Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Prisioneiros Sendo Transportados Para Guantánamo

Prisioneiros de Guantánamo sendo "transportados" de avião por soldados americanos. Circular Baghdad-Guantánamo...




Mais um Militar cobrindo o rosto com a mão!
Eles nunca assumem as merdas que fazem...

E esse país pede direitos humanos em Cuba... Vão se lascar!!!

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Movimentos pela Paz Exigem Fechamento da Base de Guantânamo


Mais uma Vergonha para a ONU!

O Conselho Mundial da Paz (CMP), o Movimento Cubano pela Paz (Movpaz), o Instituto Cubano para Amizade com os Povos (Icap) e mais de 30 outras organizações de luta pela paz no mundo divulgaram neste fim de semana (7 e 8 de maio) documento em que exigem a imediata retirada de tropas estrangeiras de territórios ocupados ao redor do mundo e a suspensão de programas nucleares com fins militares.

O documento é resultado do 2º Seminário Internacional contra as Bases Militares, realizado Guantânamo, em Cuba, com a participação de 36 países, e presidido pela dirigente do Conselho Mundial da Paz, Socorro Gomes.


Em seu discurso de abertura do evento, Socorro lembrou que a reunião estava se realizando ao lado da base que os Estados Unidos mantêm em território cubano. “Não há no mundo inteiro lugar mais emblemático para se falar de bases militares estrangeiras, de enclaves político-militares do imperialismo do que aqui nesta cidade”, afirmou ela.


Usando dados do próprio governo estadunidense, Socorro demonstrou que no final de 2010 aquele país mantinha um contingente de 2,4 milhões de pessoas engajadas em suas forças armadas. “Desse total”, afirmou, “ um milhão e meio de pessoas estão em serviço regular, mas outros 900 mil são classificados como adicionais, ou seja, são pistoleiros privados empregados em ações pelo mundo afora”.


Para a presidente do CMP, as bases militares e frotas navais do imperialismo estadunidense e seus aliados da Otan “servem a uma política hegemonista”. Acrescentou que “são instrumentos para ameaçar as forças progressistas e garantir a existência de governos submissos”. Entre os objetivos do imperialismo destaca-se “o saque e o controle das riquezas dos povos”.

O presidente do MovPaz, entidade cubana do CMP, José Ramón Rodrigues, disse que seu país já buscou todas as instâncias possíveis,o que inclui a Organização das Nações Unidas, mas não consegue êxito em suas tentativas de retirar de lá a base americana. Ele lembrou que o próprio acordo que estabeleceu a base, ainda em 1899, já expirou e nem assim os EUA cedem às pressões internacionais.

Muitos outros representantes de entidades de vários continentes denunciaram ações invasoras e os governos de seus países por permitirem a presença de bases dos EUA ou de seus aliados na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan). 

Comício

O documento final do encontro foi aprovado em ato público em uma praça junto à Baia de Guantánamo, com a participação dos delegados ao encontro e perto de 600 pessoas da comunidade. Ao fundo se podia ver as torres e outras edificações da base dos EUA.

O documento, que está sendo divulgado pelas entidades do CMP demonstra os malefícios das bases estrangeiras, das frotas navais e das usinas nucleares para uso militar. Por esta razão, uma das intervenções mais contundentes foi a do representante do Japão, que relatou o drama até hoje vivido pelas populações de Hiroshima e Nagasaki atingidas pelas bombas americanas há mais de seis décadas, no final da Segunda Grande Guerra.

O sentido geral das discussões reforça a compreensão de que é necessário tomar uma série de medidas para conter o avanço das bases militares estrangeiras e a corrida armamentista. O seminário resultou em compromissos das entidades participantes de ampliar e aprofundar a luta contra a militarização e as agressões imperialistas. Foi mais um passo no fortalecimento da luta pela paz e do papel do CMP.


Da redação, com informações do Cebrapaz.



Fonte: Portal Vermelho

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Wikileaks: Mais da Metade dos Presos de Guantânamo São Inocentes!

 E a ONU, faz o que???
Direitos Humanos??? Blah!

Os jornais El País,The New York Times e Washington Post publicam em seus sites na noite deste domingo (24/04) uma série de documentos secretos que revelam informações detalhadas sobre a base militar norte-americana de Guantánamo. Os três veículos falam das fichas de 759 dos 779 presos que passaram pela prisão.

As fichas com data entre 2002 e 2009, revelam que o governo dos Estados Unidos usou a prisão de Guantánamo ilegalmente para obter informação de seus reclusos, independentemente do fato de serem suspeitos ou não.

Informam também parte dos 150 dos prisioneiros eram afegãos e paquistaneses inocentes, incluindo motoristas, agricultores e cozinheiros, que foram detidos durante operações de inteligência em zonas de guerra. Os documentos revelam ainda que 130 dos 172 prisioneiros que deixaram a base de Guantánamo eram considerados "de alto risco" e uma ameaça para os Estados Unidos e seus aliados. Porém, eles foram libertados sem terem sido reabilitados ou com a supervisão necessária.

O El País cita como exemplo de presos inocentes o diretor de escola sudanês Al Rachid Raheem, o afegão Mahngur Alijan que estava pedindo carona para comprar remédios e o iraniano Bajtiar Bamari, que vivia no Afeganistão na época em que os EUA procuravam Osama Bin Laden. Bajtiar Bamari passou dois anos presos na base militar, mesmo sem ter vínculos com a Al Qaeda ou com o Talebã.

"759 relatórios secretos revelam os abusos em Guantánamo. Os documentos mostram que a principal finalidade da prisão foi explorar todas as informações dos presos, apesar da reconhecida inocência de muitos deles. 60% foram levados para a base militar sem ser uma ameaça provável", escreveu o jornal espanhol.

O El País cita ainda o caso de um homem de 89 anos preso em Guantánamo. Ele sofria de demência senil, artrite e depressão. Foi detido porque os soldados encontraram um telefone no complexo de casas onde ele vivia que continha números de pessoas "suspeitas" de ligação com o Talebã. O idoso não sabia de quem era o telefone, tampouco sabia manusear o aparelho. Tempos depois, as autoridades concordaram que ele não sabia de nada e que não oferecia perigo.

Com base nos documentos, o jornal concluiu que o pressuposto de inocência não existe em Guantánamo. O prisioneiro é que precisa demonstrar que não é terrorista, nem talebã. Não havia provas contra o afegão Yamatollah Abdul, por exemplo, mas ele é suspeito porque "quando pressionado para explicar sua história em detalhes ele não colabora". "É evasivo e reticente em reconhecer certas coisas", consta em uma ficha.

De acordo com as fichas, os EUA criaram na prisão de Guantánamo "um sistema policial e penal sem garantias no qual só importavam duas questões: quanta informação se obteria dos presos, embora fossem inocentes, e se podiam ser perigosos no futuro”.

A estratégia era privar o preso de liberdade ainda que ele não tivesse cometido nenhum delito ou crime de guerra. Assim, se soubesse de algo, de alguma relação de seus familiares com o terrorismo, revelaria às autoridades.

Crítica oficial

Após a divulgação dos documentos pelos jornais, o Departamento de Estado e o Pentágono lamentaram o vazamento na noite de domingo por meio de comunicado.

"É triste que várias organizações midiáticas tenham tomado a decisão de publicar vários documentos obtidos de forma ilegal pelo Wikileaks relacionados com o centro de detenção de Guantánamo", afirmou o governo norte-americano.

"Esses documentos contêm informação confidencial sobre detidos atuais e passados de Guantánamo e condenamos categoricamente o vazamento desta informação sensível", ressaltou o comunicado. 


Opinião dO Cachete:
Como se eu não soubesse...
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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)