Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Após Ataque, Estudante não Quer Voltar à Faculdade em SP

ARARIPE CASTILHO
DE RIBEIRÃO PRETO PARA A FSP
A estudante de enfermagem Ana Cláudia Karen Lauer, 20, que na sexta-feira (1º) foi espancada ao sair do Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), disse que, pelo menos por enquanto, não pretende voltar às aulas.
Segundo a jovem, a agressão foi motivada por uma queixa feita por ela à coordenação de seu curso de que vinha sendo vítima de bullying dentro da instituição.
A estudante ficou com hematoma na região do olho esquerdo e disse ter fraturado o nariz. Hoje, Ana passará por novos exames médicos para confirmação das lesões.
Ela disse que era discriminada por ser estudiosa e que, em uma das classes, não a deixaram integrar um grupo de trabalho. "Por enquanto, não quero [voltar às aulas]. Se quem me bateu me pegar de novo, me mata. Sem eu ter feito nada, ela me espancou, agora que fiz boletim de ocorrência, vai querer me matar."
Ontem, Marcos Lauer, pai da estudante, disse que prefere que ela não retorne às aulas na instituição.



A estudante de enfermagem Ana Cláudia Karen Lauer, 20, com o raio-X de seu nariz, em casa no interior de SP 
A estudante de enfermagem Ana Cláudia Karen Lauer, 20, com o raio-X de seu nariz, em casa no interior de SP
A vítima contou ter sido agredida com seu próprio capacete por uma estudante que a abordou quando pegava a sua moto, fora do centro universitário. Ela disse ainda ter ficado indignada porque alguns funcionários da instituição não a ajudaram.
O centro universitário informou que uma comissão interna foi formada para investigar o caso e negou ter recusado socorro à vítima, já que o atendimento foi feito por uma unidade médica contratada pela instituição.

Defamation - A Indústria do Antissemitismo





(Israel, 2009 - Direção: Yoav Shamir)
O filme foi transmitido pela Channel 4 Inglesa e fez parte da mostra "É tudo verdade" de 2010. Trata-se de um documentário corajoso, no qual o jornalista arrisca-se a ser massacrado profissionalmente em seu próprio país, mas acima de tudo é um vídeo que prega a tolerância e a paz entre os povos, desmascarando a indústria do medo e do racismo.

Assim como Norman Finkelstein, um professor estadunidense (e judeu) escreveu um livro no qual expõe como funciona o que ele chama de “A indústria do holocausto”, Yoav Shamir, um cineasta israelense (e judeu), realizou o filme documentário Defamation (Difamação) que revela o que poderíamos chamar de “A indústria do antissemitismo”.
Trata-se de um filme imprescindível para entender os interesses que movimentam essa “indústria”. A verdade, como podemos depreender deste documentário, é que o antissemitismo passou a ser a fonte de riqueza e poder para muitos elementos oriundos da cúpula das comunidades judaicas estadunidenses que, aliados aos interesses da extrema direita israelense, não desejam seu fim, nem seu abrandamento. Muito pelo contrário, para desfrutar de seus privilégios (e para justificar suas políticas anti-palestinas, no caso de Israel), esses grupos procuram fazer de tudo para que o antissemitismo nunca deixe de estar em pauta.
Se não houver mais o perigo real (como o documentário nos dá a entender que é o que ocorre na prática), é preciso recriá-lo através de todos os mecanismos emocionais possíveis.
O documentário também deixa claro que há muitos judeus, religiosos ou não, que não concordam com a manipulação do sofrimento de seus antepassados para o benefício espúrio de grupos de poder da atualidade.


domingo, 3 de abril de 2011

Maria Bonita - A Bela do Cangaço


Ela nunca seria conhecida pelo nome de batismo. Entrou para a história com o nome que ganhou nos anos vividos com o controverso companheiro, Lampião. Essa Maria nasceu em oito de março de 1911. Numa coincidência que jamais poderia ser imaginada ou explicada, esse mesmo dia foi escolhido, no ano anterior, durante a Conferência Internacional da Mulher da Dinamarca, como a data símbolo para o combate contra o preconceito sofrido pelas mulheres em todo o mundo e para a afirmação feminina na sociedade contemporânea.
Maria Gomes de Oliveira entrou para a história por ser uma mulher cheia de coragem, ousadia e também cheia de amor. Uma mulher que preferiu se arriscar no mundo ao lado do homem amado do que viver uma vida de certezas, conformismo e infelicidades. A pesquisadora Semira Adler Vainsencher explica: "Maria Bonita foi a primeira mulher, a cangaceira a se inserir no bando; ela foi ousada, uma mulher corajosa, brava (...) ela ousou romper preconceitos de época; foi contra a sociedade vigente".

Mas, até se transformar no ícone Maria Bonita, houve um nascimento, uma família, um casamento, um grande amor. Maria de Déa (era conhecida assim por conta da mãe, apelidada de Dona Déa) era uma sertaneja como outra qualquer, nascida no interior da Bahia, no distrito de Malhada de Caiçara, a cerca de 38 quilômetros da cidade de Paulo Afonso. Uma menina comum, bonitinha, com os seus dengos; faceira e malcriada, mas também alegre, conversadeira e companheira. Mais uma filha no meio de outros dez irmãos, ela teve uma infância simples, como outros da época. Brincava com bonecos de pano, bonecos de milho, de casinha. Entrou na adolescência e se apaixonou.


Aos 15 anos, Maria de Déa se casou com primo José Miguel da Silva, sapateiro conhecido como Zé de Nenem. Foi uma união infeliz e o casamento, que durou menos de três anos, um desastre. Quase seis anos mais velho, o sapateiro era um bebedor e seresteiro e um dos maiores dançadores daquela região. A moça de personalidade forte nunca aceitou a vida de farras e festas do marido e logo as brigas entre os dois se tornaram frequentes. A cada desavença, Maria costumava se mudar para a casa dos pais ou dos tios, que moravam próximo. Segundo o historiador João de Souza Lima, a última discussão entre marido e mulher se deu na noite em que Maria encontrou num dos bolsos do paletó de Zé de Nenem um pente com o nome de outra jovem escrito - uma conhecida da família e de Maria. Depois dessa briga, a baiana vai embora.
Foi quando voltou à casa dos pais que Maria conheceu Lampião. A mãe dela, Dona Déa, foi uma grande incentivadora do namoro entre os dois. Já o pai, José Gomes de Oliveira, mas conhecido na região por Zé Felipe, não aprovou o namoro - inclusive porque as prolongadas visitas dos cangaceiros fizeram com que a casa da família se transformasse em alvo constante das perseguições das volantes.
Consciente da situação enfrentada pela família, Maria, então, com quase vinte anos, decidiu deixar a casa dos pais e se arriscar a seguir pelo mundo ao lado do grande amor. Ela não tinha ideia que sua escolha a colocaria para sempre na história e que seu nome seria para sempre lembrado em incontáveis manifestações e representações da cultura popular.
Era noite de uma quarta-feira. Fazia frio na Grota do Angico, fazenda localizada às margens do Rio São Francisco, na cidade de Porto da Folha (atual Poço Redondo), em Sergipe.  Maria Bonita chamou a amiga Sila para fazer um desabafo. Entre uma baforada e outra - ela só fumava quando Lampião não estava por perto -, falou sobre as dificuldades da vida do cangaço e de como seria difícil abandonar o movimento. Parecia pressentir algo. 
A Grota era o esconderijo escolhido, havia uma semana, pelo bando de Lampião e Maria Bonita para acertar uma emboscada contra o tenente José Osório de Farias, conhecido como Zé Rufino. Para Lampião, o tenente andava 'atrapalhando' e era hora de tomar providências. 

O lugar, cercado por arbustos espinhosos e pelo Velho Chico, não agradava a todos. Tinha apenas uma porta de entrada. Corisco, cangaceiro e amigo de Lampião, comandava um subgrupo do bando e havia sido convocado para a missão. Ao chegar, logo disse: "Cumpade, vamo simbora daqui. Lugá com uma entrada só é cova de difunto". Suas palavras voaram com o vento.
A emboscada contra Zé Rufino não aconteceu. Não houve tempo para ser colocada em prática. Na quinta-feira, 28 de julho de 1938, a noite fria virou sangrenta. Horas depois da conversa entre Maria Bonita e a amiga Sila, o bando foi atacado de surpresa pela volante do tenente João Bezerra. Rei e Rainha do cangaço, além de outros nove cangaceiros, foram assassinados. As cabeças foram cortadas e exibidas como troféu. Fim do cangaço e início da eternização de um mito sertanejo.


Opinião dO Cachete:
Mais uma brasileira forte...

A Rebordosa Gorilada no Dia da Mentira em 1964


O Dia da Vergonha

Esse titulo é uma das coisas que ficaram travadas na minha garganta desde os 10 anos. E sai só agora, passados quase meio século, exatos 47 anos e finalmente depois de mais de oito de um governo vitorioso, regido por um retirante nordestino, trabalhador, operário. Não bastou. Foi preciso o comando da nação passar a ser exercido por uma mulher que lutou contra a ditadura e que por ela foi torturada e condenada, para ser suspensa a determinação da comemoração da propalada Revolução Redentora do Glorioso dia 31 de março de 1964, nos quartéis.
-"Não é redentora, é rebordosa." dizia o Dr. Cartaxo (meu pai) porque só dez anos após o tiro do Presidente Getúlio Vargas(1954) , fazendo cessar as forças golpistas, que só vieram lograr êxito enfim, no dia da mentira de 1964, numa rebordosa, afastando do comando do país o herdeiro político natural de Getúlio Vargas, o trabalhista João Belchior Marques Goulart, o presidente da república brasileira mais injustiçado e esquecido da história.
Como ministro do trabalho do governo legítimo de Getúlio Vargas, João “Jango” Goulart, que o eterno PIG chama de “covarde”, entre outros inúmeros impropérios, deu um aumento de 100% ao salário mínimo. E depois como presidente da república regulamentou e limitou a remessa de lucro para o estrangeiro. E desenhava, de forma democrática, as reformas de bases. É preciso muita coragem para fazer coisas assim. E foi por essas que eles deram o golpe. Jango tinha coragem como poucos. O sangue que ele não queria ver derramado não era somente sangue brasileiro. Era também o de milhares de marines norte-americanos a bordo da sexta frota ameaçando os portos estratégicos da costa brasileira. E a gente nem tinha bem ainda o colosso do porta-aviões Minas Gerais!!!
O Brasil poderia virar uma Coréia ou um Vietnam, se africanizar, com os norte-americanos ocupando seu território matando sua população... Era isso que Jango temia mesmo. O glorioso exército do Estado de Minas Gerais financiando por banqueiros e latifundiários, era fichinha diante do que Brizola dispunha e o Brasil trabalhista e legalista, era maior ainda. O plebiscito que restituiu o poder presidencialista a Jango teve mais de 83% de aprovação.
É bom ressaltar que Jango tinha já sido vice-presidente do Brasil duas vezes: a primeira com Juscelino Kubitschek, quando ajudou a fazer o projeto de governo dos 50 anos em 5 do JK e a derrotar duas tentativas de golpes militares em Jacareacanga e Aragarças. E a segunda como vice do presidente Jânio Quadros observe, ele tinha sido sufragado com mais votos como vice do que os que teve o próprio presidente eleito. Naquele tempo, se votava também para a vice-presidência e Jango Goulatr na eleição presidencial teve mais votos como vice-presidente que o presidente eleito Jânio Quadros.
Na verdade, o golpe de 64, no dia da mentira foi uma reedição do plano Cohen. É hilariante o que fizeram com o Grupo dos Onze que inventaram para o Brizola. É uma fábula de horror. O que ele deve ter gerado: o Grupo dos Onze foi uma porção de times de futebol e nada mais.
Inventaram, para nós, planos de envenenar cidades e explodir gasodutos. Fizeram a marcha em defesa da Família com Deus pela Liberdade e a Propriedade e o diabo a quatro... Espalharam que íamos pintar o Cristo Redentor de vermelho e o Padre Cícero de preto. Foi realmente uma caça às bruxas e um deus nos acuda.
Só falam em nome dela: A soberania Nacional. Mas foram eles que a acabaram. E extraviaram nossas divisas, dilapidando o patrimônio nacional. Remeteram nossas riquezas para o exterior. Extinguiram as liberdades democráticas, implantaram a censuram, fecharam o congresso nacional, acabaram com o voto e a democracia. Depuseram o presidente da república legitimamente eleito e impuseram uma ditadura civil-militar por mais de 20 anos, servindo aos interesses norte-americanos. Isso tem nome: é crime de lesa pátria.
Venderam-nos a preço de banana. O Brasil deixava de ser republiqueta com Jango, fazendo negócio com a China enfrentando os males seculares que nos aprisionava ao subdesenvolvimento servil. As forças do atraso queriam atrelar nosso destino ao império norte-americano, um neocolonialismo fajuto. Nada mais que estripulias típicas do Jânio Quadros, das caças às brigas de galo e ao uso do biquíni! Com a ditadura, os brasileiros sucumbiram no mais completo complexo de vira-latas, numa síndrome de capacho sem precedentes. Era todo poder ao Tio Sam e brá. A gente era uma sub-raça e c’est fini. O povo que era “o cara” era o norte-americano. Era o papai sabe-tudo.
Incesto e pedofilia política, o Brasil a criancinha desamparada...
O rock’nd roll, a pílula anticoncepciona,l a minissaia, o “Black Power”, a emancipação da mulher, a defesa do verde, dos alucinógenos, o proibido proibir... eram mirabolantes invenções da KGB (o serviço secreto soviético) para aniquilar a família, a tradição e o América way of life... com tudo isso, ficava mais fácil para a glória do comunismo e a ditadura do proletariado triunfar. Seja lá o que isso significasse... Era o fim do mundo mesmo, não era o fim da história, coisa nenhuma. Os comunistas iam pegar nossas criancinhas e comê-las fritas no espeto no café da manhã e nossos velhinhos iam virar sopa na boca da noite. Então o jeito era a gente ficar à sombra dos EUA. O nosso grande irmão do norte. Era essa a nossa liberdade.
Tirando a tirania das comemorações oficiais da Revolução Redentora Gloriosa do dia 31 de março. A história do Brasil vai ficar menos falsa. Vai ficar assim como o Dia do Fico, que não existe mais. Hoje se sabe que o Imperador só ficou porque não tinha para onde ir. O que vai ficar na história não é 31 de março coisa nenhuma. É o golpe do dia da mentira de 1 de abril de 64, isso sim. Com essa atitude de excluir a data, a presidenta Dilma dá uma demonstração que vem para colocar a história no seu devido lugar.
A Redentora Gloriosa Revolução de 1964 não passa de um brutal golpe que a partir do nosso país atingiu toda a América do Sul num efeito dominó. E o Brasil na América de hoje está sendo a última nação a colocar a gorilada fardada no limbo da história, que é seu lugar. Vivemos uma vergonha maior que a de ser o último país na América a libertar os escravos.
Golpe entreguista, feito por uma gorilada nada gloriosa que é um degrau descendente na evolução do que Lampião chamava de “macaco” a policia. Não é politicamente correto compará-los com os primatas, é que os primatas não merecem tal comparação. A volante dos gorilas entrou na biblioteca da minha casa no dia da mentira de 1964.
Queimaram metade dos livros. Deixaram como prova da gorilada entre outras a queima do romance” O Vermelho e o Negro”, de Stendhal, ficando intacto o exemplar de “A Origem da Família da Propriedade Privada e do Estado” do Friedrich Engels. É a mais pura verdade.
É um passo, ainda que pequeno diante das atrocidades cometidas. Entretanto, simboliza novos ventos com o acerto à nossa história. Só abolir do nosso calendário democrático a obrigação de reverenciar a ditadura a 31 de março quer significar uma ruptura simbólica, que pouco a pouco, vai refazer a dignidade da pátria.
Tomará que seja um primeiro passo para esclarecer as novas gerações, o que de fato vivemos e quem são os heróis e os bandidos desse episódio histórico que ceifou a democracia nascente que vinha, como uma flor, pedindo carinho e atenção!
Vamos agora à Comissão da Verdade para limpar e refazer a alienação que fizeram contra a honra e o caráter, a dignidade e os princípios dos homens e mulheres brasileiras que lutaram e são exemplos na nossa história libertária pela autonomia deste nosso povo alegre, belo, viril e trabalhador, disposto e consciente a manter, exaltar e ampliar seus direitos à liberdade, determinação e auto-estima. Mais ainda, agora com a Dilma como profetizou o ex-presidente Lula.


Por Luiz Edgard Cartaxo de Arruda Junior.
Memorialista. cartaxoarrudajr@gmail.com
Recebido po email

sábado, 2 de abril de 2011

O MIMIMI do São Paulo!

Pablo Rey/UOL


SP acusa defesa do Santa Cruz de excesso de violência e quer atenção de CBF e FPF

São Paulo relata pancadaria no Recife e elege arbitragem como maior vilã no ano

Bruno Thadeu
Em São Paulo
O São Paulo aponta a arbitragem como seu maior obstáculo na temporada. Diretoria e jogadores têm manifestado revolta com a postura dos juízes nos jogos pelo Paulistão e Copa do Brasil. A última queixa ocorreu na derrota contra o Santa Cruz, 1 a 0, no Recife, em que a arbitragem teria permitido pancadaria por parte do clube nordestino.
Antes disso, o clube do Morumbi já havia acionado a Federação Paulista de Futebol (FPF) por duas vezes, uma delas antes do clássico contra o Corinthians, em Barueri, quando se considerou "perseguido" pelos juízes. Foram enviados à FPF dossiês com vídeos editados dos supostos erros.
A diretoria do São Paulo entregou um documento à Federação Paulista de Futebol (FPF) criticando a atuação do árbitro Marcelo Rogério por não ter assinalado pênaltis em dois lances que o clube do Morumbi acredita ter ocorrido na vitória contra o Grêmio Prudente, 1 a 0, no interior.
Apesar de enfrentar o Mirassol, domingo, às 16h, em Barueri, o foco do São Paulo está voltado para quarta-feira, quando encara o Santa Cruz, no jogo de volta pela Copa do Brasil. Empate elimina o time paulista da competição de mata-mata.
Espero só que a arbitragem seja digna do futebol. O Lucas foi caçado em campo [contra o Santa Cruz]. O aprendizado é importante para ele. Têm marcações severas, mas ali foi pancadaria. A arbitragem deixou muito a desejar. Talvez porque estivesse apitando local. Deixou o jogo correr, reclamou o técnico Paulo César Carpegiani, na sexta.
O São Paulo não pretende acionar a CBF para pedir atenção na escolha da arbitragem para o jogo da Copa do Brasil.



Melhores Momentos

Opinião dO Cachete:
É muito MIMIMI do São Paulo. Se o Lucas foi caçado em campo, por que não saiu de ambulância? Everton anulou ele! E ele ficou magoado! O Santa Cruz jogou com raça e duro. Mas não foi violento. Landu levou um tapa e um empurrão e ficou por isso mesmo. O Santinha teve um penalti a seu favor garfado. Rogério Ceni quase enfiou a porrada no juiz e saiu no lucro com um cartão amarelo - o único cartão do São Paulo.
O problema é que se o juiz não puxa para o São Paulo, e ele perde, a casa cai. E todo mundo é culpado, menos o time do São Paulo. Imaginem agora se o time o qual o São Paulo perdeu é um time do Nordeste, jogando com 10 em campo e da 4ª Divisão (ou Série D)??? Vão jogar mais bola e reclamar menos!

Depois ficam com raiva quando "os mano" do Corinthians chamam vocês de BAMBI...

Este post é dedicado aos meus amigos @LuizAlaca e @Botecoterapia que, se morassem em Pernambuco, seriam Torcedores Corais com toda certeza!

Um Conselho ao Blogueiro Augusto Nunes e ao Jornalista Celso Arnaldo


Augusto Nunes e Celso Arnaldo

Alguém já observou a rasgação de seda entre Blogueiro Augusto Nunes da VEJA e o Jornalista Celso Arnaldo?  É muito carinho, nas palavras do poeta Jessier Quirino, é "aquela amoridade...".
Pesquisando na internet, encontrei uma matéria no Jornal Liberal que aplica-se como uma luva para a dupla acima. mas não é qualquer luva, é uma luva de pelica, bordada, com toques de strass,,, Um luxo só!

Abrindo o Jogo
Luiza Cazetta - editornet@liberal.com.br
João Carlos Nascimento   

Para Evandro, uma conversa franca e tranquila com a família é fundamental
Mais do que temer pela reação dos amigos mais conservadores, o maior receio dos jovens que pretendem assumir a homossexualidade é sobre como a família vai reagir à revelação. O medo de os pais não aceitarem a orientação sexual do filho deixa muitos jovens angustiados. O universitário Stênio Rodrigo de Oliveira (24) afirma que é um momento muito delicado.
"Quando você é pai, você tem expectativa com seu filho, você acha que terá neto, então é um choque para os pais. Com isso, você, que é filho, acha que é um bicho de sete cabeças, acha que vai apanhar, que vão te colocar para fora de casa", conta. Segundo Stênio, os pais ficaram sabendo que ele era homossexual e o chamaram para conversar. "Meus pais choraram, foi estranho quando eu conversei com eles", lembra o estudante que tinha 18 anos na época.

MUITA CONVERSA O jornalista Evandro Molina (23) contou para família que era gay quando estava prestes a completar 18 anos. Apesar de afirmar que ocorreu de maneira tranquila, ele confessa que foi preciso muita conversa. "Falei muito com meu pai, minha mãe e meu irmão para mostrar que não tem nada demais, que é normal, natural. É um processo, cada dia você vai colocando um tijolinho. Os meninos contam para as mães quando estão namorando. Por isso, para viver na plenitude, não é só contar, é fazer isso uma coisa normal, do dia a dia", enfatiza.
Evandro conta que sentia necessidade de contar para a família. "Eu não queria viver uma mentira e nem de aparência. Eu achava que tinha que contar para servir de exemplo para os outros, pois sei que muitas pessoas passam por isso e que é difícil. Queria também ser solidário, ajudar as pessoas", conta.
Hoje, Evandro tem uma relação muito próxima com a mãe. "Eu conto, ligo para ela quando fico chateado por ter brigado com alguém que eu gosto, quando eu estou namorando. Eu tenho esse apoio", afirma. Quando estava namorando, Evandro chegou a apresentar o namorado à família. "Ele frequentava minha casa, conheceu meus pais, saiu com minha mãe. Era um relacionamento normal, igual quando os filhos levam a namorada para casa", afirma.
Já Stênio afirma que os pais não ficam contentes com sua orientação sexual, porém, passaram a aceitar. "Eu namoro há mais de um ano e ele frequenta a minha casa normalmente. Há um diálogo, meus pais conversam com ele", explica.
Encarando a situação
"A melhor saída é contar. É melhor tanto para os pais quanto para o filho", afirma o universitário Stênio Rodrigo de Oliveira (24). O jornalista Evandro Molina (23) também acredita que a conversa é a melhor alternativa. "Porém, nunca fale numa situação que você está nervoso ou brigando com os pais. Espere sempre o momento oportuno para ter uma conversa tranquila", aconselha. Contudo, Evandro acredita que é preciso estar consciente dessa decisão. "A pessoa tem que estar madura para contar isso. Se você acha que não deve contar, também não faça algo que você acha que não deve fazer", afirma.


Opinião dO Cachete:
Augusto e Celso. Eu também acho que o segredo é contar. Sair do armário poderá ser até benéfico para a relação de vocês e para a própria profissão. O mundo está tendendo a ser menos homofóbico e a pressão é bem menor, sobretudo, para pessoas homossexuais idosas (as famosas bichas velhas!). Pensem nisso e sucesso na relação! 

Apesar da brincadeira acima, Abaixo a Homofobia!!!!!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Caso Bolsonaro: Viviane, Cony e Xexéo na CBN

João Paulo X João da Costa - Vai Dar Merda, Zero Meia!


Arma-se uma situação bastante complicada para o PT em Recife. Trata-se do embate entre o Ex-Prefeito e Deputado Federal João Paulo e o atual Prefeito João da Costa. Vejo um trem no fim do túnel e ele está vindo em direção ao PT. A Executiva Municipal não está sabendo administrar o cabo de guerra entre os dois e vai perder muita coisa com isso. Gravem nos seus HDs, CDs, DVDs e Pendrives o que eu vou falar. Do jeito que a coisa (Que não é o Sport Recife!) está indo, João Paulo vai pedir desfiliação do PT, vai se filiar a um partido qualquer e vai disputar as eleições de 2012 com João da Costa. Como o pernambucano não vota em partido, vota no candidato, com o carisma que João Paulo tem (O deputado do PT mais votado no Brasil), com a a falta de carisma e expressão junto ao povo que João da Costa tem, advinha quem vai ser o próximo Prefeito de Recife????  Como diz o Capitão Nascimento, "Vai dar merda, Zero Meia!".

Dilma é Aprovada por 73% da População, diz Ibope


Sorry, Zona Sul!

A primeira pesquisa Ibope sobre o governo de Dilma Rousseff, divulgada nesta sexta-feira, aponta que a presidente tem a aprovação de 73% da população e é reprovada por 12%. Cerca de 14% dos entrevistados disseram não saber julgar ou não quiseram responder.
O Ibope entrevistou 2002 pessoas em 141 municípios brasileiros.
A pesquisa, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), pediu para os entrevistados avaliarem o governo em nove áreas.
De acordo com o levantamento, as políticas de combate à fome e à pobreza e as medidas de redução do desemprego são as mais em avaliadas pelos eleitores, com 61% e 58% de aprovação, respectivamente.
As áreas com maiores percentuais de insatisfação, por outro lado, são a de Impostos e Saúde, ambas com 53% de desaprovação.
Ainda segundo a pesquisa, 56% dos eleitores entrevistados consideram o governo Dilma “ótimo” ou “bom” e apenas 5% “ruim” ou “péssimo”. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Outro levantamento, divulgado pelo instituto Datafolha no último dia 20 de março, apontava que 47% dos brasileiros consideram o governo Dilma “ótimo” ou “bom”.

Rodrigo Durão Coelho - BBC Brasil 

Opinião dO Cachete:
Eles continuam unidos! A turma da Kombi, que depois virou a Turma do Novo Uno, está sempre unida nos 5% desde a Era Lula. E seguirão assim enquanto houver um Governo Popular e Progressista no Brasil. Mas isso não depende deles, não é?

Primeiro de Abril!!!!

 Graças a Deus!
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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)