terça-feira, 22 de março de 2016
Análise do Votaweb Sobre o Impeachment de Dilma para Pernambuco
sábado, 18 de abril de 2015
Luiz Felipe Morais: "A Esquerda tem que fechar com Dilma"
![]() |
| Luiz Felipe Morais |
sexta-feira, 20 de junho de 2014
Dilma Rousseff : Coração Valente
terça-feira, 24 de setembro de 2013
Dilma Discursa na ONU
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Dilma e a Concessão dos Aeroportos
domingo, 18 de setembro de 2011
Aos de Memória Curta
Dilma Rousseff chega a Nova York, onde abrirá a Assembleia Geral da ONU
Presidente brasileira deve destacar em seu discurso a necessidade de reconhecimento do estado palestino

Em sua passagem por Nova York, a presidente do Brasil deve destacar o reconhecimento do estado palestino. No discurso, que abre o encontro na ONU, Dilma dirá que passou da hora de o mundo reconhecer a existência do estado palestino. Ignorando o desconforto que o apoio explícito pode criar entre americanos e israelenses, a presidente pretende reforçar a posição de líder internacional que o Brasil busca.
E ainda tem que acredite nesta Direita Escrota! E agora, você que divulgou este e-mail, não se sente um canalha mentiroso? Não, né? Normal!
terça-feira, 26 de abril de 2011
Cadê o Balanço dos 100 dias de Alckmin?

Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr
Toda mídia deu balanço dos 100 dias de governo Dilma a seu modo, críticos, carregando nas tintas da cobrança e da oposição. Mas à exceção do Valor Econômico - que deu 100 dias dos novos governos nos principais Estados - nenhum jornalão fez balanços mais aprofundados dos governos tucanos de Alckmin e Anastasia.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Entrevista do Torturador da Presidenta Dilma Rousseff
O torturador da presidenta Dilma, tenente-coronel Maurício Lopes Lima não permitiu que se fizesse foto atual dele, mas o IG reproduziu uma fotografia do fardado de décadas passadasHá coisas que passam pelas vistas dos leitores e eles ignoram. Às vezes são publicadas determinadas entrevistas pela mídia e não se sabe por que não repercutem como deveriam. A entrevista de um oficial do Exército brasileiro que torturou a presidenta Dilma foi um desses assuntos que poucos comentaram. Por que? Afinal aquele homem foi acusado pelo Ministério Público Federal de participar da morte de seis presos políticos e torturar outras 20 pessoas, entre elas a presidenta Dilma Rousseff. Falamos do tenente-coronel reformado do Exército Maurício Lopes Lima que descreve a violência nos porões da ditadura como algo “corriqueiro”. Na mesma semana em que o presidente Luís Inácio Lula da Silva declarou que o torturador de sua sucessora hoje deveria estar se torturando, a reportagem do iG encontrou o militar levando uma vida de sombra, sol e água fresca na praia das Astúrias, no Guarujá em São Paulo.
Hoje aposentado (reformado), ele fala tranquilamente sobre os acontecimentos relatados em 39 documentos que serviram de base para a ação civil pública ajuizada na 4ª Vara Cível contra ele. Questionado sobre o uso da tortura nos interrogatórios, comentou: “Era a coisa mais corriqueira que tinha”, afirmou. Embora negue ter torturado Dilma, ele admite que teve contato com a presidenta eleita. Diz que na época não podia sequer imaginar que a veria na Presidência. “Se soubesse naquela época que ela seria presidenta teria pedido: “Anota meu nome aí. Eu sou bonzinho”, afirmou.
A ação aberta contra Lima e os demais acusados – dois ex-militares e um ex-policial civil – se refere ao período entre 1969 e 1970, quando Lima e outros três acusados integraram a equipe da Operação Bandeirante e do DOI-Codi, ambos protagonistas da repressão política durante a ditadura militar (1964-1985). Entre os documentos, está um depoimento de Dilma à Justiça Militar, em 1970, no qual ela pede a impugnação de Lima como testemunha de acusação, alegando que o então capitão do Exército era torturador e, portanto, não poderia testemunhar.
“Pelos nomes conhece apenas a testemunha Maurício Lopes Lima, sendo que não pode ser considerada a testemunha como tal, visto que ele foi um dos torturadores da Operação Bandeirante”, diz o depoimento de Dilma. Na época com 22 anos, a hoje presidenta eleita foi presa por integrar a organização de esquerda VAR-Palmares. No mesmo depoimento Dilma acusa dois homens da equipe de Lima de ameaçá-la de novas torturas quando ela já havia sido transferida para o presídio Tiradentes. Ela teria questionado se eles tinham autorização judicial para estarem ali e recebido a seguinte resposta: “Você vai ver o que é juiz lá na Operação Bandeirante”.
Outros depoimentos deixam mais evidente a ação do militar, como o do frade dominicano Tito de Alencar Lima, o Frei Tito, que descreve em detalhes como foi colocado no pau-de-arara e torturado por uma equipe de seis homens liderados por Lima. “O capitão Maurício veio buscar-me em companhia de dois policiais e disse-me: “Você agora vai conhecer a sucursal do inferno”, diz um trecho do depoimento, no qual ele diz ter recebido choques elétricos e “telefones” (tapas na orelha), entre outras agressões.
O então capitão do Exército é acusado também de ter participado da morte de Vírgilio Gomes da Silva, o “Jonas” da ALN, outra organização de esquerda que defendia a luta armada. Líder do sequestro do embaixador dos EUA Charles Elbrick, Virgílio foi assassinado no DOI-Codi, conforme admitiu oficialmente o Exército em 2009. Lima nega todas as acusações. Leia abaixo trechos da entrevista concedida por Lima ao iG:
Como era chegar em casa e pensar que uma moça como a Dilma, de vinte e poucos anos, havia sido torturada?
Nunca comentei isso com ninguém, mas desenvolvi um processo interessante. Eu não voltava mais para casa, pois achava que podia morrer a qualquer momento. Me isolei dos amigos e das pessoas que gostava. O quanto mais pudesse ficar longe melhor. Era uma fuga.
O senhor fugia do que?
De uma realidade. Eu sabia que ia morrer. Minha mulher estudava história na USP. Ela soube por terceiros que eu estava no DOI-Codi. As colegas dela todas presas.
Então não era a tortura que o incomodava?
É como um curso na selva. No primeiro dia você vê cobras em todo canto. No terceiro dia você toma cuidado. Depois do décimo dia passa um cobra na sua frente e você chuta. É adaptação.
Se tornou uma coisa banal?
Sim.
E hoje em dia o que o senhor pensa daquilo?
Penso que só é torturado quem quer. Agi certo. Arrisquei minha vida. Não tive medo. Não tremi, não. E não torturei ninguém. Pertenci a uma organização triste, sim. O DOI-Codi, a Operação Bandeirante eram grupos tristes.
O senhor está pesquisando no projeto Brasil Nunca Mais para preparar sua defesa?
Sim. Primeiro porque não sei quem falou. Uns me citam, outros “ouvi dizer”.
O MPF cita sua participação em torturas contra 16 pessoas.
É. Outro que me deixa fulo da vida é o Diógenes Câmara Arruda (ex-dirigente do PCB preso na mesma época que Dilma). Ele faz a minha ligação como torturador dele e o CCC (Comando de Caça aos Comunistas, grupo de extrema direita que atuou nas décadas de 60 e 70). Eu tinha uma bronca desgraçada do CCC. Me referia a eles como “aqueles moleques chutadores de porta de garagem”. É o que eles eram. Nunca tive nada com o CCC.
O senhor também é acusado de participar da morte do Virgílio Gomes da Silva (o “Jonas” da ALN, morto no DOI-Codi em 29 de setembro de 1969).
Me acusam de ter matado o Virgílio e de ter torturado o filhinho dele (então com quatro meses de idade). Eu não estava lá e demonstro para quem quiser ver (se levanta e pega um livro do Exército com os registros de todas suas mudanças e transferência ao longo da carreira). Isso são minhas folhas de alterações militares. Pode olhar aí. Fui transferido para a Operação Bandeirante no dia 3 de outubro. O Virgílio foi morto no dia 29 de setembro.
Não havia entre os militares a questão moral de que a tortura desrespeita os direitos humanos?
A tortura diz respeito a direitos humanos e o terrorismo também.
Um erro justifica o outro?
Estão ligados. Tortura no Brasil era a coisa mais corriqueira que tinha. Toda delegacia tinha seu pau-de-arara. Dizer que não houve tortura é mentira, mas dizer que todo delegado torturava também é mentira. Dependia da índole. As acusações não podem ser jogadas ao léu. Têm que ser específicas. Eu sei quem torturava e não era só no DOI-Codi, era no Dops também. Mas eu saber não quer dizer que eu possa impedir e nem que eu torturasse também. A tortura é válida para trocar tempo por ação.
Quem torturava?
O maior de todos eles já morreu e não dá para falar dos mortos.
Alguma vez o senhor contestou a prática de tortura no DOI-Codi?
Não porque existia um responsável maior, o comandante do DOI-Codi. Eu fiz a minha parte. Se eu fosse mandado torturar, não torturaria. Outros não. O Fleury (delegado Sérgio Paranhos Fleury), por exemplo, até dava um sorriso.
Caros amigos, foram colocados apenas trechos dessa entrevista para não chocá-los. Agora vocês tirem suas conclusões sobre o caráter desse fardado.
Bom fim de semana!
Nota: A entrevista ficou disponível no Portal IG em 28/11/2010
terça-feira, 19 de abril de 2011
Caiu a Ficha do PIG - Dilma é Para Oito Anos
Caiu a Ficha do PIG
Opinião dO Cachete:
"Enganou a nós" quem, cara pálida!??? Vai fazer "Mea Culpa", agora?
Olavo de Carvalho - Um Canalha Fazendo Canalhice
terça-feira, 5 de abril de 2011
Lula e Dilma na Campanha de Barack Obama
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Dilma é Aprovada por 73% da População, diz Ibope
Rodrigo Durão Coelho - BBC Brasil
Opinião dO Cachete:
Eles continuam unidos! A turma da Kombi, que depois virou a Turma do Novo Uno, está sempre unida nos 5% desde a Era Lula. E seguirão assim enquanto houver um Governo Popular e Progressista no Brasil. Mas isso não depende deles, não é?
terça-feira, 22 de março de 2011
Classe C Chega a 101 Milhões de Brasileiros, diz Pesquisa
Pirâmide social muda de formato e vira losango.

De acordo com a pesquisa, houve aumento da renda média dos brasileiros de todas as classes e regiões. Alta que se mostrou mais acentuada nas classes DE, cuja renda familiar média declarada pelos pesquisados ficou em R$ 809 - 48,44% maior do que em 2005. Os brasileiros da classe AB tiveram renda média de R$ 2.983 e os da C de R$ 1.338.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Dilma na Folha de São Paulo - Minha Opinião Não é Única!
André Lux (Blogueiro - O Cachete) disse...
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Dilma e sua Militância... Tenho Pena da Presidenta!
domingo, 23 de janeiro de 2011
Democracy Now Sobre Dilma Roussef
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Lobo é o Único Líder Latino-americano não Convidado para Posse de Dilma
"Não foi convidado porque simplesmente não é reconhecido como presidente pelo Governo brasileiro", disse à Agência Efe um porta-voz da chancelaria, quem acrescentou que os demais dos governantes da região receberam convites.
O Brasil congelou suas relações diplomáticas com Honduras em 28 de junho de 2009, imediatamente após o golpe de Estado contra o então presidente, Manuel Zelaya, a quem inclusive abrigou em sua embaixada em Tegucigalpa durante três meses, quando este decidiu retornar de surpresa ao país.
Zelaya deixou Honduras em 27 de janeiro, mesmo dia da posse de Lobo, e desde então reside na República Dominicana como "hóspede".
O ex-líder é acusado de abuso de autoridade e outros delitos vinculados aos atos de corrupção, o qual sustenta que faz parte de uma "perseguição política" que impede retornar a Honduras.
O Governo brasileiro, que desconheceu tanto o processo eleitoral que levou à vitória de Porfirio Lobo quanto a legitimidade do atual líder hondurenho, disse que só poderá normalizar suas relações com Honduras uma vez que Zelaya retorne a seu país com "garantias plenas" que não haverá "ameaças a sua liberdade".
Além disso, Brasil é um dos países que mantém sua oposição à readmissão de Honduras na Organização dos Estados Americanos (OEA) e chegou a condicionar sua participação em diversas cúpulas regionais a que Lobo não fosse convidado.
Opinião dO Cachete:
Mais um show de coerência dos Governos Lula e Dilma! Sinto um misto de saudade do antigo e felicidade pelo novo. Mas "O novo sempre vem...". Valeu Lula! Sucesso, Dilma!
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
VEJA Edição Extra - Uma Vitória de Todos os Brasileiros

(Foto:Manoel Marques)
Esta Edição Extra de VEJA comemora a eleição de Dilma Rousseff, narra sua trajetória de vida, suas aventuras e desventuras na política, discorre sobre os perigos e desafios da poltrona em que ela vai se sentar a partir de 1º de janeiro de 2011.
Sem nunca ter se candidatado antes a qualquer cargo eletivo, sendo quase desconhecida dos brasileiros até ser nomeada ministra da Casa Civil por Lula em 2005, Dilma Rousseff elegeu-se, no domingo passado, presidente da República do Brasil com 55,7 milhões de votos — 12 milhões a mais do que seu concorrente, José Serra. Dilma tornou-se a primeira mulher eleita para ocupar o mais alto posto da hierarquia política do país.
Foi uma vitória de Dilma. Foi uma vitória do presidente Lula, que, com a força de sua popularidade, abriu caminho para uma candidata cujo desempenho nas urnas foi, no começo, uma incógnita até mesmo para os mais fervorosos partidários. Foi uma vitória de todos os brasileiros, dos candidatos e suas campanhas, que levaram a eleição a ser disputada em dois turnos, fazendo ressurgir a oposição no cenário do país e dando legitimidade ao processo político. Foi um triunfo do “fator bem-estar”, a atmosfera de orgulho, alívio financeiro e esperança criada pelos acertos econômicos e sociais de FHC e Lula, e que favoreceu o voto na continuidade.
Esta edição traz também os principais trechos do primeiro discurso de Dilma Rousseff depois de eleita. O pronunciamento, feito na noite de domingo em Brasília, mostrou uma presidente eleita senhora do lugar que agora ocupa e com plena consciência das prioridades políticas, econômicas e sociais do país. Mas, principalmente, salientou sua fé no papel presidencial de zelar pela Constituição e, consequentemente, pelo respeito aos direitos ali assegurados. Dilma reafirmou o respeito irrestrito à liberdade de expressão e seu reconhecimento de que “as críticas do jornalismo livre ajudam o país e são essenciais aos governos democráticos, apontando erros e trazendo o necessário contraditório”. Um grande começo.
Opinião dO Cachete:
Isso é ser cara de pau!!!! Desculpe, VEJA, mas agora não adianta lamber... A guerra foi declarada!
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O Talvez que Incomodou os Trolls...
Não lembram estes cãezinhos que ela já participou de missões importantes durante a ditadura. Missões estas que, se falhasse, pagaria com a própria vida. Logo, com a frase, colocou a missão de governar o Brasil como uma missão de importância vital para ela. Vale sua própria vida! Sucesso, minha Presidenta!
sexta-feira, 29 de outubro de 2010
Dilma 13 - Uma Homenagem
"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."







