O Ministério das Minas e Energia do Paraguay informa que uma das causas do apagão pode ter sido um curto-circuito causado por uma revoada de aves de rapina de penas multicores e bico longo e curvado. A CESP precisa verificar isso urgente!!!
Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Possíveis Causas do Apagão...
O Ministério das Minas e Energia do Paraguay informa que uma das causas do apagão pode ter sido um curto-circuito causado por uma revoada de aves de rapina de penas multicores e bico longo e curvado. A CESP precisa verificar isso urgente!!!
terça-feira, 10 de novembro de 2009
As Quedas... Há Algo de Sinistro no Ar!!!!
A Queda do Caetano (09/11)
Mas há algo de muito sinistro nisso tudo... A saber:
Queda de Dinho Ouro Preto (01/11)
Queda de Roberto Requião (05/11)
Queda de José Serra (10/11)
O cantor Caetano Veloso, 67, caiu novamente durante uma apresentação. Desta vez, o acidente aconteceu na casa de shows Citibank Hall, em São Paulo, onde promovia o disco "Zii e Zie". Veja o vídeo que mostra o momento em que Caetano Veloso caiu do palco. O registro é de Daniela Arrais, repórter de Informática da Folha. Sabe-se que Caetano em recente entrevista falou mal de Lula... E caiu!!!
Mas há algo de muito sinistro nisso tudo... A saber:
Queda de Dinho Ouro Preto (01/11)
Dinho Ouro Preto - Cantor do Grupo Capital Inicial - que certa vez falou que era melhor cantor que Caetano Veloso. Caiu do palco durante um show em Patos de Minas (MG).
O Dinho Ouro Preto cantava a música "Que País é este?" Uma música de crítica política ao Poder Executivo do Brasil... Falou mal de Caetano e, no momento da queda, falava mal do Governo Federal....E caiu!!!
O Dinho Ouro Preto cantava a música "Que País é este?" Uma música de crítica política ao Poder Executivo do Brasil... Falou mal de Caetano e, no momento da queda, falava mal do Governo Federal....E caiu!!!
Queda de Roberto Requião (05/11)
Este blogueiro desconhece se o Roberto Requião falou mal do Lula, do Dinho ou do Caetano... mas caiu também... e feio!
Queda de José Serra (10/11)
Esse falou mal de Lula e Dilma... e também caiu!!!!! E vai continuar caindo.... Sinistro!!!!!!
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Cai Tanto, o Veloso... II - O Estabaco
da Folha Online
O cantor Caetano Veloso, 67, caiu novamente durante uma apresentação. Desta vez, o acidente aconteceu na casa de shows Citibank Hall, em São Paulo, onde promovia o disco "Zii e Zie". Veja o vídeo que mostra o momento em que Caetano Veloso caiu do palco. O registro é de Daniela Arrais, repórter de Informática da Folha.
Opinião do Blogueiro:
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK!!!!!!!!! Não deu para resistir......
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
No Brasil, 64% querem maior controle do governo na economia
Engolido do BBC - Brasil
A pesquisa feita a pedido da BBC em 27 países e divulgada nesta segunda-feira revelou que 64% dos brasileiros entrevistados defendem mais controle do governo sobre as principais indústrias do país.
Não apenas isso: 87% dos entrevistados defenderam que o governo tenha um maior papel regulando os negócios no país, enquanto 89% defenderam que o Estado seja mais ativo promovendo a distribuição de riquezas.
A insatisfação dos brasileiros com o capitalismo de livre mercado chamou a atenção dos pesquisadores, que qualificaram de "impressionante" os resultados do país.
"Não é que as pessoas digam, sem pensar, 'sim, queremos que o governo regulamente mais a atividade das empresas'. No Brasil existe um clamor particular em relação a isso", disse Steven Kull, o diretor do Programa sobre Atitudes em Políticas Internacionais (Pipa, na sigla em inglês), com sede em Washington.
O percentual de brasileiros que disseram que o capitalismo "tem muitos problemas e precisamos de um novo sistema econômico" (35%) foi maior que a média mundial (23%).
Enquanto isso, apenas 8% dos brasileiros opinaram que o sistema "funciona bem e mais regulação o tornaria menos eficiente", contra 11% na média mundial.
Para outros 43% dos entrevistados brasileiros, o livre mercado "tem alguns problemas, que podem ser resolvidos através de mais regulação ou controle". A média mundial foi de 51%.
"É uma expressão de grande insatisfação com o sistema e uma falta de confiança de que possa ser corrigido", disse Kull.
"Ao mesmo tempo, não devemos entender que 35% dos brasileiros querem algum tipo de socialismo, esta pergunta não foi incluída. Mas os brasileiros estão tão insatisfeitos com o capitalismo que estão interessados em procurar alternativas."
A pesquisa ouviu 835 entrevistados entre os dias 2 e 4 de julho, nas ruas de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Globalização
O levantamento é divulgado em um momento em que o país discute a questão da presença estatal na economia.
Definir para que caixa vai a receita levantada com a exploração de recursos naturais importantes, como o petróleo da camada pré-sal, divide opiniões entre os que defendem mais e menos presença do governo no setor econômico.
Steven Kull avaliou que esta discussão não é apenas brasileira, mas latino-americana. Para ele, o continente está "mais à esquerda" em relação a outras regiões do mundo.
A pesquisa reflete o "giro para a esquerda" que o continente experimentou no fim da década de 1990, quando o modelo de abertura de mercado que se seguiu à queda do muro de Berlim e à dissolução da antiga União Soviética dava sinais de esgotamento.
Começando com a eleição de líderes como Hugo Chávez, na Venezuela, em 1998, o continente viu outros presidentes de esquerda chegarem ao poder, como o próprio Luiz Inácio Lula da Silva, Evo Morales (Bolívia) e Rafael Correa (Equador).
Mas Kull disse não crer que o ceticismo dos brasileiros na pesquisa "seja necessariamente uma rejeição do processo de abertura dos anos 1990".
"Vimos em pesquisas anteriores que os brasileiros não são os mais entusiasmados com a globalização", disse.
"Eles ainda são bastante negativos em relação à globalização, e o que vemos aqui (nesta pesquisa) é mais o desejo de que o governo faça mais para mitigar os efeitos negativos dela, melhorar a distribuição de renda e colocar mais restrições à atividade das empresas."
Mas ele ressalvou: "Lembre-se de que a resposta dominante aqui é que o capitalismo tem problemas, mas pode ser melhorado com reformas. A rejeição ao atual sistema econômico e à abertura econômica não é dominante, é que há um desejo maior de contrabalancear os efeitos disto".
Opinião do Blogueiro:
Era de se esperar este resultado. Os próprios governos ditos capitalistas encontraram como solução dos problemas decorrentes da dita Crise Mundial de 2008/2009 a estatização mascarada de bancos e instituições financeira.
Outra fato a ser analisado é que o Sr. Kull (que nome, hein?) fala que "capitalismo tem problemas, mas pode ser melhorado com reformas". O capitalismo não tem problemas, o capitalismo é O Problema! Tanto que até os EUA não resistiram ao primeiro golpe da Tsunami da Crise Mundial (Lá! Aqui foi uma marolinha...) e teve que estatizar também. E não tem reforma que o salve.... O Sr. Kull (estou cismado com esse nome) foi sofista em sua análise...
Não apenas isso: 87% dos entrevistados defenderam que o governo tenha um maior papel regulando os negócios no país, enquanto 89% defenderam que o Estado seja mais ativo promovendo a distribuição de riquezas.
A insatisfação dos brasileiros com o capitalismo de livre mercado chamou a atenção dos pesquisadores, que qualificaram de "impressionante" os resultados do país.
"Não é que as pessoas digam, sem pensar, 'sim, queremos que o governo regulamente mais a atividade das empresas'. No Brasil existe um clamor particular em relação a isso", disse Steven Kull, o diretor do Programa sobre Atitudes em Políticas Internacionais (Pipa, na sigla em inglês), com sede em Washington.
O percentual de brasileiros que disseram que o capitalismo "tem muitos problemas e precisamos de um novo sistema econômico" (35%) foi maior que a média mundial (23%).
Enquanto isso, apenas 8% dos brasileiros opinaram que o sistema "funciona bem e mais regulação o tornaria menos eficiente", contra 11% na média mundial.
Para outros 43% dos entrevistados brasileiros, o livre mercado "tem alguns problemas, que podem ser resolvidos através de mais regulação ou controle". A média mundial foi de 51%.
"É uma expressão de grande insatisfação com o sistema e uma falta de confiança de que possa ser corrigido", disse Kull.
"Ao mesmo tempo, não devemos entender que 35% dos brasileiros querem algum tipo de socialismo, esta pergunta não foi incluída. Mas os brasileiros estão tão insatisfeitos com o capitalismo que estão interessados em procurar alternativas."
A pesquisa ouviu 835 entrevistados entre os dias 2 e 4 de julho, nas ruas de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.
Globalização
O levantamento é divulgado em um momento em que o país discute a questão da presença estatal na economia.
Definir para que caixa vai a receita levantada com a exploração de recursos naturais importantes, como o petróleo da camada pré-sal, divide opiniões entre os que defendem mais e menos presença do governo no setor econômico.
Steven Kull avaliou que esta discussão não é apenas brasileira, mas latino-americana. Para ele, o continente está "mais à esquerda" em relação a outras regiões do mundo.
A pesquisa reflete o "giro para a esquerda" que o continente experimentou no fim da década de 1990, quando o modelo de abertura de mercado que se seguiu à queda do muro de Berlim e à dissolução da antiga União Soviética dava sinais de esgotamento.
Começando com a eleição de líderes como Hugo Chávez, na Venezuela, em 1998, o continente viu outros presidentes de esquerda chegarem ao poder, como o próprio Luiz Inácio Lula da Silva, Evo Morales (Bolívia) e Rafael Correa (Equador).
Mas Kull disse não crer que o ceticismo dos brasileiros na pesquisa "seja necessariamente uma rejeição do processo de abertura dos anos 1990".
"Vimos em pesquisas anteriores que os brasileiros não são os mais entusiasmados com a globalização", disse.
"Eles ainda são bastante negativos em relação à globalização, e o que vemos aqui (nesta pesquisa) é mais o desejo de que o governo faça mais para mitigar os efeitos negativos dela, melhorar a distribuição de renda e colocar mais restrições à atividade das empresas."
Mas ele ressalvou: "Lembre-se de que a resposta dominante aqui é que o capitalismo tem problemas, mas pode ser melhorado com reformas. A rejeição ao atual sistema econômico e à abertura econômica não é dominante, é que há um desejo maior de contrabalancear os efeitos disto".
Opinião do Blogueiro:
Era de se esperar este resultado. Os próprios governos ditos capitalistas encontraram como solução dos problemas decorrentes da dita Crise Mundial de 2008/2009 a estatização mascarada de bancos e instituições financeira.
Outra fato a ser analisado é que o Sr. Kull (que nome, hein?) fala que "capitalismo tem problemas, mas pode ser melhorado com reformas". O capitalismo não tem problemas, o capitalismo é O Problema! Tanto que até os EUA não resistiram ao primeiro golpe da Tsunami da Crise Mundial (Lá! Aqui foi uma marolinha...) e teve que estatizar também. E não tem reforma que o salve.... O Sr. Kull (estou cismado com esse nome) foi sofista em sua análise...
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Toyota fará carro para países emergentes!

Engolido do Valor Econômico
Marli Olmos, de São Paulo
06/11/2009
06/11/2009
A fábrica que a Toyota vai construir em Sorocaba, interior de São Paulo, terá uma irmã gêmea na Índia. Ambas produzirão um novo modelo compacto, que está sendo especialmente desenvolvido para mercados emergentes. Depois de perder dinheiro por ter se concentrado demais nos Estados Unidos, a maior fabricante de carros do mundo percebe que não pode mais protelar seu crescimento nos mercados emergentes. Ao mesmo tempo, a companhia afirma publicamente que, apesar dos erros, está disposta a recuperar os princípios que a transformaram na montadora mais admirada na comunidade automotiva. A direção da filial brasileira não tem se interessado muito por entrevistas. Seu presidente, Shozo Hasebe, no cargo desde 2005, não é visto sequer em eventos com os próprios concessionários. A direção local confirma, no entanto, que os recentes resultados financeiros negativos no balanço mundial não impedirão o prosseguimento daquele que promete ser um dos mais ousados projetos da companhia no Brasil. Há dois meses começaram os trabalhos de terraplenagem no terreno que abrigará uma nova fábrica da Toyota em Sorocaba. A ideia é colocar a linha de montagem em operação em 2011. O mesmo carro, segundo confirma a empresa, será produzido numa nova fábrica, que também começa a ser construída próxima à instalação que a montadora já possui em Bangalore, na Índia. Sob o olhar de qualquer empresa que fabrica automóveis, soa estranho que a maior de todas tenha ainda presença tão tímida em determinados países. O Brasil é hoje o quinto maior mercado de veículos do mundo, atrás de Estados Unidos, China, Japão e Alemanha. A Índia ocupa o nono lugar desse ranking. No entanto, a participação da Toyota é de 2,8% no mercado brasileiro e de 2,6% no indiano. Mesmo levando em conta a conhecida cautela dos japoneses, a demora para reforçar presença nas regiões com consumidores de menor poder aquisitivo não se deveu apenas a eventuais dúvidas em relação a economias locais nem sempre estáveis. Segundo fontes que participaram dos últimos projetos da Toyota, as equipes de engenharia tiveram muita dificuldade para conceber um carro que fosse barato e que, ao mesmo tempo, atendesse aos conhecidos padrões de qualidade japoneses. Falou-se muito, no mercado, sobre a possibilidade de a companhia optar por um modelo da Daihatsu, uma marca coligada especializada em veículos mais simples. Mas, por fim, a montadora decidiu desenvolver um automóvel totalmente novo, voltado para mercados onde os concorrentes estão pensando da mesma forma. Entre os que participaram das discussões em torno do projeto, fala-se que a empresa está decidida a perseguir uma fórmula que a leve a ter no Brasil um carro abaixo de R$ 30 mil, preço dos modelos mais simples produzidos no país pelas montadoras europeias e americanas. Com a previsão de chegar ao final do ano fiscal, que se encerra em março de 2010, com prejuízo próximo de US$ 1 bilhão, há um mês o presidente mundial da Toyota, Akio Toyoda, revelou a jornalistas japoneses que a companhia estava "lutando pela sua salvação". A empresa passou pelas fases do "excesso de confiança nascido do sucesso", da "busca indisciplinada por mais" e da "negação do risco e do perigo", disse Toyoda, ao citar o livro "How the Mighty Fall" (Como caem os poderosos) do guru da administração Jim Collins. Para o professor José Roberto Ferro, um dos principais especialistas brasileiros no modelo Toyota de produção enxuta, a montadora está passando por um momento de reflexão dos erros. "Agora é a luta para continuar Toyota e não ser mais uma GM", afirma o pesquisador. "Eles erraram não porque o modelo está errado, mas porque teriam deixado de segui-lo", diz Ferro. O professor aponta as divergências entre dois grupos dentro da companhia. Um teria insistido na fórmula de crescer a todo o custo para ser líder. Esse grupo teria saído vitorioso quando a montadora japonesa conseguiu ultrapassar a General Motors. Quando a crise mundial atingiu profundamente o mercado americano ao mesmo tempo em que o câmbio desfavorável ao iene expôs o erro de depender demais de exportações a partir do Japão, a empresa acordou. Ao mesmo tempo, apesar de a centralização das decisões em uma única pessoa, como o presidente, vá contra a cultura da Toyota, a companhia decidiu trocar o comando, antecipando a condução de Akio Toyoda, neto do fundador da empresa, Kiichiro Toyoda, para o cargo de presidente, em junho deste ano. Apesar de fontes da indústria de autopeças garantirem que os principais fornecedores da fábrica de Sorocaba já terem sido escolhidos, pairam ainda algumas dúvidas. Ninguém duvida que a direção da Toyota seja capaz de interromper um projeto, mesmo se as obras estiverem adiantadas, se não estiver plenamente segura do investimento que está fazendo. Há cerca de dois anos, a montadora ergueu uma fábrica no Mississippi , Estados Unidos. Mas a conclusão do empreendimento foi interrompida sob a alegação de que é preciso esperar a crise passar. Mesmo no Brasil, há o caso do famoso terreno comprado em Indaiatuba (SP) em 1990, no qual a atual fábrica do modelo Corolla só foi construída seis anos mais tarde. Uma parte da filosofia de trabalho da Toyota se sustenta no respeito às pessoas. O americano Jeffrey Liker, autor do livro "The Toyota Way", lembra que, ao contrário de vários fabricantes de veículos dos Estados Unidos e Europa, não é costume da Toyota dispensar empregados e fechar fábricas nos países desenvolvidos ao mesmo tempo em que constrói novas fábricas em países de baixo custo. "Isso é uma coisa que a Toyota não faz; viola o respeito que a empresa tem pelo valor das pessoas", afirma o pesquisador, sem querer, no entanto, aprofundar-se nas questões que envolvem o investimento no Brasil . Entre os concessionários, porém, não há dúvidas de que o projeto do novo automóvel está mais do que definido. É o que pensa, por exemplo Mark MC Larty, presidente do conselho da holding americana MC Larty, dona de concessionárias em todo o mundo. "Faz tempo que faltam novos produtos da marca no Brasil", afirma o executivo. Somente nos Estados Unidos, a MC Larty tem 100 concessionárias, das quais 15 são Toyota. Com as perspectivas de negócios no Brasil, o grupo adquiriu três pontos de venda no Brasil, em parceria com a família Caltabiano. Agora chegou a vez da China, onde das 200 revendas do grupo, 11 são Toyota. "Na China, o mercado está pegando fogo", afirma. "No Brasil também é preciso seguir em frente", completa MC Larty.
Bye, Bye, Serra 2010!!!
Bye, Bye, Serra 2010!!!
sábado, 7 de novembro de 2009
Reunião da Cúpula do PSDB
FHC - O Salieri Tupiniquim
Bernardo compara FHC a desafeto de Mozart
Da Agência Estado
O Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse hoje, em Curitiba, que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, com o artigo publicado domingo no jornal O Estado de S.Paulo , em que criticou o governo Luiz Inácio Lula da Silva, está tentando “suprir a deficiência da oposição”. “Como ele é uma pessoa brilhante, de grande talento, e a oposição está numa mediocridade imensa, colossal, ele está tentando suprir isso”, concluiu. “Agora, o risco que corre é ele ficar parecendo o Salieri (maestro Antonio Salieri), que ficava criticando o talento de Mozart (músico Wolfgang Amadeus Mozart) porque ele não conseguia ter o mesmo talento, não conseguia ter o mesmo reconhecimento.”
Opinião deste blogueiro:
Parabéns, Ministro. Não pode haver comparação melhor!
"A inveja é uma merda!" - Bussunda
Opinião deste blogueiro:
Parabéns, Ministro. Não pode haver comparação melhor!
"A inveja é uma merda!" - Bussunda
Cai Tanto, o Veloso...
Ele caiu do palco em Brasília... E agora caiu o nível de sua credibilidade... Foi aos mais profundos charcos enlamaçados do pântano tucano... Caiu... Caiu... Caetano é um louco!
Agora ele canta...
"Gosto muito de você, tucaninho..."
Recado para o Caetano:
Prezado Caetano, é proibido proibir! Você, que um dia cantou contra a ditadura e o despotismo, agora se alia com as forças que apoiaram o regime militar.... Depois não vá dizer que está se "sentindo muito sozinho"...
Agora ele canta...
"Gosto muito de você, tucaninho..."
Recado para o Caetano:
Prezado Caetano, é proibido proibir! Você, que um dia cantou contra a ditadura e o despotismo, agora se alia com as forças que apoiaram o regime militar.... Depois não vá dizer que está se "sentindo muito sozinho"...
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Sabotei o Serra!
Sabotagem é o ato de impedir o pleno funcionamento de quaisquer mecanismos, institucionais ou não, que são contrários aos interesses dos sabotadores. A palavra sabotagem deriva de sabot, tamanco de madeira em francês, pois no seculo 18 e 19 estava associada com os operários que os usavam, que quando não estavam satisfeitos com as condições de trabalho, os atiravam entre as engrenagem das maquinas.
Explicações dadas, leiam agora o post do Sabotador Diogo Mainard (se tiverem estômago para isso!)
Ou seja, o Diogo "Menino de Vó" Mainard acha que se o Serra sair com o Aécio para Presidente, o PSDB sabota o PT! Claro como água cristalina.... Já que ele não pode argumentar, sabota!!!!
Promoção Relâmpago do Cachete!
Kit Mata-Vampiros Nº 2
Kit Mata-Vampiros Nº 3
Ou seja, o Diogo "Menino de Vó" Mainard acha que se o Serra sair com o Aécio para Presidente, o PSDB sabota o PT! Claro como água cristalina.... Já que ele não pode argumentar, sabota!!!!
Promoção Relâmpago do Cachete!
Kit Mata-Vampiros Nº 2
Kit Mata-Vampiros Nº 3Na compra de um dos nossos kits você ganha a foto abaixo para melhor identificação do Nefasto!
Despachamos para qualquer parte do Brasil... Principalmente São Paulo!
Despachamos para qualquer parte do Brasil... Principalmente São Paulo!
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Vampiro
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
UNIBAN - O Coliseu Paulistano
As imagens veiculadas pela televisão nos mostram uma estrutura física muito semelhante às arenas romanas... Onde a o palco é o centro do prédio onde são observados os gladiadores (alunos que são estimulados à competição sem escrúpulo por notas e empregos) e cristãos que serão devorados pelos leões (alunos vítimas de um sistema de ensino caro e ineficiente). Somou-se a isso uma sociedade preconceituosa e conservadora... Deu no que deu! Apedrejaram a suposta mulher adúltera! Temo que este conservadorismo bandeirante venha a ser repetido na política e São Paulo puxe mais uma vez votos para a eleição do atraso, do descaso pela coisa pública, dos hereges fariseus do PSDB/DEM!
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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)




