os pés sujos".
Daniel Dantas que o diga...

Renato de La Rocha - Por E-mail
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)