Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.
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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Núcleo de Consciência Negra da USP: Afastamento Não Basta!

Nota de Repúdio do Núcleo de Consciência Negra na USP sobre a abordagem policial racista ocorrida no dia 9 de Janeiro de 2011
A Polícia Militar está, pouco a pouco, mostrando à sociedade a razão pela qual ela foi colocada dentro do campus Butantã da Universidade de São Paulo pelo governo tucano. O suposto princípio de segurança do qual a reitoria se utiliza para combater a violência é na verdade uma fonte de violência e nós devemos nos perguntar quem, de fato, são os atingidos por ela.
O lamentável episódio de extrema violência policial contra Nicolas Menezes Barreto, aluno negro do curso de Ciências da Natureza, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) e contra Anita*, aluna negra do Curso de Matemática do Instituto de Matemática e Estatística (IME) e grávida de 5 meses, durante a invasão da polícia à um espaço estudantil não deixa dúvidas: dentro da USP assim como fora dela, a Polícia Militar aborda as pessoas de forma truculenta e abusa de poder contra aqueles considerados fora do estereótipo “burguês-estudante da USP”, ou seja, as pessoas negras e pobres.
Como entidade que discute a questão do racismo e acesso à Universidade, o Núcleo de Consciência Negra na USP (NCN) repudia veementemente as sucessivas e crescentes ações repressoras, fascistas e racistas da Polícia Militar e da Guarda Universitária dentro da Universidade, em especial a ocorrida no último dia 9, mas não somente ela, pois existem outros casos de agressão, coação e perseguição de cunho político e sócio-racial acontecendo cotidianamente na USP, e principalmente nas periferias.
Fica nítido no vídeo que entre os cerca de 15 alunos que protegiam o espaço de vivência do Diretório Central dos Estudantes (DCE-Livre) da USP que Nicolas ele era a pessoa que possuía a pele mais escura e por conta disso ele foi “o escolhido” para ser abordado e agredido pelo policial. Por ser negro, sim, Nicolas foi questionado sobre a sua condição de estudante da USP e antes mesmo de responder ao questionamento racista, foi abordado com tapas e teve uma arma apontada para sua cabeça.
É vergonhoso e não podemos aceitar a violência e o racismo policial em nenhuma parte do mundo e a nossa luta começa na USP, mas ultrapassa seus muros. Não podemos permitir que quando as pessoas negras e pobres vencem o filtro social do vestibular, elas sejam literalmente enquadrados por não estar de acordo com o “perfil USP”. Ironicamente, a USP possui apenas 10% de estudantes negros (FUVEST 2010), conta-se nos dedos os professores negros a ministrar aulas aqui e a única entidade que tem como linha política o questionamento disso, o NCN, está sendo ameaçado de fechamento e demolição do seus barracão pela Reitoria.
O NCN está, juntamente com o Instituto Luiz Gama, intercedendo para o devido auxílio jurídico aos estudantes agredidos, com a perspectiva de caracterizar as agressões como crimes de racismo e cobramos da USP e do Estado de São Paulo a exoneração imediata do Guarda Universitário e dos 2 PMs agressores. Afastamento não basta!


Opinião dO Cachete:
Sou contra a violência, mas me questionei... Quanto tempo o Sargento "Garcia" aguentaria num mano a mano com o Nicolas??? Armado e cercado de paus mandados fica fácil ser macho, não é?

PM Agride Estudante da USP: Continuação

Vídeo Rotacionado em relação ao Original

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Crise da USP Revela Fascistas!

Fascistas!
Nada é tão ruim que não possa piorar...

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Luiz Carlos Prates e a USP

É muito filho da puta para pouca puta que pariu...
Desculpem os palavrões... Mas ele merece!

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Decadence Avec Elegance!


Belos discursos, regados a Champanhe e Botox!

É isso o que acontece quando litros de Botox se infiltram na região da caixa craniana. Discursos sem sentido, vazios e tendenciosos. A historiadora (3:04 em diante) parece que fumou maconha!!! Não fala nada com nada!
Essa elite decadente me surpreende.. Reunião social para discutir a situação da USP??? É muito para mim!

terça-feira, 8 de novembro de 2011

A USP Não é a Cracolândia!

Show de coragem contra um estudante desarmado!

Podem me chamar de reacionário, babaca ou antiquado. Mas não consigo aceitar que fumar maconha, crack, ou o que seja, normal. E dentro de uma coletividade acadêmica, onde se presume que sairá a elite do conhecimento científico brasileiro, pior ainda! A USP não é a Cracolândia!!!
Também não aceito o comportamento da Polícia Militar do Estado de São Paulo, tratando estudantes como marginais. Não, Sr. Geraldo Alckmin, eles não são marginais, nem vagabundos (como alguns órgãos da imprensa os trataram)! São estudantes! Lutando por uma causa! E em sua maioria arrasadora, pessoas de boa índole! Logo, não os nivele por baixo! A USP não é a Cracolândia!
Quanto à imobilidade e falta de articulação da Reitoria da USP quanto a resolver de forma pacífica o impasse, não tem comparação! Foi de uma incompetência... assim... eu diria... Tucana!
Com isso, as relações entre o PSDB/DEM/PPS e a Elite Paulista, a qual faz parte a maioria dos estudantes da USP, azedaram... e muito! Quando a porrada comia na R. 25 de Março (camelôs) ou nas favelas e periferias paulistanas, era tudo normal. Mas agora essa violência, a policial, chegou aos seus filhos e com eles o buraco é mais em cima (buraco de pobre é que é mais embaixo). 
Espero que este sentimento de injustiça e exclusão que hoje esses jovens representantes das elites estão sentindo seja duradouro, que eles possam influenciar seus pais, e que a resposta a esta violência seja dada nas urnas... Eu acredito nisso!!!!
Estão vendo? Não sou reacionário, apenas romântico! Eu acredito em tudo...

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Estudante da UNESP é Perseguido e Ameaçado por Professor


Pedro Tosi - O Inquisidor
Ele não parece com o Agripino Maia?

"Olá companheiros/as da UNESP

Venho pro meio deste e-mail tornar público a todos/as um caso de clara perseguição em que estou sendo ameaçado de desligamento do curso (expulsão) pela burocracia acadêmica da UNESP.

Como muitos do m.e. da UNESP sabem, eu cursava Física Biológica na UNESP de S J do Rio Preto. Ano passado, porem, insatisfeito com o curso, prestei vestibular para História na UNESP de Franca e passei.

Na Semana de Calouros, em uma atividade com o Prof Pedro Tosi e a Profa Rachel Santana sobre “Educação e Sociedade”, fiz uma intervenção discordando dos posicionamentos do Prof. Tosi, que, no meu entender, demonstravam que o professor defendia uma Universidade Elitista e culpabilizava os professores da rede pela má qualidade da educação básica, deixando claro que eu defendia um projeto de educação diferente.

Na semana seguinte, esse professor, que dá aula pro primeiro ano, iniciou a aula tanto no período diurno quanto no noturno, me procurando e dizendo que iria “me colocar no eixo”. Em seguida, ao me localizar, deu uma aula de duas horas e meia expondo suas ideias e seu modo de ver a vida, onde, além de outras coisas, fez referência em defesa de Gilberto Freire; disse em certo momento em tom divertido: “quem quer dar a bunda dá, quer velcro cola, eu não faço essas coisas”; para no final da aula se dirigir a mim em tom provocador e dizer: “viu, porque é que não é possível existir uma Universidade para todos?”.

Respondi então ao professor que era deseducativo de sua parte retomar a discussão de segunda-feira – onde nem todos estavam – naquela aula e daquele jeito, critiquei inclusive suas ideias racistas, machistas e homofóbicas. O professor então me chamou de idiota, veio para cima de mim ameaçando que iria na delegacia, que iria me expulsar de sua aula e que eu não sabia com quem estava lidando, que ele era da Congregação e iria fazer da minha vida um inferno.

Na semana seguinte recebi um B.O. do professor onde ele me acusava de ‘desacato a autoridade’. Semana passada recebi então uma sindicância da direção a pedido do professor Tosi em que aponta a possibilidade do meu desligamento do curso (expulsão) em respeito ao artigo 161 do Regimento da UNESP: IV. praticar ato atentatório à integridade física e moral de pessoas ou aos bons costumes; VII - perturbar os trabalhos escolares, as atividades científicas ou o bom funcionamento da administração; X - desacatar membro da comunidade universitária;

De acordo com fontes que presenciaram a aula do professor que faz parte dessa sindicância, este já se pronunciou em favor da minha expulsão.

Esta marcada a audiência para quinta-feira (14/04) às 9:00. Gostaria de expor esse caso, que para mim demonstra um caso de perseguição política – pois de outra forma, nada justificaria uma sindicância forjada pela burocracia por uma discussão acadêmica em sala de aula – sendo levado a frente pela burocracia de maneira mais descarada possível, indo contra a liberdade de discussão. Já não bastasse tornarem os espaços físicos públicos da Universidade em privados, com catracas, proibições de manifestações estudantis, impossibilidade de utilizar salas para reuniões de entidades ou atividades de extensão, agora tornam os espaços de debate de ideias de maneira autoritária e ditatorial. Vivemos em uma ditadura mascarada, onde pouco a pouco nos proíbem de nos reunirmos e agora nos proíbem de pensarmos diferente dos professores!

Peço aos/as companheiros/as que acham isso um absurdo, para enviarem esse e-mail para todas as listas possíveis de executivas de curso, de movimentos, de sala, amigos, etc... Assim como peço também para discutirmos esse caso e para as entidades, CA’s, DA’s, correntes políticas, partidos, organizações, grupos que puderem e concordarem em enviar moções e todo apoio possível para barrarmos esse ataque.

Acontecerá também o Congresso dos Estudantes da UNESP e FATEC e o Encontro de Trabalhadores e Estudantes nos dias 21, 22, 23 e 24/04 em Rio Claro onde seria importante nos reunirmos para discutir essa e outras questões de repressão e autoritarismo que vem acontecendo em outros campus da UNESP, na USP e Unicamp, contra estudantes e trabalhadores.

Abraços,

Adriano
1º ano, História, UNESP Franca"

Engolido do Blog do Cappacete

sexta-feira, 17 de julho de 2009

O Trauma de José Serra... Estudantes

O Governador José Serra foi Presidente da União dos Estudantes do Brasil - UNE

Grupo de Estudantes da USP em Protesto

O Governador José Serra mandou "baixar a lenha" nos estudantes da USP durante manifestação no campus desta Universidade.

Time do Estudiantes da Argentina
O Governador José Serra, após criticar o Presidente Lula por ser declarado torcedor do Corinthians, foi assitir ao jogo Cruzeiro X Estudiantes. E o Cruzeiro perdeu a partida.... Vai ser pé frio assim no inferno!

Conclusão: O Governador José Serra sempre teve uma relação conturbada com os estudantes.... depois do jogo de ontem, será que vai ficar algum trauma?

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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)