domingo, 20 de março de 2016
Áudio da discussão de Bastidores entre o Ator Cláudio Botelho e sua Produção após a Peça "Todos os Musicais de Chico Buarque" ter sido parada aos gritos de "Não Vai Ter Golpe!" por parte da Platéia.
sábado, 19 de março de 2016
Áudio vazado de Paulinho da Força sobre financiamento para o Impeachment de Dilma
terça-feira, 8 de março de 2016
Luiz Felipe: Clamor aos Companheiros
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| Luiz Felipe Engenheiro Mecânico |
sexta-feira, 4 de março de 2016
Moisés Oliveira - Lula não pode...
Lula não pode ter apartamento numa praia poluída de SP, assim como os negros não podem frequentar universidades, assim como mulheres não podem ser empoderadas a quilômetros do fogão. quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016
Caio César: Uma carta para João Campos
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| Caio César Historiador e Filósofo |
terça-feira, 16 de fevereiro de 2016
Cláudio Terrão: Sobre Tolerância e Noção Espacial
Comecemos com um raciocínio bem singelo: aquele que não está na extrema direita estará sempre à esquerda de alguém. Da mesma forma, quem não está na extrema esquerda estará, por óbvio, à direita do que ocupa essa posição. E de um extremo ao outro, as pessoas se ladeiam em posições sempre relativas. A noção espacial é, portanto, nosso ponto de partida para a compreensão da relatividade. Pois bem. Numa sociedade tão complexa como a atual, será mesmo possível classificar as pessoas e colocá-las em caixinhas cujos rótulos estampassem: de esquerda, ou liberal, e de direita, ou conservador? Quem são ‘os esquerdas’ e ‘os direitas’ em um complexo não linear: uma sociedade plural? Basta um exame de consciência e respostas sinceras a alguns questionamentos simples para que se verifique o quanto esses rótulos são irrelevantes. Eis um exercício para reflexão. Um homossexual que se coloca contra a liberação das drogas, ou do aborto, é um conservador? Será possível alguém defender as três ideias anteriores e não ser socialista, mas um capitalista ortodoxo? Um branco não racista, mas antissemita, é liberal ou conservador? Um ateu que defende a distribuição da riqueza conforme o mérito individual é liberal ou conservador? E um homem de fé, um religioso radical, que seja socialista, é liberal? E por fim: as respostas a essas questões podem ser dadas na simplicidade de uma afirmativa ou negativa categórica? Creio que não. Se eu gosto do vermelho e do azul, mas não gosto do verde, qual implicação isso tem com o fato de gostar de cão, mas não gostar de gato? Nenhuma é claro. Porque não há qualquer relação entre um fato e outro. Simples, não? Não. Infelizmente, não é tão fácil assim. Porque as pessoas tendem a pensar no absoluto de si mesmas. Milhões de absolutos diferentes que precisam relacionar-se. É isso que caracteriza uma sociedade complexa: que há nas relações sociais uma dinâmica multiplicidade de interesses e ideias e opções. E, para complicar um pouco mais, esses valores ou concepções morais individuais podem ser combinados em tal variedade e ordem de grandeza que parece mesmo impossível qualquer convívio social. Mas como poderemos conviver então, se somos tão singulares? Compreendendo exatamente isso: que somos diferentes e somente com tolerância podemos de fato viver numa democracia. Concepções individuais absolutas eliminam qualquer possibilidade de racionalização dessa imensa complexidade social. E a harmonização dessas diferenças somente se consegue através do debate democrático e do diálogo. Não se trata, portanto, de eliminação das diferenças, mas de harmonização. E isso só é possível com tolerância e respeito às opções alheias. É fundamental compreender que alguém ao seu lado, seja à esquerda ou à direita, pode ter propósitos muito semelhantes ao seu. Mas se quiserem ainda assim me impor um rótulo, que seja o de um radical tolerante-democrático.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Nilton Monteiro: Entrevista Bomba!
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
Jorge Furtado: A Perseguição Política a Lula
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| Jorge Furtado Cineasta |
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Caio César: O Carnaval de Paulo Câmara
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| Caio César Filósofo e Historiador |
"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil quanto ela mesma."



