Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

As Cinco Fases do José Serra



Em qual fase o Serra está Agora?

Fase 1 - Negação

"Dilma não pode estar com mais de 50% nas pesquisas. Os institutos de pesquisa precisam ser auditados."

Fase 2 - Raiva

"Dilma e o Governo do PT foram os responsáveis pela quebra do sigilo fiscal da minha filha!".

Fase 3 - Barganha

"Lula é um grande estadista que possui uma história na política brasileira"; "Vou aumentar o Salário Mínimo para R$ 600,00"; "Vou aumentar as Aposentadorias em 10%".

Fase 4 - Depressão

"Eu sou o candidato mais preparado!".

Fase 5 - Aceitação

"O Brasil precisa de um 2º Turno para que as propostas seja mais bem apresentadas por ambos os lados".

Comentário dO Cachete:
O triste ocaso de um desesperado... Se bem que a imagem da Girafa cairia melhor para o Marco Maciel...

terça-feira, 21 de setembro de 2010

José Serra - O Nosso Barão de Münchhaussen

José Serra em uma de suas aventuras!

Ele viajou em uma bala de canhão. Ganhou uma batalha cavalgando meio cavalo. Atirou em um alce com sementes de cereja e comeu as cerejas da árvore que cresceu na testa do alce anos depois... Agora promete que vai criar o 13º Bolsa Família - Programa apelidado por ele e por seus aliados, até o ano passado, como Bolsa Esmola ou Bolsa Vagabundagem! Este é o José Serra - O Barão de Munchaussen Brasileiro.

E ainda tem a cara de pau de chamar Lula de populista!

Só me lembra aquele pagode do Grupo Razão Brasileira:
"Aí vem o desespero. Machucando o coração. Eu me entrego por inteiro. Implorando o seu perdão".

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Tem Coisa que Só Vendo Para Crer!

Até o Tenor Bob Jeff já percebeu...
Clique na imagem para ampliar

Lula é Candidato ao Prêmio Nobel da Paz

O Cara!

By Jornal Correio do Brasil
20/9/2010 13:47, Por Redação, de Brasília

O presidente Luis Inácio Lula da Silva está entre os candidatos ao Prêmio Nobel da Paz. Diretor do Instituto Internacional para a Investigação da Paz, o norueguês Stein Tonnesson, teria confirmado a indicação de Lula, segundo agências de notícias internacionais. A divulgação dos premiados será em outubro. Em fevereiro, o jornal francês Le Monde já havia antecipado a indicação de Lula, mas o Instituto Nobel, por tradição não divulga a lista oficial dos candidatos. Na sexta-feira, o diretor do Instituto Nobel, Geir Lundestad, informou que há 165 personalidades e instituições propostas para o prêmio.

Stein Tonnesson afirmou ao Le Monde em fevereiro que a vitória de um político sul-americano que luta contra as desigualdades sociais é muito provável. Principalmente se esse político for o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Tonnesson disse que Berge Furre, membro do Comitê Nobel da Paz, é um grande admirador do presidente brasileiro.

Outra importante fonte de informação, o cineasta norte-americano Oliver Stone, conhecido por dirigir filmes como Nascido em 4 de Julho e JFK, é também um admirador do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e afirmou que o líder brasileiro pode ganhar o prêmio Nobel da Paz pelo acordo assinado no último dia 17 entre Brasil, Turquia e Irã, que estabelece o enriquecimento de urânio iraniano fora do território do país. Os iranianos são suspeitos de tentar fazer a bomba atômica, algo que negam.

– O Lula tem uma grande liderança. Caso ele consiga êxito no resultado do acordo, certamente será indicado ao Prêmio Nobel da Paz – previu o cineasta, em sua última viagem ao Brasil, no primeiro semestre deste ano.

O acordo não foi bem recebido pelos Estados Unidos, que liderou a quarta rodada de sanções do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) contra o governo do presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad. As relações entre Brasil e EUA foram brevemente afetadas pelo episódio e a secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, chegou a dizer que o acordo torna o mundo mais perigoso.

O cineasta disse que “o acordo está desafiando toda a dinâmica de poder (internacional)”. Ele afirmou ainda que o fato de o Brasil contrariar a política dos EUA é um exemplo das profundas transformações que os governos de esquerda trouxeram à região:

– Existem consequências para o mundo inteiro pelo fato do continente estar se tornando mais independente.

Debate dos Vices na BAND


Parabéns à BAND pela iniciativa

Mas... O debate foi chato. Chato devido à participação do "dublê de menino criado com vó", o Deputado Índio "Tonto" da Costa. Sua participação era mais ou menos assim:

Pergunta: Dep. Índio da Costa, o que o Sr. Acha do Show da Xuxa?
Resposta: "O Show da Xuxa é um bom programa da TV. Não é como o programa de Governo de Dilma que é ligado ás FARC, ao banditismo e à roubalheira na Casa Civil.

Pergunta: Dep. Índio da Costa, qual o seu perfume preferido?
Resposta: "Não é o mesmo da Dilma, que é ligada às FARC, ao banditismo e à roubalheira na Casa Civil.

Pergunta: Dep. Índio da Costa, o Sr. é casado?
Resposta: Sou! Mas não sou casado com a Dilma, que é ligada às FARC, ao banditismo e à roubalheira na Casa Civil.

CCHHAAATTOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!

O "Índio Tonto" não apresentou propostas, alternativas ou plano de governo em tempo algum. Ficou no ataque o tempo todo e não notou que esta estratégia está furada. Mesmo depois destas matérias da VEJA E fOLHA, a candidatura de Dilma está cada dia mais solidificada.
Agora, como está batendo o desespero, ele também tornou-se uma "Biruta de Aeroporto" (by Luis Nassif) igualmente a seu superior na chapa - o Vampiro Nosferatu Solitário.

- "Veja, Tonto! Ela está disparada lá na frente..."
- "Acho que não dá para alcançá-la, Zé!... Digo, Sr. Zorro!"

A participação do PV ficou apenas no mais novo slogan, com trocadilhos, do partido:"um partido programático, não pragmático". No Bom Dia Brasil de hoje, a Marina repetiu o mote! Eca!

O Vice do Plínio deu seu recado sem muitos ataques à Dilma e reservou a porrada final no Índio "Tonto" quando defendeu a reforma agrária, ao contrário do que disse o "Mauricinho do DEM" quando atacou o MST.

E meus cumprimentos ao Dep. Michell Temer! Muito equilibrado! Mesmo quando o "tontinho" chamava a Dilma de mentirosa (Desesperado e deselegante da parte do "Tonto"!) Deu show! Com tudo isso, e apesar de tão pouco, podemos dizer sem sombra de dúvidas: Estamos bem de Vice-Presidente... De Novo! Nosso abraço para o Vice-Presidente José de Alencar! Sua luta é um exemplo para o Brasil. Saúde e Paz, Sr. Vice-Presidente!

Uma Piada:
Se eleito for, prometo salário mínimo de R$ 600,00!!!!!

No último dia do Governo Fernando Henrique, um salário mínimo do trabalhador brasileiro equivalia a US$ 56 (aprox. R$ 100,00; hoje). Esse PSDB.... Não tem jeito!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Rubnei Quícoli - O Empresário Consultor Ficha Limpa


O Consultor, Empresário, Ficha Limpa Rubnei Quícoli
Processos no TRF - 3

"Quando a mídia chama um bandido de empresário, e o legítima, é porque não há diferença entre um e outro." By @flaerte

Espanto e pavor. Em Marte!

Estão na ribalta um candidato a Mussolini, ou a Hitler, ou a ambos, e uma assassina de criancinhas. Ou seja, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Palavras de Fernando Henrique Cardoso, Cesar Maia e Mônica Serra

Dilma e o PT vão mexicanizar o Brasil? CartaCapital prevê, pelo contrário, um avanço democrático

Estão na ribalta um candidato a Mussolini, ou a Hitler, ou a ambos, e uma assassina de criancinhas. Ou seja, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff. Palavras de Fernando Henrique Cardoso, Rodrigo Maia e Mônica Serra. Um alienígena que baixasse à Terra ficaria entre o espanto e o pavor. Quanto a nós, brasileiros, não é o caso de maiores preocupações.

No caso de Lula, cujo estilo mussoliniano o príncipe dos sociólogos aponta, vale admitir que outra citação possível seria a de Luís XIV, personificava o poder todo. “O Estado sou eu”, dizia o monarca por direito divino. Pois segundo FHC, o presidente afirma, nas entrelinhas da sua atuação, “eu sou tudo e quero o poder total”. E isto “não pode”, proclama o ex, com aquela riqueza vocabular que o caracteriza.

Rodrigo Maia percebe outra semelhança, com Hitler, o qual pretendia “extirpar” a raça judia assim como Lula pretende “extirpar” a gente do DEM. Quanto a Dilma Rousseff, a própria mulher do candidato tucano à Presidência, Mônica, enxerga nela, favorável ao aborto, uma matadora de criancinhas. O que talvez soe estranho a ouvidos qualificados para um debate sério sobre a questão, mas casa à perfeição com vetustas ideias pelas quais mastigar bebês era praxe entre comunistas.

A mídia nativa desfralda estas patéticas definições da lavra dos cabos eleitorais de seu candidato enquanto tenta transformar o Caso Erenice em escândalo de imensas proporções. O enredo suscitado pela quebra de certos sigilos passa para o segundo plano, mas ninguém se surpreenda se for ressuscitada a versão da “guerrilheira terrorista Dilma”, capaz de violências inauditas de arma na mão. A revista Veja está aí para estas coisas, enquanto a Folha de S.Paulo reedita na tevê um velho anúncio disposto a evocar Hitler para concluir, à moda fernandista, que algumas verdades constroem uma mentira.

Permito-me anotar que a reportagem de Veja sobre as traquinagens do filho de Erenice Guerra conta uma história, lamentável, de nepotismo e clientelismo, problema gravíssimo da política brasileira em todos os tempos. Aspecto comum, e condenabilíssimo, dos comportamentos de um poder sempre inclinado a instalar cabides de emprego e traficar influências. Certo é, contudo, que a nau capitânia da frota da Editora Abril não consegue provar a ligação entre os fatos denunciados e a campanha de Dilma Rousseff.

Sempre falta algo para fechar o círculo. A despeito, até, de José Dirceu, com sua mania de protagonismo. É dele uma observação cometida por ocasião de uma palestra para petroleiros baianos. Disse ele que o PT depois da vitória de Dilma no primeiro turno vai ficar muito mais forte, hegemônico mesmo. Nada tão estimulante, digamos, para Dora Kramer, em nova apresentação do seu penteado.

Regala-se a colunista, a ponto de anunciar que Lula “quer eliminar da política a possibilidade da oposição”. Ela atende a demandas e convicções da minoria branca, à espera da mexicanização do Brasil, via transformação do PT em PRI, sem contar as soturnas intenções de manietar de vez a nossa indomável imprensa. CartaCapital, como de hábito supõe outros desfechos de um pleito disputado pela atual oposição de forma nunca dantes praticada, em termos de hipocrisias, falsidades e baixezas.

Somos otimistas. Acreditamos que a gestão Lula e Dilma precipitará finalmente o surgimento de uma oposição não golpista, ao contrário da atual, golpistas até a medula, a mesma que, com iguais propósitos, foi situação. Das cinzas do desastre tucano nascerá, esta a aposta, um avanço democrático decisivo. Lula, com seus dois mandatos, é o elemento fatal do enredo, acima e além de alguns méritos do seu governo. O Brasil precisa superar, agora, e superará, uma quadra que ainda o viu tolhido pela presença do partido do golpe, entendido como garantia do privilégio e sustentado pela mídia, seu braço direito e porta-voz.

CartaCapital percebe os sinais, nem tão tímidos, da mudança em andamento. Concordamos com José Dirceu quando defende a liberdade de imprensa. Mas a questão é outra: esta mídia é visceralmente antidemocrática, embora nem por isso deva ser coibida. Está a ser punida, aliás, e de outra maneira: prova-se, já há algum tempo, que não alcança o público na sua maioria. Tal é a nossa convicção, a mudança se dará naturalmente. E por este trilho, a mídia nativa vai perder o emprego.

Mino Carta

Mino Carta é diretor de redação de CartaCapital. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital. Foi diretor de Redação das revistas Senhor e IstoÉ. Criou a Edição de Esportes do jornal O Estado de S. Paulo, criou e dirigiu o Jornal da Tarde. redação@cartacapital.com.br

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Quem Eram os Terroristas?



Fantástico!!!!

Dilma é do PT; Serra é do #PITI



Tem que combinar antes com o Candidato mais preparado para ser Presidente. Senão... dá nisso! A arrogância é grande, mesmo derrotado!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)