Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.
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sábado, 30 de junho de 2012

Paraguay: Uma Inversão de Discurso com Cuba

Um Canalha Golpista
Digno dos DEMOCRÁPULAS E TUCANALHAS do BRASIL

Atenção Augusto Nunes, Reinaldo Azevedo, Lúcia Hipóllito, Tucanalhas e Demos de plantão! Invertendo o discurso dos senhores sobre Cuba... Já que o Paraguay é o mais novo, fantástico e espetacular exemplo de Democracia das Américas... POR QUE VOCÊS NÃO SE MUDAM PARA LÁ E PARAM DE ENCHER O SACO????

sábado, 14 de abril de 2012

Mensalão: A Maior Barriga da Imprensa Brasileira

Relações Tenebrosas

Observo que a imprensa está em estado de pânico com a abertura da CPI do Cachoeira. Nela será mostrada a farsa que foi o Mensalão e eles terão de fazer o maior MEA CULPA da história deste País! A VEJA faz "cara de paisagem" tentando mostrar que não esta nem aí.e Rede Globo já esperneia e começa a atirar para o "outro lado", agora.
Serão esclarecidos diversos episódios que marcaram a recente história de escândalos do Brasil. O "Grampo Sem Áudio", os Vídeos da "Corrupção dentro dos Correios" e as "Filmagens no Hotel Naum".

Crise midiática! O Mensalão será a maior BARRIGA da mídia brasileira.

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Renato de La Rocha: Demóstenes Ameaça?

Mais um Show do Bessinha

Inesperada e surpreendentemente, ontem, o DEMóstenes Torres compareceu na sessão do Conselho de Ética do Senado. Com muita tranquilidade e frieza, falou que vai "provar a sua inocência" e nada mais. 
Das duas coisas, uma é certa - o cara é um psicopata ou ele tem a "cola presa" de muita gente. Fico com a 2ª opção - ele foi no Conselho para intimidar todos os que foram os seus aliados da quadrilha, como para dizer - se eu cair, todos cairão comigo. Simples assim. 
Não é sem "motivos" que a grande imprensa paulista está nocauteada, especialmente a turma da revista(?) Veja, cujo "dono", um tal de "bob", será um dos primeiros a ser "convocado" para depor na CPMI.

sábado, 7 de abril de 2012

Jarbas Vasconcelos em Defesa de Demóstenes Torres

O Honesto! Blah!

O SR. DEMÓSTENES TORRES (Bloco/DEM – GO) – Agradeço a V. Exª. 
Concedo a palavra ao ilustre Senador Jarbas Vasconcelos. 

O Sr. Jarbas Vasconcelos (Bloco/PMDB – PE. Com revisão do orador.) – Meu caro Senador Demóstenes, levantei o microfone de aparte, porque, embora houvesse um entendimento para não se apartear V. Exª, e já que foi feito um aparte, eu não poderia deixar de falar. V. Exª foi uma das boas surpresas que encontrei no Senado desde que aqui cheguei – e já vou exercendo o meu mandato há seis anos –, pela sua correção, pela sua coragem cívica, pela sua determinação e pela sua grandeza. V. Exª é uma pessoa de imensa grandeza. Talvez por isso mesmo tenha merecido destaque por parte da imprensa, que, notando seu nome em um inquérito vazado pela Polícia Federal, deu destaque a uma denúncia que não lhe envolve, diz respeito apenas à pessoa a que V. Exª já se referiu na tribuna. Primeiro, Senador, V. Exª foge hoje ao comum, ao tradicional. A classe política hoje, quando é acusada – um Senador, um Deputado Federal ou Estadual, um Vereador, um Prefeito ou um Governador de Estado –, a primeira coisa que faz é dizer que está sendo perseguida pela imprensa. Hoje, dificilmente, uma pessoa faz isto que V. Exª fez: ir à tribuna para esclarecer o assunto. Vossa Excelência informa a esta Casa que tem amizade pessoal com o investigado, não nega – é um gesto de grandeza de V. Exª –, mas isso não significa que tenha qualquer envolvimento ilícito com o acusado, o Sr. Carlos Cachoeira. De forma que V. Exª hoje esclarece – V. Exª não se defende; V. Exª esclarece – não só a seus companheiros, a seus amigos e amigas do Senado da República, como também ao seu Estado e à opinião pública, o que era completamente desnecessário para quem o conhece e sabe da sua correção, da sua altivez. V. Exª não poderia cumprir o papel que cumpre aqui dentro do Senado e fora dele, se tivesse “rabo de palha”. V. Exª faz tudo que faz, porque sua vida é um livro aberto, como V. Exª reafirmou da tribuna. De forma que eram desnecessários os apartes, como este meu, porque eu o conheço e sei que V. Exª representa uma exceção nesse quadro de profunda mediocridade em que vive o Brasil dos dias de hoje. Por isso foi importante ter ido à tribuna. V. Exª pode contar – desnecessário dizer – não só com a minha amizade, mas também, e sobretudo, com a minha admiração e com meu profundo respeito pela sua atuação. 

O SR. DEMÓSTENES TORRES (Bloco/DEM – GO) – Agradeço a V. Exª, Senador Jarbas Vasconcelos.

Opinião dO Cachete:
É nisso no que está se transformando a política brasileira. Um pardieiro de comadres que se defendem mutuamente para sua autopreservação e fazem a festa com dinheiro público. Tudo às nossas custas! Depois da aliança entre PC do B e PSDB em Olinda podemos esperar de tudo, agora! Bando de canalhas!

terça-feira, 3 de abril de 2012

Vídeo do Agripino Maia e sua Pérola "O DEM tem uma história clara de não convivência com a ética!"

Ele é muito ruim! Dá até pena... Não, não dá...

Apenas para confirmar o post anterior!

Agripino Maia: "O DEM Tem Uma História Clara de Não Convivência Com a Ética!"

"O DEM tem uma história clara de não convivência com a ética!"

A Globo News exibiu imagens agora a noite (03-04-2012), na qual o Presidente do DEM Agripino Maia declara que o seu partido tem uma história clara de não convivência com a ética. Óbvio que foi rapidamente socorrido pelo âncora dizendo que foi um ato falho. Se foi ato falho chamem Freud. Há algo a ser descoberto por trás deste ato falho de Agripino Maia, afinal ele apenas é denunciado pelo Ministério Público de seu estado por ter recebido dinheiro via caixa II nas últimas campanhas. Ato falho em um partido que teve um governador e um vice renunciando ao mandato por corrupção filmada em Brasília há poucos anos. Um partido que teve ACM malvadeza e abriga integrantes da UDR, realmente não pode ter um histórico de conviver com a ética. Demóstenes Torres deixou o partido hoje , quem sabe até amanhã ele nos mostre ainda mais quem é o DEM, seus apoiadores e colaboradores. Ainda na própria Globo News, um dos comentaristas afirmou que o congresso se encontra em polvorosa, pois as relações de Demóstenes e Cachoeira envolvem muitos outros políticos. Evidentemente não noticiaram que o governador de Goiás Marconi Perilo do PSDB mandou recolher todas as revistas Carta Capita distribuídas naquele estado no último final de semana. O mesmo âncora, apresentador do Globo News Em Pauta, que noticiou a declaração com imagens do Senador Agripino Maia, informou no mesmo programa que recebeu uma ligação do assessor de imprensa do DEM dizendo que Agripino Maia disse na realidade que o partido (DEM) tem uma história clara de não convivência com a aética. A pergunta que não cala, o apresentador, a produção jornalística da Globo News e todos nós telespectadores estamos fracos em interpretações ou o Senador Agripino Maia é que se expressa mal mesmo? A imagem poderia ser exibida mais algumas vezes, quem sabe nos convenceremos que Agripino Maia e o DEM é que estão certos. Pelo menos linguisticamente!


Opinião dO Cachete:
Percebeu isso quando, Senador? Foi difícil chegar a esta conclusão? Incrível isso, não?

Dizem os psicólogos que "Um ato falho é um ato perfeito!". Eu concordo!

sábado, 22 de outubro de 2011

Arthur Virgílio e o Desejo que não se Realizou...

Chora, Bebê!
No artigo "A Casa Está Caindo!", o ex-senador, ex-líder do PSDB e "excroque" (peço licença poética para a grafia errada da palavra escroque) Arthur Virgílio tenta expressar mais que um desejo. Nota-se tesão em suas palavras quando se refere à demissão do  Ministro Orlando Silva. Mas "Um Poste Chamado Dilma" descarregou uma saraivada elétrica no Pasquim dos Civita e na urubuzada carniceira DEMOPSDBista e a casa realmente caiu... para eles... Tristeza, na oposição! "Ladrão que apoia ladrão, também vai para o camburão" (acabei de inventar! Direitos autorais reservados... hehehehe). O jeito, é chorar novamente, Reizinho....

Acho que dessa vez o Arthurzinho vai deixar de me seguir no Twitter...

Ah, depois de tanto EX, o Arthurzinho está assinando o artigo como DIPLOMATA.... Piada pronta, não?

domingo, 16 de outubro de 2011

Corrupção: Para Quem Ainda Não Sabia...


Hipócritas!

Os que encabeçam a lista são os que mais pregam o discurso da moral e dos bons costumes. Como dizia Jesus de Narazeth, são sepulcros caiados...

domingo, 18 de setembro de 2011

Receita de Como Criar um Partido de Direita


Assim é fácil...

Video engolido do Blog Terror do Nordeste

O Novo Golpe da Direita


Agente Duplo
Quer luz? Te agarra com um poste!

Estranha a aproximação da Senadora Kátia Abreu (DEM/TO) da Presidenta Dilma? Não! É o novo golpe da direita. Colar na Dilma para separá-la da militância e gerar ciúmes no PT. Abre o olho, Dilma!!! Passarinho que acompanha morcego, dorme de cabeça para baixo!

sexta-feira, 18 de março de 2011

Roberto Arruda Chuta o Balde na VEJA

José Roberto Arruda: "Joguei o jogo da política brasileira" 
José Roberto Arruda: "Joguei o jogo da política brasileira" (Agência Brasil)


Arruda diz que ajudou líderes do DEM a captar dinheiro.
Segundo o ex-governador, dinheiro da quadrilha que atuava em Brasília alimentou campanhas de ex-colegas como José Agripino Maia e Demóstenes Torres

José Roberto Arruda foi expulso do DEM, perdeu o mandato de governador e passou dois meses encarcerado na sede da Polícia Federal (PF), em Brasília, depois de realizada a Operação Caixa de Pandora, que descobriu uma esquema de arrecadação e distribuição de propina na capital do país. Filmado recebendo 50 mil reais de Durval Barbosa, o operador que gravou os vídeos de corrupção, Arruda admite que errou gravemente, mas pondera que nada fez de diferente da maioria dos políticos brasileiros: “Dancei a música que tocava no baile”.

Em entrevista a VEJA, o ex-governador parte para o contra-ataque contra ex-colegas de partido. Acusa-os de receber recursos da quadrilha que atuava no DF. E sugere que o dinheiro era ilegal. Entre os beneficiários estariam o atual presidente do DEM, José Agripino Maia (RN), e o líder da legenda no Senado, Demóstenes Torres (GO). A seguir, os principais trechos da entrevista: 

O senhor é corrupto?
Infelizmente, joguei o jogo da política brasileira. As empresas e os lobistas ajudam nas campanhas para terem retorno, por meio de facilidades na obtenção de contratos com o governo ou outros negócios vantajosos. Ninguém se elege pela força de suas ideias, mas pelo tamanho do bolso. É preciso de muito dinheiro para aparecer bem no programa de TV. E as campanhas se reduziram a isso.

O senhor ajudou políticos do seu ex-partido, o DEM?
Assim que veio a público o meu caso, as mesmas pessoas que me bajulavam e recebiam a minha ajuda foram à imprensa dar declarações me enxovalhando. Não quiseram nem me ouvir. Pessoas que se beneficiaram largamente do meu mandato. Grande parte dos que receberam ajuda minha comportaram-se como vestais paridas. Foram desleais comigo.

Como o senhor ajudou o partido?
Eu era o único governador do DEM. Recebia pedidos de todos os estados. Todos os pedidos eu procurei atender. E atendi dos pequenos favores aos financiamentos de campanha. Ajudei todos.

O que senhor quer dizer com “pequenos favores”?
Nomear afilhados políticos, conseguir avião para viagens, pagar programas de TV, receber empresários.

E o financiamento?
Deixo claro: todas as ajudas foram para o partido, com financiamento de campanha ou propaganda de TV. Tudo sempre feito com o aval do deputado Rodrigo Maia (então presidente do DEM).
De que modo o senhor conseguia o dinheiro?
Como governador, tinha um excelente relacionamento com os grandes empresários. Usei essa influência para ajudar meu partido, nunca em proveito próprio. Pedia ajuda a esses empresários: “Dizia: ‘Olha, você sabe que eu nunca pedi propina, mas preciso de tal favor para o partido’”. Eles sempre ajudaram. Fiz o que todas as lideranças políticas fazem. Era minha obrigação como único governador eleito do DEM.

Esse dinheiro era declarado?
Isso somente o presidente do partido pode responder. Se era oficialmente ou não, é um problema do DEM. Eu não entrava em minúcias. Não acompanhava os detalhes, não pegava em dinheiro. Encaminhava à liderança que havia feito o pedido.

Quais líderes do partido foram hipócritas no seu caso?
A maioria. Os senadores Demóstenes Torres e José Agripino Maia, por exemplo, não hesitaram em me esculhambar. Via aquilo na TV e achava engraçado: até outro dia batiam à minha porta pedindo ajuda! Em 2008, o senador Agripino veio à minha casa pedir 150 mil reais para a campanha da sua candidata à prefeitura de Natal, Micarla de Sousa (PV). Eu ajudei, e até a Micarla veio aqui me agradecer depois de eleita. O senador Demóstenes me procurou certa vez, pedindo que eu contratasse no governo uma empresa de cobrança de contas atrasadas. O deputado Ronaldo Caiado, outro que foi implacável comigo, levou-me um empresário do setor de transportes, que queria conseguir linhas em Brasília.

O senhor ajudou mais algum deputado?
O próprio Rodrigo Maia, claro. Consegui recursos para a candidata à prefeita dele e do Cesar Maia no Rio, em 2008. Também obtive doações para a candidatura de ACM Neto à prefeitura de Salvador.

Mais algum?
Foram muitos, não me lembro de cabeça. Os que eu não ajudei, o Kassab (prefeito de São Paulo, também do DEM) ajudou. É assim que funciona. Esse é o problema da lógica financeira das campanhas, que afeta todos os políticos, sejam honestos ou não.

Por exemplo?
Ajudei dois dos políticos mais decentes que conheço. No final de 2009, fui convidado para um jantar na casa do senador Marco Maciel. Estávamos eu, o ex-ministro da Fazenda Gustavo Krause e o Kassab. Krause explicou que, para fazer a pré-campanha de Marco Maciel, era preciso 150 mil reais por mês. Eu e Kassab, portanto, nos comprometemos a conseguir, cada um, 75 mil reais por mês. Alguém duvida da honestidade do Marco Maciel? Claro que não. Mas ele precisa se eleger. O senador Cristovam Buarque, do PDT, que eu conheço há décadas, um dos homens mais honestos do Brasil, saiu de sua campanha presidencial, em 2006, com dívidas enormes. Ele pediu e eu ajudei.

Então o senhor também ajudou políticos de outros partidos?
Claro. Por amizade e laços antigos, como no caso do PSDB, partido no qual fui líder do Congresso no governo FHC, e por conveniências regionais, como no caso do PT de Goiás, que me apoiava no entorno de Brasília. No caso do PSDB, a ajuda também foi nacional. Ajudei o PSDB sempre que o senador Sérgio Guerra, presidente do partido, me pediu. E também por meio de Eduardo Jorge, com quem tenho boas relações. Fazia de coração, com a melhor das intenções.

Opinião dO Cachete:
DEM? Por que será que eu não me espanto com isso???? Gostaria de ver isso muito bem apurado e essa corja na cadeia!!!!
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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)