É Triste!
Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.
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domingo, 18 de dezembro de 2011
Xenofobia no Twitter: Mais um Imbecil!
domingo, 26 de junho de 2011
Da Busca Desesperada dos Idiotas por Atenção
SEGUINDO O EXEMPLO DOS “GRANDES HUMORISTAS” RAFINHA BASTOS E DANILO GENTILI, CADA DIA MAIS JOVENS SE EMBRENHAM PELO CAMINHO FÁCIL DE CHAMAR A ATENÇÃO DAS PESSOAS ATRAVÉS DE OFENSAS
Ontem no Twitter um sujeito fez um vídeo – segundo ele, “polêmico”- chamando gays de aberrações e abertamente incitando a violência e o preconceito. Este mesmo sujeito disse alguns meses atrás que nordestinos eram a “praga” de São Paulo. Mais um nazista reacionário racista e potencial criminoso? Não. Só mais um moleque que acha que “polemizar” é desfilar preconceito e ódio.
Seguindo o exemplo dos “grandes humoristas” Rafinha Bastos e Danilo Gentili, cada dia mais jovens se embrenham pelo caminho fácil de chamar a atenção das pessoas através de ofensas, e levando a ferro e fogo o ditado “falem mal mas falem de mim”. Os argumentos são sempre os mesmos, tão clichês que não duvido nada que exista algum manual de auto-ajuda que verse sobre o assunto: “liberdade de expressão”, “humor não tem limites” e “somos contra a patrulha do politicamente correto”. Patrulha essa que só eles vêem.
Polêmica é confundida com ofensa e crítica é constantemente substituída por preconceito e ódio. Geralmente as pessoas que recorrem a esta “tática” são pessoas que não conseguiriam chamar a atenção pelo talento ou por alguma outra característica, então descambam para a agressão fácil e para o preconceito. E se esquecem que, mesmo no humor, mesmo sem censura, como gostam de gritar, crime é crime.
E é incrível como cada dia mais pessoas pegam esse atalho para a notoriedade. Ainda que sejam conhecidos como notórios idiotas, eles se gabam disso. E se alguém critica, o argumento é sempre que o crítico tem inveja ou não tem coragem de falar o que ele fala. A hipótese de ele ser um grandessíssimo imbecil nem passa pela cabeça deles. Mais uma vez, pessoas que acham que podem ser uma coisa na internet e outra fora dela, confundem liberdade com direito de ofender, confundem crítica com preconceito, e, por fim, confundem o computador com o vaso sanitário. Porque é lá onde eles deviam despejar o que despejam na internet.
Leo Luz
Fonte: Portal Brasil 247
terça-feira, 17 de maio de 2011
O Que Está Acontecendo com Nossas Crianças?
Lamentável!
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Diga Não ao Bullying Homofóbico
segunda-feira, 21 de março de 2011
Entrevista com Casey Heynes - O Garoto que Reagiu ao Bullying
Um dia ele disse chega!
Marcadores:
Bullying,
Casey Heynes
quinta-feira, 17 de março de 2011
O Bullying e o Revide!
Sou totalmente contra violência, mas que o magrinho mereceu... mereceu!
Má notícia: você provavelmente já foi, é ou ainda será zoado na escola. Nesta semana, um vídeo que caiu na internet exemplifica bem esse tipo de bullying. Nele, colegas tiram onda com um garoto gordinho, identificado por sites estrangeiros como Casey, aluno de 16 anos num colégio australiano.
Agora, uma notícia melhorzinha: você não está sozinho. A maioria absoluta dos jovens já foi vítima de bullying. Em algum momento, alguém inventa um apelido maldoso, um motivo para te transformar em tiro ao alvo da galera.
Pelo que o vídeo abaixo mostra, Casey decidiu não cair na pilha e, de supetão, reagiu aos socos de um colega magrinho.
Pela brutalidade do revide, o garoto ganhou o apelido de "Pequeno Zangief" - referência a um lutador brutamonte do game "Street Fighter".
De vítima, Casey passou a estrela. O vídeo em que retruca o bullying se espalhou feito foguete pela internet. Até site ele ganhou.
Depois de assistir ao vídeo, você talvez tenha pensado: "Boa, Casey!". Foi essa, ao menos, a reação em massa dos internautas.
É importante saber lidar com as provocações. Dar o troco na mesma moeda, contudo, é incentivar a máxima "violência gera violência".
Cristiane Ferreira da Silva é mãe de um garoto de 13 anos, alvo de chacotas por cinco anos. No ano passado, ele "explodiu", segundo Cristiane, e partiu para cima dos agressores.
Ela condenou o comportamento do filho, mas acha que a culpa maior é da escola, que fechou os olhos para o bullying contínuo que um de seus alunos sofria.
"Diretor e professores têm de admitir que o bullying acontece dentro da escola. Precisam chamar o pai dos agressores e o pai do agredido. Não dá para falar que isso é brincadeira, que adolescente é assim mesmo", disse.
Cristiane processou a escola municipal em que seu filho estudava (a primeira decisão na Justiça foi favorável a ela). Desde o ano passado, ela é presidente da ONG Educar Contra o Bullying, em São Paulo.
JIU-JITSU
Em janeiro, o Folhateen trouxe uma reportagem sobre como aulas de jiu- jítsu têm servido de ferramenta antibullying (assinantes da Folha ou do UOL podem ler a íntegra).
Rosa Maria Macedo, da psicologia da PUC, fez uma ressalva à tática: "Treinar alunos para se defender com luta é estimulá-los a usar a violência física para combater a violência psicológica".
Já o psicólogo Miguel Perosa acha que a luta pode ser um recurso se o diálogo não funcionar. "A denúncia é o primeiro passo. Mas não há diálogo com quem espanca."
As técnicas do jiu-jitsu, defendem professores da arte marcial, pode ajudar o jovem a paralisar seu agressor, sem necessariamente machucá-lo depois.
Fonte: UOL/FSP
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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)

