Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O Blog Coturno Noturno...A Burrice Continua!

Clique na imagem para ampliar

O Blog Coturno Noturno, do alto de seu quepe - já ouvi algo parecido em algum lugar - criou uma petição online para provocar um debate entre Lula e FHC sobre os progressos de cada Governo. Uma grande bobagem, até por que o Presidente Lula não tem tempo, nem saco para aguentar 5 minutos de papo com o FHC. Sem falar que os números divulgados até pelo The Economist não mentem e não precisam da retórica demotucanalha para confirmá-los, ou não! Mas o bom é que o Petition Online me permitiu deixar uma mensagem aos nossos queridos da direita escrota, marrenta e raivosa... E dar mais uma porrada na cara na Mona Enrustida que se autodenomina "Coronel" mais uma vez! Sai desse armário, Coronel!!! Ah, povo burro!!!!
E por falar em povo burro....
Shami, muito obrigado pela dica de pauta!!!


sábado, 6 de fevereiro de 2010

O Cachete Pergunta; João Paulo Responde!

O Blog O Cachete perguntou Via Twitter ao Ex-Prefeito João Paulo para qual Cargo ele iria se candidatar. Resposta abaixo:
Obrigado pela atenção, João Paulo! Ganhou um voto! Boa sorte e sucesso!

Meus Caros Generais

Um testemunho fantástico, uma história triste, um apelo ao bom senso...

Meus caros generais

por Marcelo Paiva

Eu ia dizer “caros milicos”. Não sei se é um termo ofensivo. Estigmatizado é. Preciso enumerar as razões?

Cabelo para trás, soldado!

Parte da sociedade civil quer rever a Lei da Anistia. Sugeriram a Comissão da Verdade, no desastroso Programa Nacional de Direitos Humanos, que Lula assinou sem ler. Vocês ameaçaram abandonar o governo, caso fosse aprovado.

Na Argentina, Espanha, Portugal, Chile, a anistia a militares envolvidos em crimes contra a humanidade foi revista. Há interesse para uma democracia em purificar o passado.

Aqui, teimam em não abrir mão do perdão. E têm aliados fortes, como o presidente do Supremo, Gilmar Mendes, e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, que apesar de civil apareceu num patético uniforme de combate na volta do Haiti. Parecia um clown.

Vocês pertencem a uma nova geração de generais, almirantes, tenentes-brigadeiros. Eram jovens durante a ditadura. Devem ter navegado na contracultura, dançado Raul Seixas, tropicalistas. Usaram cabelos compridos, jeans desbotados? Namoraram ouvindo bossa nova? Assistiram aos filmes do cinema novo?

Sabemos que quem mais sofreu repressão depois do Golpe de 64 foram justamente os militares. Muitos foram presos e cassados. Havia até uma organização guerrilheira, a VPR, composta só por militares contra o regime.

Por que abrigar torturadores? Por que não colocá-los num banco de réus, um Tribunal de Nuremberg? Por que não limpar a fama da corporação?

Não se comparem a eles. Não devem nada a eles, que sujaram o nome das Forças Armadas. Vocês devem seguir uma tradição que nos honra, garantiu a República, o fim da ditadura de Getúlio, depois de combater os nazistas, e que hoje lidera a campanha no Haiti.

Sei que nossa relação, que começou quando eu tinha cinco anos, foi contaminada por abusos e absurdos. Culpa da polarização ideológica da época.

Seus antecessores cassaram o meu pai, deputado federal de 34 anos, no Golpe de 64, logo no primeiro Ato Institucional. Pois ele era relator de uma CPI que investigava o dinheiro da CIA para a preparação do golpe, interrogou militares, mostrou cheques depositados em contas para financiar a campanha anticomunista. Sabiam que meu pai nem era comunista?

Ele tentou fugir de Brasília, quando cercaram a cidade. Entrou num teco-teco, decolou, mas ameaçaram derrubar o avião. Ele pousou, saltou do avião ainda em movimento e correu pelo cerrado, sob balas.

Pulou o muro da embaixada da Iugoslávia e lá ficou, meses, até receber o salvo-conduto e se exilar. Passei meu aniversário de cinco anos nessa embaixada. Festão. Achávamos que a ditadura não ia durar. Que ironia...

MEU PAI CERCADO POR 3 FILHAS E PELA MÃE, AVÓ CECY, NA EMBAIXADA

NA EMBAIXADA. FESTÃO DE 5 ANOS. COM OS FILHOS DE OUTROS EXILADOS, PREPARADO PARA COMBATER A DITADURA [AO MEU LADO, GLAUCIA, FILHA DE ALMINO AFONSO]

Da Europa, meu pai enviou uma emocionante carta aos filhos, explicando o que tinha acontecido. Chamava alguns de vocês de “gorilas”. Ri muito quando a recebi.

Ainda era 1964, a família imaginava que fosse preciso partir para o exílio e se juntar na França, quando ele entrou clandestinamente no Brasil.

Num voo para o Uruguai, que fazia escala no Rio, pediu para comprar cigarros e cruzou portas, até cair na rua, pegar um táxi e aparecer de surpresa em casa. Naquela época, o controle de passageiros era amador.

Mas veio a luta armada, os primeiros sequestros, e atuavam justamente os filhos dos amigos e seus eleitores- ele foi eleito deputado em 1962 pelos estudantes.

A barra pesou com o AI-5, a repressão caiu matando, e muitos vinham pedir abrigo, grana para fugir. Ele conhecia rotas de fuga. Tinha um aviãozinho. Fernando Gasparian, o melhor amigo dele, sabia que ambos estavam sendo seguidos e fugiu para a Inglaterra. Alertou o meu pai, que continuou no País.

EU E EDU GASPARIAN, QUE FOI PRO EXÍLIO E DEIXOU TODAS AS GAROTAS DO COLÉGIO ANDREWS - RJ PRA MIM. QUE NÃO ME DAVAM A MENOR BOLA. DEVE SER A GOLA. OU A FRANJA

Em 20 de janeiro de 1971, feriado, deu praia. Alguns de vocês invadiram a nossa casa de manhã, apontaram metralhadoras. Depois, se acalmaram.

Ficamos com eles 24 horas. Até jogamos baralho. Não pareciam assustadores. Não tive medo. Eram tensos, mas brasileiros normais.

Levaram o meu pai, minha mãe e minha irmã Eliana, de 14 anos. Ele foi torturado e morto na dependência de vocês. A minha mãe ficou presa por 13 dias, e minha irmã, um dia.

Sumiram com o corpo dele, inventaram uma farsa [a de que ele tinha fugido] e não se falou mais no assunto.

Quando, aos 17 anos, fui me alistar na sede do Segundo Exército, vivi a humilhação de todos os moleques: nos obrigaram a ficar nus e a correr pelo campo. Era inverno.

Na ficha, eu deveria preencher se o pai era vivo ou morto. Na época, varão de família era dispensado. Não havia espaço para “desaparecido”. Deixei em branco.

Levei uma dura do oficial. Não resisti: “Vocês devem saber melhor do que eu se está vivo.” Silêncio na sala. Foram consultar um superior. Voltaram sem graça, carimbaram a minha ficha, “dispensado”, e saí de lá com a alma lavada.

Então, só em 1996, depois de um decreto lei do Fernando Henrique, amigo de pôquer do meu pai, o Governo Brasileiro assumiu a responsabilidade sobre os desaparecidos e nos entregou um atestado de óbito.

Até hoje não sabemos o que aconteceu, onde o enterraram e por quê? Meu pai era contra a luta armada. Sabemos que antes de começarem a sessão de tortura, o Brigadeiro Burnier lhe disse: “Enfim, deputadozinho, vamos tirar nossas diferenças.”

Isso tudo já faz quase 40 anos. A Lei da Anistia, aprovada ainda durante a ditadura, com um Congresso engessado pelo Pacote de Abril, senadores biônicos, não eleitos pelo povo, garante o perdão aos colegas de vocês que participaram da tortura.

Qual o sentido de ter torturadores entre seus pares? Livrem-se deles. Coragem.

Fonte:
Blog de Um Sem Mídia

PSDB Erra ao Utilizar Dados do Contas Abertas sobre o PAC

Um Partido que maldosamente altera números do PAC, cujo líder avisa que se eleger seu candidato presidente, cuja administração em São Paulo é caótica e responsável pelos alagamentos no estado.... é confiável? Você votaria nele?

PSDB erra ao utilizar dados do Contas Abertas sobre o PAC

O líder do PSDB na Câmara, deputado João Almeida, errou ao utilizar de forma equivocada informações do Contas Abertas sobre balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) referente a agosto de 2009. O parlamentar mencionou os dados de agosto de 2009, publicados pelo Contas Abertas, como se fossem comparáveis aos divulgados hoje. Com base nas informações distorcidas, o site do PSDB produziu matéria acusando a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, de ter manipulado os números. Na matéria publicada hoje, o site do partido destaca: “governo infla programa e omite fracasso em saneamento e habitação”. Na realidade, o levantamento do Contas Abertas realizado com base nas informações de agosto de 2009 dos relatórios estaduais da Casa Civil identificou que, até aquele momento, apenas 9,8% da quantidade total de empreendimentos havia sido concluída. Caso fossem excluídas as obras de saneamento e habitação, a quantidade de obras concluídas representaria 31% do total dos empreendimentos. Esses dados, relativos a agosto de 2009, o Contas Abertas confirma. É importante sublinhar que a entrevista que o economista Gil Castello Branco, do Contas Abertas, concedeu sobre o assunto ao portal R7, mencionada no site do PSDB, referiu-se a dados de agosto do ano passado, não tendo qualquer relação com os dados hoje divulgados no balanço do PAC 3 anos. O confronto de informações de agosto de 2009 com as informações divulgadas hoje pelo comitê gestor do programa, referentes a dezembro de 2009, é absolutamente incorreto.
Fonte:
Associação Contas Abertas
Assessoria de Comunicação

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

A Choradeira Continua... Mas o TSE disse não!

Buuuáááááá´.... Eu queria ser Presidente do Brasil!!!!

O ministro auxiliar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Joelson Dias, julgou improcedente a representação proposta pelos partidos de oposição (DEM, PSDB e PPS) contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, por propaganda eleitoral antecipada.

Na ação, os partidos pediam ao TSE a condenação do presidente Lula e da ministra Dilma ao pagamento de multa no valor entre 20 mil e 50 mil Unidades de Referência Fiscal (UFIR), algo entre R$ 21 mil e R$ 52 mil, que é o maior valor aplicável por propaganda antecipada.

Os partidos alegaram que a propaganda antecipada teria ocorrido durante os discursos do presidente Lula na inauguração da Barragem Setúbal, em Jenipapo (MG), e do Campus de Araçuaí (MG), ocorridas no dia 19 de janeiro deste ano.

O relator afirmou que nos discursos do presidente não há manifestações de apoio a qualquer eventual candidato, menção a candidaturas, pedido de voto, nem declarações que desabonem partidos oposicionistas ou algum de seus integrantes.

A propaganda eleitoral somente é permitida pela Lei das Eleições após o dia 5 de julho do ano eleitoral.
Fonte: UOL/Agência Brasil

Opinião deste Blog:

Agora chega, né? Já está enchendo o saco essa história de processo no TSE por propaganda antecipada...

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Um Porta-aviões Chamado Haiti

A IV Frota em ação: um porta-aviões chamado Haiti
Com a crise haitiana, a militarização das relações entre os EUA e a América Latina avança mais um passo, como parte da militarização de toda política externa de Washington. A intervenção é tão escancarada que o jornal chinês "Diário do Povo" pergunta se os EUA pretendem incorporar o Haiti como mais um Estado. Em apenas uma semana o Pentágono mobilizou para a ilha um porta-aviões, 33 aviões de socorro e numerosos navios de guerra, além de 11 mil soldados. A Minustah, missão da ONU para a estabilização do Haiti, tem apenas 7 mil soldados. O problema central para a hegemonia dos EUA na região é o Brasil. O artigo é de Raul Zibechi.

Raul Zibechi

A reação dos Estados Unidos de militarizar a parte haitiana da ilha logo após o devastador terremoto de 12 de janeiro deve ser considerada dentro do contexto gerado a partir da crise financeira e da chegada de Barack Obama à presidência. As tendências de fundo já estavam presentes, mas a crise acelerou-as de um modo que lhes deu maior visibilidade. Trata-se da primeira intervenção de envergadura da IV Frota, restabelecida há pouco tempo.

Com a crise haitiana, a militarização das relações entre os EUA e a América Latina avança mais um passo, como parte da militarização de toda política externa de Washington. Deste modo, a superpotência em declínio tenta retardar o processo que a converterá em uma de outras seis ou sete potências no mundo. A intervenção é tão escancarada que o jornal oficial chinês Diário do Povo (de 21 de janeiro) pergunta se os EUA pretendem incorporar o Haiti como um Estado mais da União.

O jornal chinês cita uma análise da revista Time, onde se assegura que “o Haiti se converteu no 51° estado dos EUA ou, pelo menos, seu quintal”. Com efeito, em apenas uma semana o Pentágono mobilizou para a ilha um porta-aviões, 33 aviões de socorro e numerosos navios de guerra, além de 11 mil soldados. A Minustah, missão da ONU para a estabilização do Haiti, tem apenas 7 mil soldados. Segundo a Folha de São Paulo (20 de janeiro), os EUA substituíram o Brasil de seu lugar de direção da intervenção militar na ilha, já que, em poucas semanas, terá “doze vezes mais militares que o Brasil no Haiti”, chegando a 16 mil homens.

O mesmo Diário do Povo, em um artigo sobre o “efeito estadunidense” no Caribe, assegura que a intervenção militar deste país no Haiti terá influência em sua estratégia no Caribe e na América Latina, onde mantém uma importante confrontação com Cuba e Venezuela. Essa região é, para o jornal chinês, “a porta de entrada de seu quintal”, que os EUA buscam “controlar muito de perto” para “continuar ampliando seu raio de influência sobre o sul”.

Tudo isso não é muito novo. O importante é que se inscreve em uma escalada que iniciou com o golpe militar em Honduras e com os acordos com a Colômbia para a utilização de sete bases neste país. Se, a isso, somamos o uso das quatro bases que o presidente do Panamá, Ricardo Martinelli, cedeu a Washington em outubro, e as já existentes em Aruba e Curaçao (ilhas próximas a Venezuela pertencentes a Holanda), temos um total de 13 bases rodeando o processo bolivariano. Agora, além disso, consegue posicionar um enorme porta-aviões no meio do Caribe.

Segundo Ignácio Ramonet, no Le Monde Diplomatique de janeiro, “tudo anuncia uma agressão iminente”. Esse não parece ser o cenário mais provável, ainda que se possa concluir duas coisas: os EUA optaram pelo militarismo para mitigar seu declínio e necessitam do petróleo da Colômbia, Equador e, sobretudo, da Venezuela para afiançar sua situação hegemônica ou, pelo menos, diminuir a velocidade deste declínio. No entanto, as coisas não são tão simples.

Para o jornal francês, “a chave está em Caracas”. Sim e não. Sim porque, com efeito, 15% das importações de petróleo dos EUA provém da Colômbia, Venezuela e Equador, mesmo índice da quantidade importada do Oriente Médio. Além disso, a Venezuela caminha para converter-se na maior reserva de petróleo do planeta, assim que se confirmarem as reservas do Orinoco descobertas recentemente. Segundo o Serviço Geológico dos EUA, seriam o dobro das da Arábia Saudita. Tudo isso seria suficiente para que Washington desejasse, como deseja, tirar Hugo Chávez do poder.

Ao meu modo de ver, o problema central para a hegemonia estadunidense no seu “quintal” é o Brasil. O petróleo é uma riqueza importante. Mas é preciso extraí-lo e transportá-lo, o que demanda investimentos, ou seja, estabilidade política. O Brasil já é uma potência global, é o segundo dos países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), ficando atrás em importância apenas da China. Dos dez maiores bancos do mundo, três são brasileiros (e cinco chineses). Nenhum destes dez bancos é dos EUA ou da Inglaterra. O Brasil tem a sexta reserva de urânio do mundo (com apenas 25% de seu território investigado) e estará entre as cinco maiores reservas de petróleo quando for concluída a prospecção da bacia de Santos. As multinacionais brasileiras figuram entre as maiores do mundo. A Vale do Rio Doce é a segunda mineradora e a primeira em mineração de ferro; a Petrobras é a quarta empresa petrolífera do mundo e a quinta empresa global por seu valor de mercado; a Embraer é a terceira empresa aeronáutica, atrás apenas da Boeing e da Airbus; o JBS Friboi é o primeiro frigorífico de carne de gado bovino do mundo; a Braskem é a oitava petroquímica do planeta. E poderíamos seguir com a lista.

Ao contrário da China, o Brasil é autosuficiente em matéria de energia e será um grande exportador. Sua maior vulnerabilidade, a militar, está em vias de ser superada graças à associação estratégica com a França. Na década que se inicia, o Brasil fabricará aviões caça de última geração, helicópteros de combate e submarinos graças à transferência de tecnologia pela França. Até 2020, se não antes, será a quinta economia do planeta. E tudo isso ocorre debaixo do nariz dos EUA.

O Brasil já controla boa parte do Produto Interno Bruto da Bolívia, Paraguai e Uruguai, tem uma presença muito firme na Argentina, da qual é um sócio estratégico, assim como no Equador e no Peru, que facilitam a saída para o Pacífico. Aí está o osso mais duro para a IV Frota. O Pentágono desenhou para o Brasil a mesma estratégia que aplica a China: gerar conflitos em suas fronteiras para impedir a expansão de sua influência: Coréia do Norte, Afeganistão, Paquistão, além da desestabilização da província de Xinjiang, de maioria muçulmana.

Na América do Sul, um rosário de instalações militares do Comando Sul rodeia o Brasil pela região andina e o sul. A pinça se fecha com o conflito Colômbia-Venezuela e Colômbia-Equador. Agora contará com o porta-aviões haitiano, deslocando desta ilha a importante presença brasileira à frente da Minustah. É uma estratégia de ferro, friamente calculada e rapidamente executada.

O problema que as nações e os povos da região enfrentam é que as catástrofes naturais serão uma moeda de troca corrente nas próximas décadas. Isso é apenas o começo. A IV Frota será o braço militar mais experimentado e melhor preparado para intervenções “humanitárias” em situações de emergência. O Haiti não será a exceção, mas sim o primeiro capítulo de uma nova série pautada pelo posicionamento militar dos EUA em toda a região. Dito de outro modo: nós, latino-americanos, corremos sério perigo e já é hora de nos darmos conta disso.

Tradução: Katarina Peixoto

Recebido por e-mail - Copyleft Carta Maior

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Férias do Cachete!!!

O Editor-Chefe do Blog O Cachete se encontra neste momento em férias no Rio de Janeiro.... Eu mereço!!! Mas aguardem postagens da "Sucursal Rio de Janeiro dO Cachete"...

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Ode ao Comentarista Anônimo.


ODE AO COMENTARISTA ANÔNIMO

Giovani de Morais e Silva
Você amigo anônimo.
Que teme o que vai dizer.
Que se esconde não sei de que.
Que se expressa de forma vil.
Que vomita pensamentos,
Que não pensa nos tormentos,
Que afligem a quem não te viu.

Seja mais forte, tenha coragem,
Mostre sua cara, mostre seu brio
Pense em você e na sua imagem.
Não seja assim tão vazio.

Mas se omites a tua cara,
Mas disparas a tua fala,
De forma grosseira e pouco gentil,

Eu vou te dar um conselho,
Não te olhes mais no espelho,
E vá prá P.... que o pariu!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Choradeira Geral!!!!

Pode chorar, pode chorar! (Bety Carvalho)
Após a pesquisa CNT/SENSUS eu resolvi dar uma passada nos Blogs da concorrência. Gente, tá uma choradeira só!!!!
Reinaldo Azevedo:
Fez uns 4 posts tentando explicar a Pesquisa. Uma explicação mais complicada que a outra... e no final.... nada!
Augusto Nunes:
Fez um post onde ele fala de pesquisas que apontavam uma coisa e na eleição foi outra. Renegou o valor das pesquisas.
Blog Coturno Noturno:
Também tenta explicar a pesquisa e desqualifica tanto a pesquisa CNT/SENSUS quanto a BAND/VOX POPULI. O Coronel imbecilóide chega a falar a pérola "Entre todos os partidos, ninguém teve mais sorte do que o PT. E ninguém teve mais azar do que o DEM e o PSDB."

É incrível como de uma hora para outra as pesquisas - antes esfregadas nas nossas caras ,quando Dilma tinha menos de 15% das intenções de voto - passaram a ser desacreditadas e/ou deturpadas pelos blogs e sites de direita. Pura Demotucanalhice.
Sempre falei e continuo falando que não acredito em pesquisas. Sempre existe a possibilidade de detonar os dados - seja para cima ou para baixo. Mas é muito bom sentir o gostinho da vitória que há de vir e ouvir a choradeira demotucanalha pigueana. E eu nem quero falar sobre a aprovação do governo Lula... Detesto ver marmanjo chorando!

Pesquisa CNT/SENSUS

Avaliação positiva do governo Lula alcança 71,4%, informa CNT/Sensus
Valor Online01/02/2010 12:08

BRASÍLIA - A avaliação positiva do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve novo avanço. Pesquisa divulgada hoje pelo instituto Sensus e Confederação Nacional do Transporte (CNT) mostrou que 71,4% dos entrevistados consideraram a atual gestão como positiva. No levantamento anterior, de novembro de 2009, esse percentual estava em 70%.

Apesar de alta, a oscilação ficou dentro da margem de erro, de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Para 22% dos consultados no levantamento de janeiro, a administração Lula foi considerada como regular. Já 5,8% analisaram a gestão como negativa. Em novembro do ano passado, essas parcelas correspondiam a 22,7% e 6,2%, respectivamente.

A sondagem CNT/Sensus trouxe ainda um crescimento na aprovação do desempenho pessoal do presidente, de 78,9% para 81,7%. A parcela dos que reprovam o presidente saiu de 14,6% em novembro para 13,9% neste estudo. O grupo daqueles que não responderam ou não sabem foi de 6,5% para 4,4%.

O diretor do instituto Sensus, Ricardo Guedes, destacou o fato de o presidente manter " um alto índice de popularidade " e atribuiu o desempenho a uma forte percepção da população de que ocorreram melhorias no país.

" Essa percepção consubstancia o aumento de popularidade de Lula e, por tabela, houve um aumento nas intenções de voto na eventual candidata do governo à sucessão deste ano (a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff) " , comentou.

Entre os exemplos de melhoria, apareceu a queda do desemprego. Em março de 1998, para 57% dos consultados, o desemprego liderava a lista de problemas do país. Na pesquisa recente, ficou em terceiro lugar, com 19% de indicações.

A CNT/Sensus revelou ainda que o índice de satisfação com o país cresceu de 15% em março de 1998 para 48% na sondagem de janeiro de 2010.

A 100ª Pesquisa de Opinião Pública abrangeu 136 municípios do país. Foram feitas 2 mil entrevistas entre os dias 25 a 29 de janeiro. A margem de erro é de 3 pontos, para mais ou para menos.

(Azelma Rodrigues | Valor)
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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)