Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.
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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Guiness Book: Fidel Castro é a Pessoa que Mais Sofreu Tentativas de Assassinato


Tô ligado em vocês, CIA!

HAVANA, 15 dez 2011 (AFP) -O líder cubano Fidel Castro, afastado do poder desde 2006 por razões de saúde, entrou no livro dos recordes, o Guinness, por ser "a pessoa que mais vezes foi alvo de tentativas de assassinato", em 638 ocasiões, disse nesta quinta-feira um portal oficial cubano.

"O líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, é a pessoa que mais vezes foi alvo de tentativas de assassinato, segundo registrou o Livro dos Recordes, o Guinness, e certamente os arquivos da CIA dos Estados Unidos, principal promotora dessas tentativas de homicídio", afirmou o site Cubadebate (www.cubadebate.cu).

"Fidel entra no Livro dos Recordes, o Guiness", disse o Cubadebate, afirmando que até 2006, quando entregou o comando do governo a seu irmão Raúl, "somavam 638 as tentativas de assassinato contra ele, promovidas quase todas pela CIA".

"Os métodos adotados para matá-lo eram diversos, apesar de todos terem fracassado: desde franco-atiradores, explosivos colocados em seus sapatos, veneno injetado em um charuto, até uma pequena carga explosiva dentro de uma bola de baseball, entre outras variantes", completou.

Afirmou ainda que "desde o momento que liderou a triunfante Revolução Cubana em 1959 começaram a planejar" seu assassinato, e "entre os mais interessados" em eliminá-lo "estavam as agências americanas de espionagem e subversão".

O Guinness World Records é um livro publicado anualmente com uma coleção de recordes mundiais, e está entre os mais vendidos do mundo junto com a Bíblia. 

Opinião dO Cachete:
PQP! O cara fez um trabalho de fechamento de corpo com Pai Dundê de Oxossi... Eu quero o endereço desse Pai de Santo!

domingo, 6 de novembro de 2011

CIA Admite que Monitora Redes Sociais e Chats no Mundo Todo


Aproveitando a oportunidade... CIA, isso é para você!!!!

Agência de Inteligência dos EUA emprega centenas de analistas atrás de pistas sobre o 'humor' da população local e reações ao país.

A CIA – a agência de inteligência dos EUA – monitora as redes sociais no mundo todo em busca de ameaças à segurança do país ou mesmo sobre o 'humor' da opinião local, revela reportagem da agência AP nesta sexta (4).
Instalada em um galpão industrial em local secreto, a equipe da agência, apelidada de "bibliotecários vingativos", acompanha 5 milhões de tuítes por dia, além de Facebook, jornais, canais de notícias de TV, estações de rádio no mundo todo, salas de chat na internet etc.
De acordo com a reportagem, do árabe ao mandarim, a partir de um tweet irado a um blog reflexivo, os analistas colhem informações e as cruzam com jornais locais ou até conversas telefônicas interceptadas clandestinamente. A partir daí, desenham um cenário sobre a quantas anda a percepção sobre os EUA naquele país ou mesmo o grau de satisfação da população.
A equipe previu, por exemplo, a chamada "Primavera Árabe" no Egito. "Vimos que as redes sociais em lugares como o Egito poderiam tornar-se uma ameaça ao regime", disse Doug Naqim, diretor do chamado Centro Open Source da CIA.
O trabalho começou por recomendação do Congresso americano, após os ataques de 11/09. Hoje, reúne centenas de analistas (o número exato é segredo), que estudam do acesso à web na China ao humor nas ruas do Paquistão.
De acordo com a reportagem, embora a maioria dos analistas esteja na Virgínia, há "fuçadores virtuais" em embaixadas americanas no mundo todo.
O centro começou a focar-se em mídias sociais, depois de ver a reação dos usuários do Twitter contra o regime iraniano após o contestado resultado das eleições de 2009 naquele país, com a reeleição Mahmoud Ahmadinejad.
Depois que Bin Laden foi morto no Paquistão em maio, a CIA seguiu o Twitter para dar à Casa Branca um instantâneo da opinião pública mundial. O presidente Barack Obama recebe relatórios do grupo quase que diariamente, diz o texto.
A maioria dos tweets em urdu, a língua do Paquistão, e em chinês, foram  negativos aos EUA à época. Autoridades paquistanesas protestaram contra o ataque como uma afronta à soberania do país, um ponto que continua a complicar as relações entre os países.
O centro também está comparando os resultados de suas observações em mídia social com as pesquisas de opinião, para gerar resultados mais precisos, disse Naquin à AP.
Sites como Facebook e Twitter também se tornaram um recurso fundamental para seguir uma crise, como os motins que se alastraram em Bangkok (Tailândia) em abril e maio do ano passado.

Por Redação do IDG Now!

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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)