Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.
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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Crítica a um texto apócrifo do WhatsApp

Recebi este texto hoje pela manhã em meu WhatsApp. Nem sei se é realmente do Sr. Alberto Saraiva do Habib's. Nem sei se o dono da cadeia Habbib's se chama Alberto Saraiva...Mas, sigamos!
Desabafo do Alberto Saraiva do HABIB's

"Quer me chamar de coxinha, paneleiro, elite branca, bebedor de Black Label (parabéns pra esse último! Sensacional!)
Ok. Acho até divertido.
Mas faz um favor para o seu país antes!
Emprega alguém!
Na CLT!
Paga tudo direitinho!
Pega toda a sua grana e coloca na sua ideia.
No seu negócio.
Pega um financiamento, com a maior taxa de juros do mundo, e arrisca seu pescoço na sua iniciativa.
Aluga um escritório ou uma loja!
Compra um estoque!
Corre o risco de verdade!
Se o governo tirar o incentivo para o consumo, não desanima.
Pega outro empréstimo, com a maior taxa que o mundo moderno já viu!
Paga os juros do primeiro empréstimo com outro empréstimo!
E vai com fé na sua ideia!
Paga o décimo terceiro e as férias do teu funcionário!
Sem vender merda nenhuma em Dezembro... Janeiro... Fevereiro.
Nem no mais lindo Carnaval do mundo, quando todo mundo para de trabalhar.
Ou na Copa das Copas que te deu 12 dias úteis num mês corrente.
Paga mais para os teus fornecedores, já que os seus custos também aumentaram devido à energia, gasolina e dólar.
Mas, diminui o seu preço, pra tentar ser competitivo numa economia recessiva.
Então, tenta fazer com que uma estrutura enxuta seja perene.
Acaba com sua eficiência!
Vai ser difícil, já que o seu cliente está quebrado e não pode te pagar mais.
E corre o risco de quebrar de vez, perdendo todo capital que você investiu.
Fez tudo isso?
Então beleza!
Me chama do que quiser.
Você é um herói e não me interessa qual partido apoia!
Tem o meu respeito!
Não fez nada disso?
É político de carreira?
Está encostado em alguma bolsa?
Mama na teta do governo?
É vagabundo?
E pensa que pode falar sobre patrão e empregado, classes sociais, oportunidades e exploração da cadeia produtiva.
Desculpa, mas... Cala a boca!" 
E vá pra puta que o pariu!
Só entende esse texto quem está no ramo do comércio, é empresário, é autônomo!

Opinião dO Cachete:
O autor do texto acredita que pagar impostos e obrigações trabalhistas o fazem um herói! Sou empresário, também. Entrei nesta briga sabendo de todos os bônus e ônus que a atividade me proporcionariam. Ou o Sr. Saraiva quer adotar o trabalho escravo como mola impulsionadora do seu empreendimento? Isso também tem custo. Os salários de Capitão do Mato e Feitor estão pela "hora da morte"... de um Escravo!
Economia recessiva?? Culpa do Governo?? Este mote já está ficando chato! A CRISE é de 2007! Passamos 8 anos fugindo dela! Ela aproximou-se do Brasil agora! E já apresenta sinais de partida!
Agora, se não sabe gerir durante período de crise, pega o boné e "pede para sair!". Bons marinheiro só se fazem durante a tempestade!! Quer me vender a cadeia Habib's? Eu compro. Se aceitar financiamento do BNDS ou Banco do Nordeste!! Pago em 200 anos! Ou menos!! Mas pagarei! Com recolhimento de impostos e assumirei todo o ativo e passivo da empresa!! Topa??? Não, né?

terça-feira, 6 de março de 2012

'Vivemos em um Sistema Muito Propenso a Crises', Afirma o Geógrafo Marxista David Harvey


O pensador marxista inglês, que tem voz divergente da opinião que domina o modelo contemporâneo, afirma que esse modelo que prevaleceu na economia mundial nos últimos 30 anos é o grande responsável pela atual situação de incerteza.

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Renato de La Rocha: Crise na Europa - Esqueceram de Combinar com o Povo!

Renato de La Rocha
Caros amigos e amigas.
Os governos e o "sistema financeiro" europeus fizeram os "acertos" para implantarem as "reformas econômicas", porém, todos esqueceram de um "pequeno detalhe" - combinar com os que irão pagar a conta - O POVO.
A foto é um exemplo do que,  a partir de agora, muito deverá ocorrer em toda a Europa:
A foto foi feita em Bucareste/Hungria, mostrando o povo protestando contra as "medidas econômicas", mas ela pode representar o que está ou começará a ocorrer em todas as capitais dos países "afetados pela crise". 

Resumo da crise européia:
os governos europeus, tais como: Grécia, Itália, Espanha, Portugal, Hungria, Holanda e outros, tomaram dinheiro emprestado dos bancos, secaram os bancos, não pagaram os bancos e EXPLODIU A CRISE.
Alemanha e França, para segurar o "euro" e a unidade européia, bem como para não serem arrastados para a crise, já injetaram e irão injetar DOIS TRILHÕES DE EUROS no Banco Central Europeu para este repassar aos governos endividados e caloteiros pagarem as suas dívidas. Os governos saldaram as suas dívidas com o "sistema financeiro", mas não podem fazer novas empréstimos "diretos" com os bancos.
Agora, os governos estão vendendo "papéis da dívida" nas bolsas, os juros foram para as nuvens e os bancos estão comprando os papéis podres, pois, agora, os juros estão sendo "compensadores".
Mas como já disse - todos esqueceram de combinar com os que de fato irão pagar a dívida, que é o povo.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Renato de La Rocha: O Sistema Está Tentando Salvar o Sistema!

Renato de La Rocha
Caros amigos e amigas.
 
Embora a grande imprensa, braZileira e internacional, não divulguem a real derrocada da democracia liberal da Europa, podem crer que a "crise" é muito mais séria e grave do que a imprensa e os seus "analistas" fazem aparentar.
Todos, ainda hoje, falam na "derrocada" do comunismo da ex-União Soviética, mas ninguém fala na derrocada do capitalismo, aliás, o capitalismo, desde os anos 30 do século passado, vem de derrocada em derrocada, só que, desta vez, a derrocada atingiu não apenas um país, mas todo o continente europeu. E como sempre acontece nas "crises capitalistas", o sistema vai buscar o "socorro" justamente nas teorias "socialistas" - isto é, socializam os prejuízos. Todos irão pagar a conta pela ganância de algunsE o exemplo dessa socialização podemos ver no que aconteceu, hoje, na Europa - mais de 500 bancos pediram emprestado quase 500 bilhões de euros, mais ou menos o equivalente a R$ 1,43 trilhão, ofertados pelo Banco Central Europeu, mas com uma importante "ressalva" - esta grana não poderá ser usada para comprar dívidas da Itália (que está falida) e da Espanha (que breve também irá falir).
Em resumo, os governos europeus da França, Alemanha e outros que ainda tem grana, estão injetando dinheiro no Banco Central para que este consiga salvar o "sistema financeiro", usando o dinheiro do povo europeu.
O sistema está tentando salvar o próprio sistema, tal qual como ocorreu no ano de 2009, quando o Banco Central Europeu emprestou mais de 440 bilhões de euros para mais de 1.100 bancos, com a modesta taxa de 1% ao ano.
E, como podemos constatar, de nada adiantou. Assim como ocorreu no ano de 2009, o Banco Central está dando "soro para moribundo".
 
A DEMOCRACIA LIBERAL IMPLANTADA NA EUROPA, A PARTIR DE 1980, ESTÁ FALIDA. SÓ OS EUROPEUS AINDA NÃO DERAM-SE CONTA DISSO. Será que a "ficha vai cair" quando o povo começar a pagar a conta?

sábado, 10 de dezembro de 2011

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Renato de La Rocha - A Tragédia Grega

Renato de La Rocha
Caros amigos e amigas.
 
Hoje, terminou a reunião do G20 e o resultado dela não poderia ter sido pior para a turma da zona do euro, posto que NADA FOI DECIDIDO, exceto a data para uma nova reunião em FEVEREIRO/2012.
A China, de quem muitos esperavam, colocou uma a pá de cal nas pretensões do Fundo Europeu ao dizer quenão colocaria um só centavo neste fundo. Fato aliás, que eu previ antes e escrevi para vocês, pois os chineses não confiam nos europeus. O Brasil, de quem também muitos esperavam receber grana, a Dilma não poderia ter sido mais honesta quando disse, sem meias palavras, que o Brasil não colocaria também nenhum centavo no Fundo Europeu e que "não" ajudaria, financeira e diretamente, a nenhum país da zona do euro. E disse mais: as reservas brasileiras são fruto do esforço e do sacrifício do povo brasileiro e não poderiam ser usadas para ajudar governos, entenda-se, governos irresponsáveis.
Porém, embora fora da pauta, a "tragédia grega" foi a principal estrela da reunião e não a sua pauta e nem os seus participantes, aliás, a falta de lideranças ficou, absurdamente, escancarada nesta reunião. Ninguém, ninguém mesmo, quis ou não soube mostrar um caminho para a zona do euro sair do buraco em que está. Obama, que muitos achavam que poderia ser um "líder", novamente, mostrou para o mundo que não passa de um marionete dos judeus.
O pior de tudo é ter que ver e ouvir os bacanas elogiarem as escolas de pós graduação inglesas, francesas e norte-americanas, dizendo que estas só produzem "gênios". Onde estão os "gênios"? Onde estavam os "gênios" antes da crise de 2008?
O fanfarrão do Berlusconi, estava com a cola entre as pernas, pois o seu cargo está em perigo. As bochechas da primeira ministra alemã, estavam nos joelhos e o Sarkozy, sem rumo, pois os bancos franceses são os maiores credores dos gregos.
Enquanto assisto à tragédia européia, fico pensando - agora, eles vão provar do próprio veneno, que, durante décadas, fizeram os brasileiros tomar como se fosse remédio. Dá-lhe recessão!!! Dá-lhe arrojo econômico!!! Dá-lhe sacrifícios para o povo!!! Tudo para salvar alguns grupos capitalistas do sistema financeiro.
Porém, engana-se quem pensa que será apenas a "tragédia grega", logo a seguir, virão as outras tragédias.
Hoje, a zona do euro está nunca encruzilhada e sem grana para tapar todos os buracos. O Fundo Europeu não tem grana suficiente para atender a demanda que será feita. Quem vai bancar a dívida grega e as outras que virão? Nesta zona do euro, que está uma "verdadeira zona", talvez a Alemanha seja a única a suportar o tranco, mas sozinha ela não sobreviverá também.
Nos anos que antecederam a crise de 2008, a zona do euro "endeusou" o liberalismo econômico e praticou o verdadeiro "deixa fazer" e jamais quis regulamentar o mercado financeiro. Em 2008, o mercado financeiro faliu. Governos colocaram bilhões de euros para salvar os bancos e "pareceu" que tudo tinha voltado ao "normal". Mais uma falácia bancada pela grande imprensa internacional. O socorro serviu apenas para "adiar" (até ontem) a grande crise - como pagar e quem vai pagar a conta? Para mim, não resta a menor sombra de dúvida - quem vai pagar a conta serão as populações da zona do euro. Esta novela nós a conhecemos bem, dinheiro público (do povo) para salvar "alguns" e todos pagam a conta. Este sim é o verdadeiro capitalismo, agora, chegou a vez de socializar os prejuízos.
Como sempre acontece, a corda rebenta na parte mais fraca - no povo. Por isso as populações da Itália, Grécia, Irlanda, Espanha, EUA e outras estão se revoltando, pois sabem que elas é que irão pagar a conta da ganância do sistema financeiro. Onde estão os "gênios" de Harvard? Onde estão os gênios de Oxford?
Durante a reunião do G20 a única líder que falou com "clareza" foi a nossa presidente Dilma, quando disse - é preciso adotar uma política de incremento na atividade econômica e evitar, a qualquer custo, a recessão. Não foi ouvida. A "receita" do FMI, dos gênios das escolas européias, vai aplicar a recessão.
Quem viver, verá!!!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Pânico em Washington

 

Ao morrer anos antes, Guimarães Rosa perdeu outro tema que a realidade dos sertões mineiros poderia ter oferecido à sua ficção: a da enlouquecida matança de inocentes por alguém acossado pelo medo de inimigos imaginários.Durante alguns anos, um rico fazendeiro de Curvelo – cidade próxima a Cordisburgo, terra do escritor – manteve pequeno e eficiente grupo de pistoleiros, aos quais encarregava de identificar e matar suspeitos de tramar a sua morte. Os pistoleiros, que recebiam por empreitada, agiam com esperteza. Quaisquer estranhos que surgissem no município eram logo denunciados ao patrão, que, depois de exame sumário da situação, ordenava o assassinato. Os crimes só foram descobertos muito tempo depois, quando, por acaso, descobriram uma cisterna abandonada no distrito de Andrequicé, onde o fazendeiro tinha terras. Nela, exumaram-se ossos de trinta e seis vítimas. Os fatos foram conhecidos em 1975.As investigações revelaram o horror: nenhuma das vítimas conhecia, sequer, o fazendeiro amedrontado. Eram caixeiros viajantes; turistas escoteiros, atraídos pelas grutas da região e pela represa de Três Marias, homens nascidos nas redondezas que, vivendo longe, visitavam seus parentes.
Os Estados Unidos, ao que parece, estão sob o meridiano fantástico e assustador de Andrequicé. Eles, nesta quadra, se encontram em situação semelhante. Em seu editorial de ontem, o New York Times expõe as dúvidas sobre o suposto complô iraniano contra o embaixador da Arábia Saudita em Washington e outros alvos. As acusações são bizarras e inconsistentes, diz o texto. E adverte o jornal que, desacreditados com tudo o que ocorreu com relação ao Iraque – quando os ianques mentiram do princípio ao fim – os altos funcionários do governo norte-americano deveriam ter provas irrefutáveis contra Teerã, antes de denunciar o plano. Como as coisas foram conduzidas – reitera o editorial – o governo está vendendo o que não tem, com impudência ridícula. 
Desde a guerra de anexação contra o México, no século 19, os Estados Unidos têm mentido e criado incidentes falsos para justificar seus atos de agressão, como fizeram, mais recentemente, no caso do golpe de 1964, no Brasil; no Chile de Allende; na Argentina; na Nicarágua; na Guatemala; em El Salvador; na República Dominicana; no Vietnã – em todos os países do mundo que não têm armas nucleares, e onde têm interesses.Outro fato que faz lembrar o mandante do sertão mineiro, foi a decisão de Obama de ordenar o assassinato de um cidadão dos Estados Unidos no Iêmen, sem qualquer processo legal. O congressista republicano Ron Paul declarou que há fundamento legal para um processo de impeachment contra o presidente. Do ponto de vista técnico, trata-se de um assassinato por encomenda. Quanto a seu antecessor, Bush, há um pedido da Anistia Internacional ao governo do Canadá, para que o prenda – quando de sua visita ao país no dia 20 – e o submeta a julgamento por crimes contra a humanidade, por ter ordenado a tortura dos prisioneiros em Guantánamo e em outros lugares.Convenhamos que não é fácil aceitar o declínio e o administrar com competência. Nisso, os ingleses, experientes e astutos, foram também eficientes, com a invenção da Commonwealth of Nations, o que, pelo menos, deu um pouco mais de fôlego à sua influência política nos domínios mais próximos da cultura européia, como os da Austrália e do Canadá.Nesse processo de desvario das elites norte-americanas, que já acometeu outros impérios, a lucidez só pode ser imposta pelos próprios nacionais, o que é difícil e demorado, quando está em jogo a supremacia de seu país, mas pode ser inexorável. Tudo vai depender da persistência dos manifestantes e da capacidade que tenham de organizar e ampliar o movimento de resistência política.
É conhecida a tese de alguns historiadores, sobretudo de Toynbee, sobre o fim dos impérios: eles sempre desabam quando há a aliança entre o proletariado interno, o da metrópole, com o proletariado externo, isto é, o das províncias subordinadas. Ao que parece, com as manifestações dos indignados, nos paises centrais e nas antigas colônias, o proletariado do mundo começa a fazer suas alianças, de forma bem diversa da que Marx e Engels pregavam em 1848 – mesmo porque os trabalhadores de nosso tempo são bem diferentes, com a veloz transformação do processo tecnológico de produção dos últimos 60 anos. 
A articulação desses movimentos poderá surpreender o mundo, se os donos do poder não conseguirem, como já o fizeram antes, apropriar-se da indignação, domá-la e submetê-la aos seus interesses.

sábado, 15 de outubro de 2011

Renato de La Rocha - Manifestação dos Babacas


Caros amigos e amigas.
 
Está previsto para amanhã várias manifestações nas cidades brasileiras contra a "crise econômica", contra a corrupção e contra a degradação ambiental, pelo menos é isto que os "articulistas" alegam que seja. Tá bem, me engana que eu gosto.
 
Assim sendo, vou dizer porque eu considero uma manifestação de babacas "manipulados".
 
Primeiramente, qual é a crise econômica que o Brasil está vivendo? Será porque, neste ano, de janeiro a setembro, foram criados "apenas" DOIS MILHÕES DE NOVOS EMPREGOS?
Ou a "crise econômica" é porque o BRASIL DE HOJE tem uma reserva financeira superior a US$ 350 bilhões de dólares? Ou porque o BRASIL DE HOJE, em vez de ser devedor do FMI, passou a ser credor?
Qual é o motivo para protestar contra a nossa ATUAL economia? Os banqueiros estão ganhando muito dinheiro? Eles ganharam sim, foi nos anos do maldito FHC, quando os juros, a tal da taxa Selic, passou a barreira dos 40%. Hoje, é 11% com tendência a cair a 10% até dezembro. Será este o motivo do protesto? Ou os babacas querem que o governo mude a sua política econômica? Talvez os babacas queiram que o desemprego volte, que os juros sejam de 40%, que os grandes grupos econômicos sejam beneficiados com novas privatizações (só as jazidas do pré-sal fará a alegria da malta).
Resumindo, OS BABACAS ESTÃO VIRANDO MASSA DE MANOBRA DA GRANDE IMPRENSA GOLPISTA. 
 
A passeata contra a corrupção, até que pode ter algum fundamento, mas os "protestos" deveriam ser concentrados no estado de Sumpaulo. É neste estado que, há décadas, está o maior cancro da corrupção no Brasil.
 
Por fim, o terceiro "motivo".
Os ambientalistas, os conservacionistas e os chatos que me perdoem, mas o desenvolvimento ou simples crescimento da raça humana é inviável em qualquer ambiente.   
Porquê os mares estão ficando sem peixes? Simplesmente porque os peixes não conseguem mais atender a demanda humana.
Desenvolvimento econômico "sustentável" é uma falácia. Existe porque tem gente que acredita nesta falácia, nada mais do que isso.
Mais de 90% da energia produzida nos EUA tem a sua "origem" no carvão e no petróleo, que se transformam nos maiores poluidores da atmosfera. Apenas os EUA gastam quatro vezes mais energia do que o resto do mundo. Alguém acredita que isto vai mudar? E a China está no "mesmo caminho". Quem vai ficar no caminho dos EUA e da China para que eles tenham um desenvolvimento "sustentável", mesmo que isto seja uma falácia? O Brasil? Falem sério, babacas!!!
Atualmente, nascem por este mundo afora, 200 mil crianças por dia = 73 MILHÕES POR ANO. Amanhã, quantos nascerão por dia?
A verdade é uma só - a espécie humana é inviável e, em poucos anos, o mundo será pequeno demais para sustentar a todos. É só uma questão de tempo.
 
As manifestações, que hoje ocorrem em quase toda a Europa e nos EUA, têm sim motivo para existirem, porque os governos, desde o início dos anos 80, com a política neoliberal deram prioridade para os ricos, que é concentradora de riquezas, a qual levou ao esgotamento das finanças do povo e o povo não está mais disposto a pagar a conta. Podem dar as "explicações" que quiserem, mas a verdade é apenas uma só - o povo norte-americano e o europeu querem que os ricos paguem a conta feita pelos seus governos para "ajudar" os ricos. Simples assim.
Volto a dizer, são mais de 250 milhões de desempregados (EUA e EUROPA), o arrocho econômico contra o povo é e continuará sendo injusto e isto sim são VERDADEIROS motivos para protestarem.
 
Renato de la Rocha

Democracia Americana...


Eles querem "Democracia" apenas para os outros países... Já para o deles...

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Renato de la Rocha: Tá Pegando... Eu Tô Avisando!


Caros amigos e amigas.
Apesar dos esforços da grande imprensa(?) norte-americana e braZileira em tentar esconder, desvirtuar e até mesmo mentir, os protestos de rua, promovidos pelo POVO estadunidense, continuam alastrando-se, cada vez com mais intensidade, por todo o país.
Centenas de pessoas são presas diariamente, conflitos recheados de agressões e muitas ocupações de prédios públicos.
Ontem, Obama foi, "novamente", derrotado no Senado com a sua proposta de "criação de empregos", cujo fato, que os senadores não estão nem ligando, vai jogar mais gasolina na fogueira das insatisfações do povo.
A imprensa cita apenas o percentual de 9% do desemprego nos EUA para omitir o número real - VINTE E CINCO MILHÕES DE DESEMPREGADOS. Para ter uma noção da dimensão deste número, basta lembrar que equivale a quase uma Argentina de desempregados.
Porém, a "novidade" é que o povo com a razão e mais certo ainda porque agora, NOS PROTESTOS, está mostrando a sua raiva também contra a indústria da morte, digo, da guerra. ESTE SIM É O GRANDE ALVO A SER ATINGIDO - A INDÚSTRIA DA GUERRA.
Creio que se o povo, a partir de agora, se der conta de quanto ele foi enganado para sustentar esta maldita indústria, a coisa vai pegar mesmo. Obama não conseguiu aprovar um projeto de "criação de empregos" no valor de US$ 450 milhões, que iria beneficiar os desempregados, mas será que este povo sabe o custo de "apenas" um porta-aviões da marinha de guerra? Será que o povo sabe quantos são e quanto custa "por dia" os malditos porta-aviões de guerra? No dia em que o povo souber, certamente, será o começo do fim da máquina de guerra.
Mas o governo do marionete cínico e cagão, tem sim a sua estratégia - inventou um "caso" envolvendo o Irã para tirar o foco de cima das manifestações nas ruas e calçadas da capital. É isto, meus amigos e amigas, o governo fará de tudo e muito mais para que as manifestações sejam "minimizadas" na e pela grande imprensa e vai "criar" casos e mais casos, porém, desviar a atenção do povo não é o mesmo do que resolver o problema, apenas protelar o enfrentamento para (tentar) a sua solução.

Para "ilustrar" o assunto, vou anexar algumas fotos, que não apareceram na imprensa braZileira.





E por falar em "máquina de guerra", hoje, a Anistia Internacional pediu ao Canadá a PRISÃO DO GEORGE BUSH pelos crimes de guerra comandados por ele, tendo em vista de que este ASSASSINO deverá fazer um visita àquele país.  A visita deste CRIMINOSO está prevista para o dia 20 deste mês. Será que o Bush irá? DUVIDOOOOOOOOOOOO!!! Só a Justiça(?) dos EUA pode manter este criminoso impune e solto, mas a justiça dos outros países - NÃO.
Renato de la Rocha

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Renato de la Rocha - Quando Precisam, "Os Escrúpulos" Vão Para o Lixo!


Meus caros amigos e amigas.
 
Sobre os "acontecimentos" do dia.
 
Quando o capitalismo começa a "fazer água",  a raiva, o preconceito e o escrúpulo contra o "socialismo" são jogados, literalmente, no lixo, pela turma que venera o "deus mercado". É o que acabou de acontecer na combalida economia da Europa. A França e a Bélgica, para "salvar" o seu banco Dexia, decidiram "socializar" o falido banco. O mais interessante neste triste episódio é que, nesta hora, NINGUÉM PROTESTA, todo o mundo fica com "peninha" dos bandidos, digo, dos diretores dos bancos, que vivem especulando no mercado financeiro. Foram eles que jogaram o dinheiro do banco Dexia, um dos maiores da Europa, no mercado da especulação, atraídos pelos juros pagos pela Grécia (e outros que estão por vir). Porém, este é apenas a "ponta do iceberg", esperem para ver o "resto", pois tem muito banco na fila esperando para receber a grana que os seus diretores jogaram nos cassinos da especulação da Espanha, Portugal, Grécia, Itália, França, Inglaterra... bem, não vou me cansar escrevendo os nomes de todos os países europeus. O "nacionalizado" banco Dexia, como dizem os sabujos jornalistas,  foi o primeiro da "lista". Mas ao contrário do que eles dizem, o banco não foi "nacionalizado", mas sim "socializado", posto que ele foi "salvo" com o dinheiro do povo francês e belga. Os cínicos jornalistas não sabem a diferença entre "nacionalizar um banco" e "socializar os prejuízos". Como um banco, que é franco-belga, poderia ser "nacionalizado" pelos governos franco-belga?
A cara do mafioso Sarkosy está rachada de vergonha, mas ele não teve escolha e nem saída - teve que "socializar" o prejuízo. ISTO NÃO TEM VALOR QUE PAGUE E É BOM DEMAIS.
 
A outra "notícia", que julgo muito importante neste dia, foi a premiação do prêmio Nobel de Economia, que para mim foi uma desesperada tentativa de fazer renascer o velho e fracassado neoliberalismo. O "prêmio" foi para dois velhos economistas norte-americanos, que resolveram "atualizar e republicar" um estudo econômico sobre o impacto dos juros e inflação nas economias. Um pequeno detalhe - este estudo foi feito nos anos SETENTA.  Quanta cara de pau!!! Qualquer economista "meia boca" já estudou e conhece este assunto desde a década de 70 do século passado. Mas a "decadente" academia do Nobel decidiu premiar o assunto para mandar o seu "recado" para o mundo, especialmente, para a Europa e para os EUA - ou seja - leiam e apliquem a velha cartilha.
E tem mais, o "estudo" foi muito usado e muito conhecido no "terceiro mundo", desde os anos 70 até 2000 - que, em resumo é - APERTO FINANCEIRO NAS CONTAS PÚBLICAS. Os mais velhos devem lembrar quando, nos anos 70, o Delfim Neto dizia - "antes, o bolo tinha que crescer, para depois distribuir" - não é? Pois o tema está de volta, só que, desta vez - COM UM PRÊMIO NOBEL, acompanhado com a esperança de que os governos "arrochem" as suas populações.
 
Finalmente, a outra "boa notícia" - os protestos dos norte-americanos contra o "sistema" e contra a "desigualdade" não param de CRESCER nos EUA. Sinal dos tempos ou do fim dos tempos? Quem viver, saberá!!!
 
 
Renato de la Rocha

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Um E-mail; Um Sofisma; Uma Resposta!



Margareth Thatcher - Bloody Maggie
A cabeça dela parece um Aríete Medieval!


O E-mail e o Sofisma:

Margaret Thatcher não estava errada!
Sabe quantos países com governo socialista restam agora em toda a União Européia? Apenas 3:
1. Grécia
2. Portugal
3. Espanha.
Os 3 estão endividados até o pescoço.
Porquê será, hein? A esquerda não diz que o socialismo é a solução p/ o mundo?
Como bem disse Margaret Thatcher qdo. 1ª Ministra da Grã-Bretanha: "O socialismo dura até acabar o dinheiro dos outros"

A frase abaixo foi dita no ano de 1931, por Adrian Rogers.

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade.
Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber.
O governo não pode dar para alguém aquilo que tira de outro alguém.
Quando metade da população entende a ideia de que não precisa trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação.
É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."
Adrian Rogers, 1931

A Resposta:

Esse e-mail é o maior sofisma que eu vi na minha vida! O resto da Europa também está quebrado!!!!!! Mas só se coloca os três socialistas??? O maior símbolo do capitalismo mundial – Os Estados Unidos – também está quebrado! A maior potência econômica mundial chama-se China e é COMUNISTA! Quem é Adrian Rogers? Eu não sei! Mas Karl Marx disse que “O Capitalismo é autofágico!” E está sendo comprovada esta tese agora... Viram os manifestantes de Wall Street? O País mais democrático do mundo, baixou a porrada neles e mandou prender... Isto é Capitalismo! Um calhamaço de falácias para que o pobre continue pobre, acreditando que com seu trabalho ele também conseguirá ser rico e o rico continue rico, aproveitando-se da especulação da força de trabalho mal remunerada alheia!

Me economizem!!!! (Frase capitalista... Eca!)

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Renato de la Rocha - Agradeçam à Alemanha


Caros amigos e amigas.
Esta é para encerrar a semana (com otimismo).
A Europa, ou melhor definindo, a "zona do euro", nesta semana, recebeu um brinde da Alemanha - ela aprovou no seu parlamento o aumento da sua participação no capital do Banco Central Europeu para segurar a barra dos países endividados. Claro que nesta ação política não está nenhuma "gentileza" ou "bondade", mas sim o medo da Alemanha de se "contaminar" com a irresponsabilidade fiscal e financeira dos seus parceiros do euro, mas mesmo assim, se a Alemanha quisesse ver o circo pegar fogo, deixaria tudo como estava para ver como iria ficar - que seria o caos, porque, dos países que ainda tem grana, ninguém quer "arriscar" e a maioria não tem de onde tirar.
Logo após "aprovada" a resolução, que aumentou o fundo de reserva do banco central europeu, os "fiscais" partiram para a Grécia, que é a "bola da vez", bem murcha e que está em sérios apuros, para analisar as políticas gregas de combate à "crise". Com a velha e superada "cartilha" do FMI, lá estão, na Grécia, os fiscais e irá depender deles um novo aporte de, aproximadamente, 10 bilhões de euros para os gregos "tentarem" sair da crise em que eles mesmos se meteram.
Quanto ao povo grego, para os "fiscais", é apenas um "detalhe", porque o remédio que ele vai receber é muito, muito amargo - redução de salários, milhares de demissões, reduções nas aposentadorias, privatizações, redução dos investimentos, etc, resumindo - a velha receita do FMI - UMA BRUTAL RECESSÃO será imposta à Grécia em troca dos trocos. Aliás, nós, os brasileiros, conhecemos muito bem a tal da "receita" - que foi utilizada para ser aplicada no Brasil durante muitas décadas e em especial durante o desgoverno da turma do PSDB & Cia. E vimos no que deu. Arruinaram o povo e a nação.
Mas voltando para o "povo grego", estou falando mesmo é do "povo" - será que ele irá aceitar a receita do FMI? Esta é a minha grande dúvida neste momento, simplesmente porque ninguém pode prever como o povo grego irá reagir a uma recessão que será imposta a ele - na marra.
Nós, os brasileiros, sempre fomos muito pacíficos e por isso sempre aceitamos "numa boa" as maiores estupidez cometidas pelos nossos governantes. (lembrem-se do "confisco" promovido pelo Collor, que todo o mundo ficou "pelado e beiçudo", mas mesmo assim ninguém protestou). Neste aspecto, tenho a certeza de que os gregos não serão "pacíficos" como foram os brasileiros.

Continuo afirmando - a Alemanha é um dos poucos países da atual Europa, que podemos dizer que é sério na gestão pública. Assim sendo, entendo que o mundo deve agradecer, única e exclusivamente, à "bondade" da Alemanha em tentar salvar a economia grega, porque senão, hoje, a "crise" européia iria ficar muito mais séria do que já é.


Renato de la Rocha


Confesso que estou pensando em escrever sobre a "cartilha" do FMI, mas receio que o tema ficará muito "denso", então, estou adiando.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Arnaldo Jabor - O Filho da Bolha



Quem fala mais besteiras? Ele ou o Galvão Bueno?

Convido-os para recordarem os "bons momentos" da cínica e maldita imprensa(?) brasileira, quando os seus SABUJOS JORNALISTAS festejavam a crise chegando ao Brasil e caiam de pau em cima do governo Lula.
Jabor dizia que a nossa economia era como "filha da bolha". Pois é, e agora, quem diz para esta besta que, só neste ano, a nossa economia poderá crescer até 6,5%?
Quem diz para a besta que a crise não passou mesmo de uma "marolinha"?
Quem diz para esta besta que as nossas reservas internacionais, que nunca tivemos, continua crescendo sem parar e, hoje, já passaram dos US$ 220 bilhões?
Este é o típico "exemplo" do jornalismo(?) praticado no Brasil - sabujos ignorantes opinando sobre o que não conhecem, usam dos espaços para fazer terrorismo com o povo e tudo fica por isso mesmo - no esquecimento. Menos no "meu esquecimento".
COMIGO NÃO, pois eu conheço muito bem estas corjas de sabujos corruptos.

Assistam e dêem boas gargalhadas vendo o filho da p..., digo, da bolha, "prevendo" o fracasso da nossa economia.

Renato de la Rocha - Por E-mail

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

No Brasil, 64% querem maior controle do governo na economia

Engolido do BBC - Brasil

A pesquisa feita a pedido da BBC em 27 países e divulgada nesta segunda-feira revelou que 64% dos brasileiros entrevistados defendem mais controle do governo sobre as principais indústrias do país.

Não apenas isso: 87% dos entrevistados defenderam que o governo tenha um maior papel regulando os negócios no país, enquanto 89% defenderam que o Estado seja mais ativo promovendo a distribuição de riquezas.

A insatisfação dos brasileiros com o capitalismo de livre mercado chamou a atenção dos pesquisadores, que qualificaram de "impressionante" os resultados do país.

"Não é que as pessoas digam, sem pensar, 'sim, queremos que o governo regulamente mais a atividade das empresas'. No Brasil existe um clamor particular em relação a isso", disse Steven Kull, o diretor do Programa sobre Atitudes em Políticas Internacionais (Pipa, na sigla em inglês), com sede em Washington.

O percentual de brasileiros que disseram que o capitalismo "tem muitos problemas e precisamos de um novo sistema econômico" (35%) foi maior que a média mundial (23%).

Enquanto isso, apenas 8% dos brasileiros opinaram que o sistema "funciona bem e mais regulação o tornaria menos eficiente", contra 11% na média mundial.

Para outros 43% dos entrevistados brasileiros, o livre mercado "tem alguns problemas, que podem ser resolvidos através de mais regulação ou controle". A média mundial foi de 51%.

"É uma expressão de grande insatisfação com o sistema e uma falta de confiança de que possa ser corrigido", disse Kull.

"Ao mesmo tempo, não devemos entender que 35% dos brasileiros querem algum tipo de socialismo, esta pergunta não foi incluída. Mas os brasileiros estão tão insatisfeitos com o capitalismo que estão interessados em procurar alternativas."
A pesquisa ouviu 835 entrevistados entre os dias 2 e 4 de julho, nas ruas de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Globalização
O levantamento é divulgado em um momento em que o país discute a questão da presença estatal na economia.

Definir para que caixa vai a receita levantada com a exploração de recursos naturais importantes, como o petróleo da camada pré-sal, divide opiniões entre os que defendem mais e menos presença do governo no setor econômico.

Steven Kull avaliou que esta discussão não é apenas brasileira, mas latino-americana. Para ele, o continente está "mais à esquerda" em relação a outras regiões do mundo.

A pesquisa reflete o "giro para a esquerda" que o continente experimentou no fim da década de 1990, quando o modelo de abertura de mercado que se seguiu à queda do muro de Berlim e à dissolução da antiga União Soviética dava sinais de esgotamento.

Começando com a eleição de líderes como Hugo Chávez, na Venezuela, em 1998, o continente viu outros presidentes de esquerda chegarem ao poder, como o próprio Luiz Inácio Lula da Silva, Evo Morales (Bolívia) e Rafael Correa (Equador).

Mas Kull disse não crer que o ceticismo dos brasileiros na pesquisa "seja necessariamente uma rejeição do processo de abertura dos anos 1990".

"Vimos em pesquisas anteriores que os brasileiros não são os mais entusiasmados com a globalização", disse.

"Eles ainda são bastante negativos em relação à globalização, e o que vemos aqui (nesta pesquisa) é mais o desejo de que o governo faça mais para mitigar os efeitos negativos dela, melhorar a distribuição de renda e colocar mais restrições à atividade das empresas."

Mas ele ressalvou: "Lembre-se de que a resposta dominante aqui é que o capitalismo tem problemas, mas pode ser melhorado com reformas. A rejeição ao atual sistema econômico e à abertura econômica não é dominante, é que há um desejo maior de contrabalancear os efeitos disto".

Opinião do Blogueiro:
Era de se esperar este resultado. Os próprios governos ditos capitalistas encontraram como solução dos problemas decorrentes da dita Crise Mundial de 2008/2009 a estatização mascarada de bancos e instituições financeira.
Outra fato a ser analisado é que o Sr. Kull (que nome, hein?) fala que "capitalismo tem problemas, mas pode ser melhorado com reformas". O capitalismo não tem problemas, o capitalismo é O Problema! Tanto que até os EUA não resistiram ao primeiro golpe da Tsunami da Crise Mundial (Lá! Aqui foi uma marolinha...) e teve que estatizar também. E não tem reforma que o salve.... O Sr. Kull (estou cismado com esse nome) foi sofista em sua análise...

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

A Crise Acabou!!!!!

Stephan Kanitz, economista de renome internacional, afirmou no programa Entre Aspas da Globonews que "A Crise no Brasil Acabou! Apenas o setor automotivo iria sofrer com a crise, mas com a redução do IPI as vendas de automóveis explodiram.... ! A Mônica Waldvogel ficou até sem graça e tentou ironizar dizendo que ele era um otimista... Até o comentarista de economia da Globonews no Jornal das Dez, George Vidor, com uma cara de tacho e uma gravatinha ridícula, chegou a concordar que "o fundo do poço passou"! Isso partindo de um comentarista de economia da Globo, é uma bomba!
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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)