Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.

sexta-feira, 15 de abril de 2016

Jamais negarei que tenho ideologia!

"Jesus era Socialista!"

Faço parte de um Sistema Ideológico que prega a igualdade entre as pessoas. Que prega que somos iguais, resguardadas as próprias individualidades. Que não tem medo de fazer manifestações e reuniões em locais próprios para estas ou em lugares previamente combinados. Não nos envergonhamos dos símbolos que usamos no peito, em bandeiras, nas paredes de nossas casas, em nossos carros e trabalhos! 
Cantamos nossos hinos em júbilo à nossa ideologia. Temos nossos mártires! Fomos perseguidos.... Alguns de nós morreram por serem o que hoje somos. Por, mesmo sob torturas inimagináveis, jamais renegarem nossa ideologia. 
Quando nosso símbolo maior foi derrubado, e isto está nos livros de história, todos acreditaram que nossa ideologia havia morrido... 
Tivemos nossos símbolos jogados ao fogo... Mas, muitos de nós, apóstolos de nossa ideologia, se negaram a aceitar isso! Outros tantos a abandonaram em função de novas propostas que surgiram.... Que sejam felizes!! Respeitamos as liberdades de credos alheias. 
Erramos, também! Cometemos crimes! Sequestramos, torturamos e matamos pessoas de forma cruel e desumana... Era uma fase de radicalismo. De erro interpretativo da nossa doutrina por parte de alguns que, líderes dela, não souberam interpretar o que dizia o Livro que guiava as nossas idéias. 
Mas continuamos! Demos a volta por cima e estamos cada dia mais fortes... 
Sim... Não nego e jamais negarei!!! SOU CRISTÃO! E, por causa disso e por motivações semelhantes, também sou SOCIALISTA!

quarta-feira, 13 de abril de 2016

PSB: Um Partido que pode ser salvo por sua militância


CARTA ABERTA DA MILITÂNCIA DO PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO CONTRA O GOLPE.

O PSB em 2013 saiu do Governo Dilma " pela porta da frente", como bem disse Eduardo Campos. Saiu pois não queria continuar compactuando com as diversas concessões a direita brasileira, não concordava com a presença do PMDB e demais partidos de direita no Governo Dilma. Passado o tempo, diversas lideranças de esquerda do PSB se viram coagidas a se retirarem do partido por não mais encontrarem respaldo para as bandeiras dentro do PSB – aqui lamentamos profundamente a saída do Companheiro Glauber, da Companheira Erundina e do Companheiro e ex-Presidente do PSB, Roberto Amaral –. Esses eram quadros socialistas, sonhadores e ícones da esquerda brasileira e para nós, independentemente de suas atuais legendas, serão sempre companheiros, pois nosso campo de batalha é nas trincheiras da resistência da esquerda brasileira A Militância aguerrida, resistente e lutadora do PSB vem a público manifestar-se contraria à decisão da Executiva do Partido de apoiar um GOLPE de estado transvestido de impeachment. Sim, um golpe, pois atualmente não existe nada provado que leve a Presidenta da República a ser impedida de exercer seu mandato constitucional e legalmente investido. O crime de responsabilidade não está provado neste pedido. Por não estar provado e não existir fato concreto sobre absolutamente nada que comprove o crime de responsabilidade, o impedimento do atual mandato é golpe. Um golpe é caracterizado quando a ruptura da normalidade democrática é realizada. Por isso, nós da militância do PSB, não deixaremos de afirmar que o processo de impeachment tramitando no congresso é um cru e cruel golpe de estado. Entendemos que o momento político atual é conturbado e confuso. A existência de escândalos de corrupção é inegável e diversas investigações apontam para todos os lados. Não sobram partidos. Todos, inclusive o nosso, receberam doações de empresas investigadas na Lava-Jato. Entretanto, devemos nos ater que o processo de impedimento aberto contra a Presidenta da República não é referente à operação em curso ou a qualquer escândalo de corrupção. O que está posto hoje é um esquema generalizado de poderio econômico, lobby e todo tipo de interesses que só servem para uma pequena classe desse país, a classe política e empresarial. O dinheiro tomou conta dos partidos e as propinas correm solta nos corredores do nosso parlamento. Tudo isso está provado na Operação Lava-Jato. E temos de pontuar que esses esquemas surgiram desde Sarney – ou mesmo no período militar – e enraizaram-se na nossa República. O escancaramento dessa corrupção sistêmica e endêmica nos leva a reflexão de que o nosso sistema representativo partidário está falido e que nossa jovem democracia está sendo sustentada pelo poderio econômico de grandes empresas e políticos corruptos. Recentemente tivemos uma grande vitória em relação a isto – o fim do financiamento privado de campanha –. Agora é o momento de a bandeira da reforma política ser levantada. Reforma essa que deve ser construída com a sociedade civil organizada, com as ruas e, principalmente, com os jovens. Atualmente não vemos nossos representantes eleitos discutindo esse tema. O que está posto na cara da população brasileira é uma luta oca de poder pelo poder; cidadãos e partidos sem legitimidade e moral para levantar bandeiras anticorrupção; um fascismo crescendo exponencialmente; a grande mídia maculada com todos os interesses que prestam desserviços ao país. É nesse somatório de forças avessas à democracia que o nosso PSB se alinhou nos últimos dias. Alinhamento esse contrariado por grande parte de sua militância orgânica; alinhamento esse que trai todo o seu projeto político partidário; alinhamento que coloca o pragmatismo à frente de qualquer ideologia. A militância do Partido Socialista Brasileiro não concorda em ser peça desse golpe de estado perpetrado pelas forças mais conservadoras e esdrúxulas desse país. Não concordamos em trair o país. Não concordamos em ser uma massa de manobra nesse jogo odiento. Nós temos um lado e ele com certeza não é o lado da mídia, não é o lado de Temer e Cunha, tampouco o lado de Bolsonaro e de viúvas da ditadura militar. Nosso lado é o lado do povo, o lado da democracia, o lado dos artistas e intelectuais, o lado da luta e da resistência. Por isso, Senhores e Senhoras Dirigentes do PSB, Senhores e Senhoras parlamentares, O PSB NÃO COMBINA COM O GOLPE! NÃO VAMOS DESISTIR DA DEMOCRACIA !

Opinião dO Cachete:
O PSB é mais um partido que, assim como o PT, pode ser salvo por sua militância. Mas precisa aprender a ouvir a sua base.... Assim como o PT!

sábado, 9 de abril de 2016

Jornalista Bárbara Gancia: Demitida da BAND FM por se negar a não falar sobre Eduardo Cunha

Um belo depoimento!

Um GOLPE está em curso... E ele é multi-tentaculado! Possui braços políticos, empresariais e midiáticos... E algo em comum une estes braços... Um Corpo Fascista! Coordenado por Forças Externas financiadoras da prática golpista. Não nos entregaremos sem luta!

#Não_Vai_Ter_GOLPE 

Leandro Fortes: O Hipócrita e o Guerrilheiro

Joaquim Barbosa - Sonegador de Impostos

De um lado, Joaquim Barbosa, o menino pobre da Veja que comprou um apê de 1,2 milhão de reais, em Miami, em dinheiro vivo, depois de abrir uma empresa de fachada no paraíso fiscal das Ilhas Virgens Britânicas para não pagar impostos no Brasil. Do outro, José Genoíno, um brasileiro que pegou em armas contra a ditadura, foi preso e torturado, deu a volta por cima, entregou-se à luta política e manteve-se honrado, mesmo quando foi trucidado por ele, Joaquim Barbosa - essa figura lamentável que agora se revela. Só em um mundo bizarro como o nosso um Joaquim dessa laia poderia ter julgado um José dessa categoria.

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Fernando Rodrigues: Entrevista Completa com Benjamin Steinbruch da FIESP



Benjamin Steinbruch, Presidente da Federação das Indústrias de São Paulo. Este cidadão apóia o GOLPE contra Dilma. Prega a redução dos direitos trabalhistas e chega a falar que o trabalhador americano trabalha comendo sanduíche para ganhar tempo durante o almoço..
Imagine-se, agora, sem descanso remunerado, adicional de hora extra, adicional por trabalho noturno, adicional de férias e sem FGTS.... Este é o objetivo da FIESP, que sempre apoiou e financiou GOLPES no Brasil, desde o GOLPE MILITAR de 1964.

CUIDADO COM ELE!!!

terça-feira, 5 de abril de 2016

sexta-feira, 1 de abril de 2016

1º de Abril. O Dia da Grande Mentira. Ditadura Nunca Mais!

Pau de Arara
Já passava da meia noite quando os tanques foram para as ruas... Já não era mais 31 de março, como eles em seus discursos inflamados costumam pontear. Em um 1º de abril como hoje, há 52 anos, se iniciava um dos períodos mais dolorosos da História do Brasil. Período em que as pessoas andavam de cabeça baixa, não podiam dar opiniões. Não podiam ser "Petralhas" ou mesmo "Coxinhas"... Para eles, eram todos iguais no pior dos sentidos... Eram todos subversivos!
Muitos foram "visitados" em suas casas... Levados por carros descaracterizados, para lugares desconhecidos, por pessoas desconhecidas... Alguns nunca voltaram!
Alguns, como Herzog, foram voluntariamente até seus algozes... Também não voltaram para suas "Marias e Clarices"... Ou para seu "Abelardo", amigo do meu pai, que teve a mulher - Tia Lúcia, comunista, caçada como um animal nos canaviais da cidade de Moreno/PE. 
Ela passou meses escondida no terceiro quarto de nossa casa, no bairro da Estância no Recife, após ser resgatada pelo meu pai e seu marido no canavial cercado pela polícia e exército.

Mulheres perderam seus maridos, filhos, irmãos e pais. Homens perderam suas esposas, irmãs e filhas. Filhos e filhas perderam seus pais...

Vladimir Herzog
"Suicidado" pela Ditadura
Paus de arara, cadeiras do diabo, palmatórias, choques elétricos, afogamentos, alicates nas unhas e dentes... Foram usados em seres humanos por seres desumanos e covardes. Nas escuras dos porões dos DOIs e CODIs aparelhados e supridos pelo "Império do Norte"...

1º de Abril. O Dia da Grande Mentira Brasileira. Um mentira que ecoa até hoje. Que dói até hoje. Não houve Milagre Brasileiro. Não houve Revolução. Não houve ação Redentora. Apenas bocas caladas, dor e morte...

Hoje meu dia será de preces. Preces pelos que foram sequestrados, torturados, assassinados e "suicidados" nos porões da DITADURA MILITAR.... Vocês não serão esquecidos!

terça-feira, 29 de março de 2016

Ponte para o futuro: análise das consequências das 30 propostas do documento do PMDB para o Brasil

Enviado pelo gabinete do Senador Roberto Requião (PMDB-PR)
Senador Roberto Requião
PMDB/PR

Este resumo é dividido em duas partes. A primeira contém uma nova lista de propostas complementares que deverão ser incluídas no documento original, pela Fundação Ulysses Guimarães, de Moreira Franco, segundo o jornal Estado de São Paulo. A segunda é a lista de propostas originais.

a) Novas propostas que vão ser incluídas no documento Ponte para o futuro

Neste domingo, 27 de março, o jornal O Estado de São Paulo publicou novas propostas complementares ao documento Uma Ponte para o Futuro, também coordenadas pelo Moreira Franco.

1) Fim ou severa restrição aos subsídios da política industrial e de comércio exterior brasileira. Ou seja, o objetivo é acabar com as políticas que visam desenvolver e impedir maior desindustrialização do Brasil.

2) Henrique Meirelles ou Armínio Fraga no Ministério da Fazenda.

3) Não usar mais o excesso de rendimento do FGTS como fonte de recursos a “fundo perdido” para subsidiar e financiar o programa Minha Casa, Minha Vida. A razão disso é que o dinheiro do FGTS seria propriedade do trabalhador e não deveria ser usado para fazer política pública. Na prática, isso levaria a um desemprego em massa na indústria da construção civil, e muito menos pessoas teriam acesso à casa própria

4) Estender o Pro-Uni para o ensino médio com o objetivo de privatizar de forma muito mais generalizada o ensino médio.

5) Limitar o Pronatec, que é um sistema de bolsas de ensino, para cursos profissionalizantes rápidos para a camada mais pobre da população e que tem muita dificuldade material e não-material de realizar cursos profissionalizantes tradicionais que são extensos, dispendiosos ou focados para jovens com bom embasamento educacional.

6) Limitar as concessões de empréstimos estudantis pelo FIES. O objetivo declarado é gerar mais “meritrocracia”. Na prática, isso significa que milhões e milhões de jovens deixarão de ter acesso à universidade.

7) Concentrar os programas sociais apenas nos mais miseráveis, os 10% mais pobres, que vivem com menos de 1 dólar por dia.

8) “Intervenção no SUS”. Não sabem o que fazer com ele, só dizem que está sem controle e que precisa ser “reorganizado”. Na prática, certamente são desculpas para justificar a redução dos repasses orçamentários para o Ministério da Saúde. A “reorganização” é só uma forma de descobrir como fazer o SUS funcionar pelo menos precariamente com menos recursos. Ou seja, descobrir quem vai chorar menos se não puder mais ser atendido: os pacientes de câncer, ou com diabetes ou de tuberculose ou as grávidas com zica…

b) PONTE PARA O FUTURO

Abaixo as propostas iniciais do documento Ponte para o futuro.

Política fiscal e orçamento

9) Novo regime orçamentário, com o fim de todas as vinculações de receitas. Dito dessa forma, parece uma medida burocrática. Mas é simplesmente o fim de todo o modelo de financiamento da Educação e da Saúde Pública brasileiras.

10) A implantação do orçamento inteiramente impositivo. Quem não é especialista em assuntos do Parlamento pode não entender imediatamente o que isso significa. Mas significa talvez o fim de um dos últimos instrumentos de governabilidade nas mãos do Executivo. Essa medida faria com que o governo funcionasse na prática como um semi-parlamentarismo.

11) Fim de todas as indexações, seja para salários, benefícios previdenciários e tudo o mais. Quando a indexação é pelo salário mínimo, como é o caso dos benefícios sociais, a distorção se torna mais grave, pois assegura a ele um aumento real, com prejuízo para todos os demais itens do orçamento público, que terão necessariamente que ceder espaço para este aumento. Com o fim dos reajustes automáticos, o Parlamento arbitrará, em nome da sociedade, os diversos reajustes conforme as condições gerais da economia e das finanças públicas. Em contrapartida a este novo regime, novas legislações procurarão exterminar de vez os resíduos de indexação de contratos no mundo privado e no setor financeiro.

12) “Orçamento com base zero”, que significa que a cada ano todos os programas estatais serão avaliados por um comitê independente, que poderá sugerir a continuação ou o fim do programa, de acordo com os seus custos e benefícios. Hoje os programas e projetos tendem a se eternizar, mesmo quando há uma mudança completa das condições. De qualquer modo, o Congresso será sempre soberano e dará a palavra final sobre a continuação ou fim de cada programa ou projeto. Isso significa outro passo decisivo para o semi-parlamentarismo que alguns caciques defendem. Além disso, prejudicaria muito a gestão pública, já que todos os programas ficariam sempre à mercê de uma permanente negociação fisiológica.

13) Equilíbrio fiscal de longo prazo seria um dos princípios constitucionais que deve obrigar a Administração Pública, aprovando-se uma lei complementar de responsabilidade orçamentária. Busca-se com isso uma suposta trajetória de equilíbrio fiscal duradouro, com superávit operacional e a redução progressiva do endividamento público. Será apenas a recessão e o desemprego permanente.

14) Criação de uma instituição que articule e integre o Poder Executivo e o Legislativo, uma espécie de Autoridade Orçamentária, com competência para avaliar os programas públicos, acompanhar e analisar as variáveis que afetam as receitas e despesas, bem como acompanhar a ordem constitucional que determina o equilíbrio fiscal como princípio da administração pública. Isso foi recentemente aprovado no Senado em uma votação relâmpago com muito pouco acesso ao contraditório. É mais uma medida do projeto de limitar o poder do Executivo e criar um semi-parlamentarismo de fato.

15) Estabelecer um limite para as despesas de custeio inferior ao crescimento do PIB, através de lei, após serem eliminadas as vinculações e as indexações que engessam o orçamento. Isso gerará estagnação econômica, dificuldade de tirar o país da recessão e pode tornar o país ingovernável a menos que acabe ou desmonte boa parte dos programas sociais.

Previdência e demografia

16) Ampliar a idade mínima para a aposentadoria, de sorte que as pessoas passem mais tempo de suas vidas trabalhando e contribuindo, e menos tempo aposentados. Querem uma idade mínima que não seja inferior a 65 anos para os homens e 60 anos para as mulheres, com previsão da idade mínima aumentar dependendo dos dados demográficos.

17) É indispensável que se elimine a indexação de qualquer benefício, inclusive aposentadorias e auxílios a pessoas deficientes, ao valor do salário mínimo.

Juros e dívida pública

18) Aumento acentuado do superávit primário, ou seja, um mega arrocho fiscal. O instrumento normal para isso é a obtenção de um superávit primário capaz de cobrir as despesas de juros menos o crescimento do próprio PIB. Em tese, isso faria reduzir os juros. Mas não foi o que aconteceu em outras situações como no primeiro ano do mandato da Dilma.

Privatizações e infraestrutura

19) Maiores tarifas para os concessionários privados de serviços públicos: energia elétrica, gás, telefonia, internet, pedágios…

20) Privatizações. Executar uma política de desenvolvimento centrada na iniciativa privada, por meio de transferências de ativos que se fizerem necessárias, concessões amplas em todas as áreas de logística e infraestrutura

21) Fim do Regime de Partilha para o Pré-Sal.

22) Fim do controle da Petrobras sobre o Pré-Sal. Isso foi recentemente aprovado no Senado após um ano de manobras regimentais capciosas.

23) Estatuto das estatais. Promover legislação para garantir o melhor nível possível de governança corporativa às empresas estatais e às agências reguladoras, com regras estritas para o recrutamento de seus dirigentes e para a sua responsabilização perante a sociedade e as instituições. Medidas diversas para limitar a capacidade do governo usar as estatais para fazer políticas de interesse público e força-las à privatização.

Comércio Exterior

24) Focar na aliança comercial com grandes potências em detrimento do Mercosul. Regredir nos acordos do Mercosul em benefício de acordos com EUA e Europa.

25) Redução das tarifas e políticas que protegem o mercado e o emprego na indústria brasileira.

26) Incluir o Brasil nos novos acordos de investimentos que os EUA estão propondo na Ásia e no Atlântico Norte.

Política Social

27) Reduzir os gastos sociais em assistência, saúde e educação. Eufemisticamente propõem estabelecer uma agenda de “transparência” e de “avaliação de políticas públicas”, que permita a identificação dos beneficiários, e a análise dos impactos dos programas. O documento afirma que “o Brasil gasta muito com políticas públicas com resultados piores do que a maioria dos países relevantes”

Política trabalhista

28) Fim da CLT. Na área trabalhista, permitir que as convenções coletivas prevaleçam sobre as normas legais.

Política tributária e desburocratização

29) Na área tributária, realizar um vasto esforço de simplificação, reduzindo o número de impostos e unificando a legislação do ICMS, com a transferência da cobrança para o Estado de destino; desoneração das exportações e dos investimentos; reduzir as exceções para que grupos parecidos paguem impostos parecidos. O último item é um grande prejuízo para a política industrial brasileira e, portanto, ao emprego industrial e ao desenvolvimento tecnológico do país.

30) Promover a racionalização dos procedimentos burocráticos e assegurar ampla segurança jurídica para a criação de empresas e para a realização de investimentos, com ênfase nos licenciamentos ambientais que podem ser efetivos sem ser necessariamente complexos e demorados. O que os ambientalistas acham disso?

quinta-feira, 24 de março de 2016

Um Diálogo com um Pequeno Empresário Brasileiro


Leiam o diálogo (WhatsApp) abaixo que tive com um amigo que é dono de uma pequena empresa e concluam como pensa um pequeno empresário no Brasil. Imagine os grandes??? Confesso que me assustei...

PB - Tem cair todo o congresso e diminuir o tamanho do estado brasileiro.
Viva o anarcocapitalismo.
Imposto = roubo oficializado.
GM - Anarcocapitalismo???? KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
PB - Significa ausência de governo
PB - Imposto zero
PB - Livre mercado
GM - E como o Estado pagará suas contas??? Afinal, você também é contra as Estatais... Estou curiosíssimo para ler sua resposta!
PB - Primeiro temos que diminuir o estado
GM - Ok... Quanto??
PB - 90 por cento pelo menos
PB - Começa acabando com senado
PB - Diminuindo número de deputados
PB - Diminuindo o número de cidade
PB - Diminuindo número de estados
GM - Certo. Onde?? Bolsa família. Minha Casa, Minha Vida. SUS. Programas Sociais em geral... menos o Ciências sem Fronteiras... O Filhos da elite precisam estudar no exterior a baixo custo...
PB - Acaba com todo assistencialismo
GM - Vamos fundir ou implodir cidades???
PB - Juntar
GM - E os pobres que precisam dele???? Fodam-se!!! Não é isso???
PB - Tem cidade que é na verdade distrito de outra e só sair juntando
PB - Na hora que diminuir imposto a economia volta cresce
PB - E os pobres terão trabalho
PB - Hoje temos imposto e burocracia demais
PB - Trava a economia
GM - A que preço?? O preço que o patrão colocar.... Afinal, agora, com o estado mínimo, as garantias trabalhistas também reduzirão.....
PB - O mercado se auto regula , na hora que economia aquecer os salários sobem naturalmente
PB - Lei da oferta e procura
PB - Lei trabalhista mais desemprega do que ajuda
PB - Atualmente
GM - Na hora que o mercado aquecer, os salários diminuem... Muito emprego... o salário é ditado pelo patrão...
PB - Qualquer empresário pensa três vezes antes de contratar um funcionário devido às leis trabalhistas
PB - O trabalhador troca de emprego se o patrão paga mal
GM - Valeu, PB.... Já consegui solidificar minha ideia sobre este teu anarco-capitalismo... É um nome bonito para FEUDALISMO e ESCRAVOCRACIA! Bom dia!!

É triste, mas é verdade...
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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)