Cachete - S. M. Antigamente, no Nordeste do Brasil, era assim que se chamava qualquer comprimido para dor.

terça-feira, 24 de maio de 2011

Alckmin: Ou Assume Violência Contra Manifestantes ou Assume que a PM de São Paulo Não Tem Comando


São Paulo e sua Síndrome de Mulher de Malandro
Vive apanhando, mas continua com o mesmo marido, achando que ele vai mudar!

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), criticou nesta segunda-feira a ação da Polícia Militar durante protesto realizada na tarde de sábado na avenida Paulista e mandou apurar se houve abusos.

"Houve um erro, porque não se justifica fechar a avenida e atrapalhar o direito de ir e vir das pessoas. Mas um erro não justifica o outro. A polícia tem competência, tem experiência para lidar com essas questões (...) sem cometer violência. Nós não compactuamos com isso, por isso vai ser averiguado se houve abuso, se houve excesso", disse o governador.

A polícia usou balas de borracha e bombas de efeito moral contra manifestantes que protestavam contra a proibição judicial da Marcha da Maconha. Seis pessoas foram detidas e, mais tarde, liberadas.

Imagens da TV Folha mostram a violência da polícia. Um repórter foi atingido por jatos de spray de pimenta por um PM e por uma agente da Guarda Civil Metropolitana. A agente da GCM ainda atacou o repórter --que portava crachá-- com um golpe de cassetete.

Manifestantes entraram em conflito com policiais em protesto contra a proibição da Marcha da Maconha, em SP
A PM e a GCM informaram que vão apurar o caso. A PM atribuiu a reação à necessidade de cumprir ordem judicial, dada na sexta, que proibiu o ato. Sem poder fazer alusão à maconha, os manifestantes saíram em passeata em nome da "liberdade de expressão".

Os integrantes da marcha prometem novo manifesto no sábado, contra a repressão policial, no vão do Masp (Museu de Arte de São Paulo).

Engolido da Folha

Opinião dO Cachete:
Depois da Soninha Francine, a cara de pau do Geraldo "Chuchu" Alckmin. Uma típica declaração de  marido que trai. "Fui eu, mas não fui eu!". Ou o Alckmin assume a autoria da pancadaria generalizada , ou assume que a PM Paulista está fora de controle e não tem comando. Foi o que deu a parecer... E a Soninha, hein?  O Triunvirato do Mal - PSDB, DEM e PPS - está se saindo melhor que eu pensava...

Em SP, Judiciário Proíbe Marcha da Maconha, mas Manda Skinhead Assassino para Casa!

Policiais impedem manifestantes que defendem a Marcha da Maconha. Ordem da proibição foi dada pelo Judiciário:

Nazista skinhead e assassino vai para casa por ordem do Judiciário:

Não entendi!


Engolido do Blog Remoalho

segunda-feira, 23 de maio de 2011

Agripino Maia - Entrevista na Rede TV!



Cara de Pau!

Depois do nocaute que ele levou de Dilma na CPI, ele nunca mais concatenou bem as idéias... Afetou o cérebro...

A desgraça é ele ficar repetindo que é engenheiro... Isso me dói na alma!

domingo, 22 de maio de 2011

Marcha da Maconha em Recife Foi "Na Maior Tranquilidade..."

A Marcha da Maconha 2011 reuniu cerca de 2 mil pessoas no Recife. Foto: Celso Calheiros /Especial para Terra

CELSO CALHEIROS - Direto do Recife

A Marcha da Maconha 2011 reuniu no Recife cerca de 2 mil pessoas, de acordo com estimativa da Polícia Militar de Pernambuco. A manifestação respeitou o horário e roteiro acordados com o Ministério Público estadual, que quis evitar a proximidade com um evento infantil organizado pela prefeitura, no mesmo bairro do Recife Antigo. O carro de som deu volume às primeiras palavras de ordem às 15h, e a manifestação foi acompanhada de perto por aproximadamente 30 policiais.
Ao encontrar os organizadores do protesto, o major Djalma e o major Antônio Silva Filho informaram que o Ministério Público garantiria o direito deles se manifestarem, mas ninguém poderia fazer uso de drogas. Não houve registro de incidentes durante as duas horas em que a marcha percorreu ruas e pontes entre os bairros do Recife Antigo e de São José.
Em certo momento, os manifestantes vaiaram a Justiça de São Paulo pela proibição da marcha na capital paulista. Em seguida, eles aplaudiram o Ministério Público de Pernambuco "que conhece as garantias da nossa Constituição", afirmaram pelo carro de som. Mensagens favoráveis ao debate sobre a legalização e a descriminalização da droga eram proferidas no microfone. Os organizadores seguiram as orientações dos policiais e avisavam pelo sistema de som que não era para ninguém fumar ou portar maconha.
A cerca de 2 km de distância, ocorria um ato contrário à manifestação pela legalização da droga, a marcha da família, convocada por deputados estaduais da bancada evangélica. Na estimativa do major Filho, a marcha da família reuniu cerca de 1,5 mil pessoas. Eles se concentraram na Assembleia Legislativa, percorreram algumas ruas e se dispersaram depois de se ajoelharem na rua da Aurora, próximos ao estuário do rio Capibaribe.

São Paulo
No sábado, em São Paulo, ocorreu uma manifestação similar. Aproximadamente 700 pessoas se reuniram no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp) para realizar uma passeata pela liberdade de expressão. O evento, que inicialmente seria pela legalização da maconha, foi alterado após uma decisão judicial que impedia qualquer menção à droga.
Ao menos três pessoas foram detidas, após a polícia determinar o fim do encontro. Bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo foram usados nos protestantes para dispersar a multidão.

Engolido do Terra

Opinião dO Cachete:
Não concordo com a liberação de qualquer tipo de droga. Mas fico feliz em saber que a Marcha foi feita com respeito e tranquilidade. Parabéns aos organizadores da Marcha, à Prefeitura do Recife, ao Governo do Estado, ao Ministério Público e, sobretudo, à Polícia Militar de Pernambuco. Foi uma aula de civilidade e tolerância! Não foi, São Paulo?

Seção "Eu Quero um Desses!"

A Soninha Francine Está Reclamando de Que????


Governo de São Paulo: Este filho é teu, Soninha. Está reclamando da cria, agora????

Poliglotas na Própria Língua


Dê-me um cigarro

Diz a gramática
Do professor e do aluno
E do mulato sabido
Mas o bom negro e o bom branco
Da Nação Brasileira
Dizem todos os dias
Deixa disso camarada
Me dá um cigarro

[“Pronominais”, Oswald de Andrade]


Quero hoje também, como o fez o Urariano, posicionar-me sobre a notícia de que o MEC teria distribuído um livro didático que estimularia os erros gramaticais. E, preliminarmente, devo dizer que, como professor da língua portuguesa, considero leviana e oportunista a vinculação desse assunto a um mais que suspeito proselitismo político. Quem não sabe do que estou falando, tente localizar a coluna do Merval Pereira no “Globo” do dia 17.05, ou a crônica do Arnaldo Jabor da mesma data, na CBN, ou o editorial do “Globo” do dia 18.05. Fica bem clara a orquestração que pretende, até, promover a aproximação entre esse fato e a forma peculiar de expressão do ex-presidente Lula, sutilmente construindo a tese de que é política do PT, na Educação, a instituição da ignorância gramatical...


Um outro esclarecimento é o de que pauto esse meu texto pelas notas de jornal a respeito da matéria e pelos diversos depoimentos de pessoas que, como eu, provavelmente não tiveram acesso ao livro como um todo, mas tão somente a uma informação deliberadamente descontextualizada. Mesmo assim, arrisco-me a dizer que é perversa a execração pública a que estão submetendo a autora do livro, o que se torna ainda mais lamentável quando tem o apoio de profissionais da área ou especialistas que, penso, deveriam posicionar-se com mais cuidado.


O que está em questão? O conceito de variante linguística, assunto a que toda boa gramática, hoje, dedica pelo menos um capítulo, sem que qualquer uma delas deixe de enfocar como básico o indispensável prestígio à língua-padrão, à norma culta, que jamais deixou de ser objeto maior dos estudos da nossa língua nas escolas.


As variantes linguísticas – variedades que uma língua assume nos planos histórico, geográfico, profissional, situacional ou social -, longe de traduzirem o empobrecimento do idioma, reafirmam sua pujança, seu dinamismo, sua versatilidade. E, nessa unidade na diversidade, todas têm o seu lugar, sem privilégios ou preconceitos. Quando se fala de linguagem “adequada ou inadequada”, e não de “certa ou errada”, está-se querendo vincular a sua produção a uma situação contextual. É o reconhecimento, por exemplo, de que, a um personagem como o Chico Bento, do Maurício de Souza, não se podem atribuir falas da norma culta, que ele não detém. Ou de que Luiz Gonzaga, pela mesma razão, na antológica “Asa Branca”, acaba dizendo “pra mim voltar pro meu sertão”. É a percepção de que – em nome de objetivos expressivos da comunicação – Mariza Monte pode dizer “beija eu”, Roberto Carlos pode misturar “tu” e “você”, atores de novelas de temática “italiana” podem usar uma linguagem macarrônica, ou mesmo os personagens desse terrível “Zorra Total” podem usar um linguajar próprio, não menos terrível, mas adequado aos propósitos...


Há quase 90 anos, Oswald de Andrade, ícone do movimento modernista, produziu o texto que coloquei como epígrafe, no qual, fiel ao ideário dessa escola literária, defendia a prevalência de uma colocação pronominal marcada pelo coloquialismo, não abonada pela gramática, em detrimento do que reza a norma culta. Os modernistas iam mais longe, propugnando pela aproximação entre o texto literário e a fala do povo.


A professora, em seu livro, certamente quis se referir a algo desse gênero. É leviandade, beira a perversidade, imaginar que pretendeu estimular o erro. Julgo, inclusive, indispensável chamar a atenção para o fato de que os exemplos “criticados” no livro situam-se no plano da oralidade, no plano do “poder dizer-se” e não no do “escrever”. Quando a chamada do Globodo dia 18.05 – em sua falsa cruzada educativa – diz que “Haddad defende livro, mas Enem exige norma culta”, é óbvio que está havendo manipulação dos fatos. O Enem exige, sim, a norma culta na redação, produção escrita, e disso não abre mão, nem deve, pois é a modalidade escrita da língua que perpetua a sua expressão-padrão. Mas, na sua prova objetiva, o Enem (como, aliás, a quase totalidade das atuais provas de vestibular) farta-se de propor questões que envolvem o reconhecimento das variantes linguísticas em seus diversos âmbitos, inclusive o mais popular, típico da oralidade. Afinal, todos nós – inclusive eu – utilizamos diariamente, e muito, o linguajar coloquial, popular, em situações de informalidade.


Temos problemas, sim, no estudo do Português, como no ensino de uma forma geral. E eles passam pelo Ministério da Educação e suas políticas. Não têm, porém, nada a ver com variantes linguísticas, assunto em que fico ao lado do mestre Evanildo Bechara – de cuja manifestação, neste momento , estou sentindo falta – quando diz que nós, os brasileiros, devemos, sem preconceitos, “ser poliglotas em nossa própria língua”, entendendo como válidas todas as variantes existentes, desde que adequadas aos contextos em que se produzem.


Nesse assunto, como em muitos, julgo que as notícias e os posicionamentos estão primando pela manipulação e não merecem o meu respeito. E falo como educador, professor de Português e cidadão.


Rodolpho Motta Lima

Advogado formado pela UFRJ-RJ (antiga Universidade de Brasil) e professor de Língua Portuguesa do Rio de Janeiro, formado pela UERJ, com atividade em diversas instituições do Rio de Janeiro. Com militância política nos anos da ditadura, particularmente no movimento estudantil. Funcionário aposentado do Banco do Brasil. Direto da Redação.

1º Encontro de Blogueiros de Pernambuco - Parabéns aos que Sabiam




Na foto, os 277 passageiros da Kombi do Gilmar, em Olinda 
(Foto: Geórgia Pinheiro)



Nesta sexta-feira, ele participou de um encontro de blogueiros sujos – e a ansiosos – em João Pessoa.


Foi o sétimo encontro estadual para preparar o Encontro Nacional , que se realizará em Brasília, no fim de semana de 17, 18 e 19 de junho, com a presença de um futuro blogueiro, o Nunca Dantes, que disse ao PTrem das 13 que ia aparecer lá.

Em seguida, Miro foi a oitavo encontro, o de Olinda/Recife, realizado neste sábado, num Centro quase todo ocupado por um “Feirão da Caixa” – clique aqui para ler “Palocci e o ‘Feirão da Caixa’ vão eleger o Cerra em 2014”.   

Ainda haverá um em Porto Alegre e outro em Fortaleza.

É o pessoal que cabe na Kombi, segundo o insuspeito depoimento do ex-Supremo Presidente Supremo do Supremo, Gilmar Dantas (*), hoje ameaçado de um impeachment, por uma petição queequivale a um BO.

Em Olinda, havia 277 pessoas na plateia, na maioria estudantes.

Miro perguntou quantos tinham ido ali avisados pela internet.

Praticamente todos levantaram o braço: se mobilizaram através do Facebook, a rede social de escolha.

Miro perguntou quantos eram blogueiros: mais da metade da plateia.

Miro lembrou que, nesta campanha eleitoral de 2010, quando a presidenta da Associação Nacional dos Jornais assumiu a função de líder da Oposição, os blogs desempenharam papel relevante.

Em outubro de 2010, a audiência nos blogs brasileiros atingiu, segundo Miro, 39 milhões de páginas vistas.

(39 milhões – isso já começa a não caber numa Kombi, não é mesmo, ex-Supremo ?)

(Modestamente, o Conversa Afiada, em outubro de 2010, teve 12 milhões de páginas vistas, que, também, aparentemente, não cabem na Kombi do ex-Supremo.)

Miro mostrou como a blogosfera desmascarou a fraude do Cerra-Ali Kamel-“períto” Molina com a bolinha de papel transformada num míssil pluricontinental.

Veja o vídeo de um professor de computação gaúcho, exibido no Conversa Afiada que, mostra frame a frame como se monta uma fraude, com o aval de um “períto”.

Miro lembrou também que, em 48 horas, a blogosfera levou a Globo a tirar do ar uma campanha pelos “45 anos da Globo”, que coincidia (!) com a campanha do “45”, o partido do Cerra.

Miro enunciou, primeiro, os três mandamentos políticos dessa minúscula blogosfera suja e ansiosa:

1) Lutar pela democratização da comunicação, contra a ditadura da mídia;


2) Lutar pela liberdade de expressão, que não é a liberdade de imprensa do PiG (**);


3) Lutar pela democracia e a justiça social.




Esses, segundo Miro, são os três mandamentos, digamos, doutrinários.


Há outros três mandamentos: “o que fazer, já !”:

1) Lutar por um marco regulatório, ou como diz aqui este ansioso – assim definido pelo Ministro Paulo Bernardo – blog, lutar por uma Ley de Medios, como a da presidenta Cristina Kirchner;


2) Lutar por uma banda larga universal , barata, não discriminatória, em regime público. Como um direito do cidadão, como o direito à água e à luz elétrica.


3) Fortalecer os blogs, criar os mecanismos para que floresçam como mil flores.




Este ansioso blogueiro também falou.


Leu para a plateia dois capítulos do indispensável livro do professor Venício Artur de Lima “Regulação das Comunicações – História, Poder e direitos”, da editora Paulus.

O que mostra como Roberto Marinho nomeou Mailson da Nóbrega Ministro da Fazenda do Governo Sarney.

E como o filho de Roberto Marinho redigiu a Carta aos Brasileiros do Tony Palocci, em 2002.

A narração dramatizada deste ansioso blogueiro provocou umas boas gargalhadas na plateia – modestamente. 

Especialmente na hora em que Palocci, suplicante, pede ao filho do Roberto Marinho:

“E qual você acha deve ser o compromisso do novo Governo ?”

Viva o Brasil !

Este ansioso blogueiro referiu-se à nova etapa da batalha pela liberdade de expressão no Brasil: a batalha na Justiça.

Daniel Dantas e assemelhados cooptaram o PiG (**) ou dele fazem parte, geneticamente.

Agora, Daniel Dantas e assemelhados  – como o tucano que governa o Paraná e tenta calar o Esmael – tentam calar a blogosfera na Justiça e criar uma jurisprudência que cale a blogosfera, de vez.

Este ansioso blogueiro defendeu, a partir de manifestação da deputada Jandira Feghali, num encontro de blogueiros, no Rio, a montagem de um fundo para defender blogueiros na Justiça, como o que defende os Procuradores da República.

Não fosse o fundo, estariam todos os procuradores na cadeia, conduzidos pelo Paulo Maluf e o passador de bola apanhado no ato de passar bola. 

Este ansioso blogueiro, obviamente, não pretende se beneficiar disso. 

Porque, como sabe o passador de bola, ele não será calado pelo bolso. 

Clique aqui para ir à aba “Não me calarão”.

Clique aqui para ler sobe “as 37 ações que movem contra PHA: diz-me quem te processa e dir-te-ei quem és”.

Mais tarde, num almoço na Oficina do Sabor, em Olinda (ninguém é de ferro), este ansioso blogueiro sugeriu ao Miro que, logo após a instalação do Encontro Nacional, fossem suspensos os trabalhos e todos se dirigissem à porta do Ministério das Comunicações para um minuto de silêncio.

Com um lenço a tampar a boca.

Paulo Henrique Amorim




(*) Clique aqui para ver como um eminente colonista do Globo se referiu a Ele. E aqui para ver como outra eminente colonista da GloboNews e da CBN se refere a Ele. 


(**) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.



Opinião dO Cachete:
Parabéns aos que sabiam! 277 estudantes que "lotaram" o teatro.


Dica do meu amigo Glácio Souza

A Carreata Coral!







Um time fora de série mais amado do Brasil!


Seção "Que Porra é Essa?" - Outra!


Grande Jornalista...

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"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."
(Joseph Pulitzer)